Blogue de opinião e divulgação.
Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
Curso de E-Commerce
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Domingo, 27 de Abril de 2008
Crise mundial de alimentos?
Maior cadeia de supermercados limita compra de arroz
O Sam’s Club, do grupo Wal-Mart, a maior cadeia alimentar norte-americana decidiu racionar a venda de arroz, na sequência do aumento dos preços a nível mundial. Alguns países, como o Brasil e o Vietname, já decidiram suspender as exportações daquele produto.

Esta é a primeira medida de racionamento na história americana, já que durante a Segunda Guerra Mundial, altura em que havia falta de alguns produtos, como o petróleo, os fornecedores continuaram a vender sem restrições.

A procura desenfreada de arroz deve-se ao aumento do preço do arroz, que só esta semana subiu cinco por cento na Tailândia, o maior exportador mundial.

As autoridades mundiais mostram-se preocupadas com este aumento, enquanto os analistas alertam que os preços do arroz podem continuar a subir, uma vez que alguns países decidiram suspender as exportações, justificando-se com a necessidade de garantir o consumo interno.

O Brasil e Vietname, que concorrem entre si pala classificação de segundo maior produtor mundial de arroz, foram alguns dos países que tomaram essa decisão, sendo que a Índia e a China também decidiram limitar a quantidade de exportações.

O Banco Mundial já elogiou a Tailândia por garantir que não vai impor qualquer redução na exportação de arroz, classificando aquele país como um parceiro mundial responsável.

Os preços do arroz, que só este mês aumentaram 28 por cento, registando a maior subida desde 1993, estão a provocar motins em vários países, como os Camarões.

Também em África, onde o arroz faz parte da alimentação básica das populações, temem-se consequências muito graves, com várias famílias a admitirem cortar o consumo de alimentos para apenas uma refeição por dia.

Em Portugal, país que produz metade do arroz que consome e «em pequena escala», os consumidores também vão sofrer com o aumento dos preços do arroz a nível mundial, disse à TSF o presidente da Associação de Indústrias de Arroz.

João Reis Mendes adiantou que o nosso país é influenciado pelos preços existentes no mercado mundial, «sobretudo pelos preços dos países exportadores».



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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
25 de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen
Pelo Abril que conquistámos!


Pelo Abril que nos tiraram!


Pelo Abril que precisamos e haveremos de construir!

 
Revolução de 25 de Abril de 1974, Quartel do Carmo


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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Tell me why

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Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Além da celebração do Dia Mundial do Livro, nesta data, ( 23 de Abril ) celebra-se  também o dia do direito de autor. Um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (artigo 27º) e pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42º). O direito de autor funciona simultaneamente como garantia de defesa do património e dos valores culturais.


A data foi instituída pela Conferência Geral da Unesco, para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia.


Em Portugal e na maioria dos países europeus, a propriedade intelectual inclui duas categorias principais: a propriedade industrial e o direito de autor. Este consiste num direito de propriedade que concede protecção principalmente de

  • trabalhos literários (livros, publicações científicas, conferências)
  • programas de computador;
  • audiovisuais;
  • multimédia;
  • bases de dados.


O direito de autor abrange direitos de carácter :


  • Patrimonial : estes concedem ao autor  o direito exclusivo de dispor da sua obra, ou autorizar a sua utilização por terceiro, total ou parcialmente. O Estado, ao garantir a exclusividade e a lealdade de concorrência, favorece a exploração das criações.
  •  Morais. ndependentemente de ter concedido os direitos de carácter patrimonial a terceiros, o autor goza de direitos morais sobre a sua obra, possuindo durante toda a vida o direito inalienável de reivindicar a paternidade da obra e de assegurar a genuinidade e integridade da mesma.

        

As primeiras medidas a favor do direito de autor destinavam-se à protecção dos impressores. A partir do séc. XV os monarcas passaram a atribuir aos impressores e editores os privilégios de impressão, destinados a protegê-los dos seus concorrentes. O primeiro editor em Portugal a obter o privilégio foi Valentim Fernandes, em 1502, para a sua tradução do Livro de Marco Polo. Em 1537 D. João III outorga, a título de excepção, ao poeta Baltazar Dias um privilégio para imprimir e vender as suas próprias obras.


É na Constituição de 1838 que se consagram as primeiras normas jurídicas portuguesas respeitantes à protecção das obras literárias e artísticas, embora a lei só tenha sido promulgada em 1851. Esta consagrava no §4º do artigo 23º o “direito de propriedade dos inventores sobre as suas descobertas e dos escritores sobre os seus escritos”. É a primeira Constituíção Portuguesa a consagrar o direito à propriedade intelectual, fruto da intervenção directa de Almeida Garrett. Este foi um dos primeiros entre nós a formular uma teoria de raíz liberal do conceito de direito individual do autor por oposição à ideia de privilégio régio atribuído aos editores. Considerava ele que este direito era intransmissível dentro de um prazo determinado, findo o qual o direito de autor expirava e o da sociedade começava.


 

Actualmente o Direito de Autor é regulado pelo Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos,  aprovado pelo Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março, embora tenha vindo a ser sucessivamente alterado.



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Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Os italianos e a UE
Serão só os italianos?

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Domingo, 20 de Abril de 2008
O consumismo insustentável!
O actual modelo consumista, vigente nas sociedades ocidentais principalmente, não é extensível a todas as sociedades e à população mundial! Seriam precisos mais três planetas, pelo menos. E só temos um, a  Terra. Por isso, para que todos possam viver em paz e com dignidade no belo planeta azul, que é o nosso,  o modelo económico tem de se repensar, buscar uma maior igualdade, a nível internacional e no interior de cada país e a sustentabilidade, seja em termos de recursos seja em termos ecológicos e ambientais.


publicado por codigo430 às 16:24
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Comércio Mundial de Serviços
Principales exportadores

Orden

Exportadores

Valor

%

Variación
%
anual

1

Estados Unidos

454

13,9

14

2

Reino Unido

263

8,1

17

3

Alemania

197

6,1

18

4

Japón

136

4,2

11

5

Francia

130

4,0

11

6

España

127

3,9

21

7

China

127

3,9

...

8

Italia

109

3,3

12

9

Países Bajos

91

2,8

13

10

Irlanda

87

2,7

27

 

Todