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Es muy importante que distingamos entre hechos, opiniones y creencias. Trataré con todas mis fuerzas de ser muy clara cuando presente hechos, ofrezca una opinión o comunique mis creencias.
Lo dejaré claro desde el principio: tengo tres creencias que voy a compartir con ustedes y, a continuación, les explicaré cómo fue que llegué a ellas.
La primera es que los próximos veinte años serán completamente distintos de los últimos veinte. ¿Por qué es importante esta creencia? Pues porque tendemos a basar nuestra opinión sobre el futuro en nuestra experiencia del pasado reciente. Es algo que forma parte de la naturaleza humana, pero que se convierte en un lastre gigantesco en momentos decisivos. Déjenme decirles que somos testigos de un CAMBIO MASIVO. Cuando empecé a impartir este curso hace tres años solía decir que un cambio masivo se avecinaba. Pues bien, aquí lo tenemos, creo que ya está en marcha y voy a decirles por qué. |
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¿las estadísticas nos están dando las “señales” correctas sobre qué hacer? En nuestro mundo orientado hacia el desempeño, las cuestiones de medición han cobrado mayor relevancia: lo que medimos afecta lo que hacemos.
Si tomamos malas decisiones, lo que intentamos hacer (digamos, aumentar el PIB) en realidad puede contribuir a empeorar los niveles de vida. También podemos enfrentarnos a falsas opciones y ver compensaciones entre producción y protección ambiental que no existen. Por el contrario, una mejor medición del desempeño económico podría demostrar que las medidas tomadas para mejorar el medio ambiente son buenas para la economía. |
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| E o que fizeram os humanos? Não descansaram enquanto não mataram um exemplar! Era mesmo necessário fazer isso? Não poderiam ter, pelo menos, recolhido mais informação primeiro? |
| 11 SEPTEMBER 2009 | GENEVA -- The first study of global patterns of death among people aged between 10-24 years of age has found that road traffic accidents, complications during pregnancy and child birth, suicide, violence, HIV/AIDS and tuberculosis (TB) are the major causes of mortality. Most causes of death of young people are preventable and treatable. The study, which was supported by the World Health Organization (WHO) and published in The Lancet medical journal, found that 2.6 million young people are dying each year, with 97% of these deaths taking place in low- and middle-income countries. |
| Continuar a ler: OMS |
| Uma grávida de 34 semanas que foi vacinada contra a gripe A na sexta-feira passada, dia 13, deu entrada no hospital CUF Descobertas na noite de ontem, segunda-feira, com o feto morto. |
| Público |
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El presidente del Banco Mundial declara que "Una mujer muere cada minuto dando a luz, y 500.000 mujeres mueren en el parto cada año" y que "para salvar a tres millones de madres y siete millones de recién nacidos, se necesitan 2.400 millones de dólares en 2009 y 7.000 millones en 2015" (prensa).
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| Juan Torres López |
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Que beleza! Que graciosidade! Quanto conhecimento! Quanta ciência! E tudo para quê? Para servir a loucura, o terror, a destruição e a morte.
Que desperdício de recursos materiais e de talento humano que tanta falta fazem para tornar a humanidade menos carente e mais feliz. |
| Dos profesionales de la salud de la categoría de Juan Gérvas y Jim Wright, catedrático canadiense de Anestesiología, Farmacología y Terapéuticas, no se andan por las ramas ante la vacunación presuntamente masiva que se avecina contra la “pandemia” de la gripe A: |
| “Si funcionase la vacuna contra la gripe A podría evitar la inmunidad natural que persiste 50 años”. |
| Es un argumento digno de ser, como mínimo, escuchado o leído en este caso. La aprobación por la estadounidense FDA (la agencia del medicamento del país norteamericano) de las vacunas contra la gripe A (H1N1) abre las puertas para los planes gubernamentales de vacunación masiva en los próximos meses. Los autores de esta información opinan: |
| “Tales planes son irracionales y se fundan en el miedo y la creación de enfermedades imaginarias, bien lejos una política de “sentido común y tranquilidad”,http://www.cmaj.ca/cgi/eletters/181/6-7/E |
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| Um Livro com a qualidade Saramago. |
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WASHINGTON (Reuters) - The United States accounted for more than two-thirds of foreign weapons sales in 2008, a year in which global sales were at a three-year low, The New York Times reported on Sunday.
Citing a congressional study released on Friday, the Times said the United States was involved in 68.4 percent of the global sales of arms.
U.S. weapons sales jumped nearly 50 percent in 2008 despite the global economic recession to $37.8 billion from $25.4 billion the year before.
The jump defied worldwide trends as global arms sales fell 7.6 percent to $55.2 billion in 2008, the report said. Global weapons agreements were at their lowest level since 2005.
Italy, the second ranked country, amassed only $3.7 billion in arms sales, while Russia ranked third with sales falling to $3.5 billion in 2008, down from $10.8 billion in 2007.
The report attributed the increase in U.S. sales to "major new orders from clients in the Near East and in Asia" as well as to continued contracts for equipment and support services with globally based U.S. clients, the Times said.
The United States also led in arms sales to the developing world, signing 70.1 percent of these weapons agreements at a value of $29.6 billion in 2008, the report said.
Such deals with the developing world included a $6.5 billion air defense system for the United Arab Emirates, a $2.1 billion jet fighter for Morocco and a $2 billion attack helicopter for Taiwan.
India, Iraq, Saudi Arabia, Egypt, South Korea and Brazil also reached weapons deals with the United States, the Times said.
The report revealed the United Arab Emirates was the top buyer of arms in the developing world with $9.7 billion in arms purchases in 2008.
Saudi Arabia ranked second with $8.7 billion in weapons agreements, and Morocco was third with $5.4 billion in deals. |
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É evidente que para que esse comércio prospere não pode haver paz. Em todo o mundo tem de ser cultivado o medo, a tensão e o conflito.
A Humanidade tem de encontrar outros caminhos, que permitam banir para todo o sempre esse negócio horrendo. |
| Infelizmente, os EUA não param! Apesar do seu orçamento militar já ser enorme, o maior do mundo, ainda pretendem aumentá-lo mais: |
| Em 28 de Outubro o presidente Barack Obama assinou o Defense Authorization Act de 2010, o maior orçamento militar da história dos EUA Ele é não só o maior orçamento militar do mundo como também é maior do que as despesas militares somadas de todo o resto do mundo. E é um crescimento imparável. O orçamento militar de 2010 — o qual não cobre nem mesmo muitas despesas relacionadas com a guerra — chega aos US$680 mil milhões. Em 2009 era de US$651 mil milhões e em 2000 de US$280 mil milhões. Mais do que duplicou em 10 anos. |
| Resistir |
| É impensável qualquer tentativa séria para resolver os muitos problemas internacionais enquanto o militarismo tiver esta força nos EUA e em outros países também. |
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| A "civilização" que governos ocidentais espalharam no Iaraque e na martirizada Faluja. |
| Guardian |
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A amostra ainda é pequena mas um balanço sobre a taxa de repetições de abortos na Maternidade de Alfredo da Costa, em Lisboa, dá conta de cerca de três por cento de mulheres que repetiram Interrupções Voluntárias da Gravidez (IVG) desde que a lei entrou em vigor, em Julho de 2007.
Esta maternidade, a unidade pública que mais faz abortos no país, realizou 2156 IVG pela primeira vez e 62 repetições, com um intervalo médio de 11 meses. Uma das autoras do estudo, a médica interna Ana Figueiredo, diz que "a taxa de repetição é inferior a países como Estados Unidos, onde é de 48 por cento, e Suécia, onde é de 40 por cento, que despenalizaram o aborto há mais de 30 anos". O mesmo é verdade para a França e a Finlândia. |
| Público |
| Pode ser. Mas a situação colide directamente com as teorias do "mercado livre" que alguns defendem acerrimamente e que, pelo menos no discurso oficial e académico, têm norteado as políticas económicas dos governos do ocidente, que, por seu lado, não se cansam de as recomendar e até impor a vários países do mundo dito subdesenvolvido. |
| Muy pocos medios de comunicación lo han comentado. La opinión pública no ha sido alertada. Y sin embargo, las preocupantes conclusiones del Informe final (1), publicado por la Comisión Europea el pasado 8 de julio, sobre los abusos en materia de competencia en el sector farmacéutico merecen ser conocidas por los ciudadanos y ampliamente difundidas. |
| Ler aqui |
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Ou seja, desconhece-se a verdadeira dimensão deste flagelo que, pelos números já conhecidos, só pode classificar-se como verdadeiramente chocante. |
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O ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento, Vieira da Silva afirmou hoje que um aumento salarial de 1,5 por cento em 2010 poderá «não ser sustentável», defendendo que devem ser seguidas políticas salariais ajustadas ao actual ciclo económico
«Não será sustentável seguirmos políticas de rendimentos e políticas salariais desajustadas do ciclo económico em que vivemos, pois não vejo como é possível que a riqueza seja distribuída se não for criada consistentemente», disse o ministro |
| SOL |
| No mesmo jornal e no mesmo dia: |
| Cinco maiores bancos lucram quase 1,5 mil milhões de euros |
| Os lucros dos primeiros nove meses de 2009 do BES, BCP, BPI, Caixa-Geral de Depósitos e Santander Totta subiram 6,7 por cento, em termos homólogos, para 1.437,6 milhões de euros, ou seja, mais de cinco milhões de euros por dia |
| SOL |
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O que tem para dizer sobre isto o ministro Vieira da Silva. Subir os salários em 1,5% pode não ser sustentável, afirmou.
E aumentos de lucros de 6,7% (mais de cinco milhões de euros por dia) já são sustentáveis?
Como o sr. ministro nada disse ainda, aguarda-se com impaciência o esclarecimento. |
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| Convém estar sempre atento e não confiar em demasia, é um facto. |
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| E o muro que Israel construiu na Palestina não há-de ser excepção! |
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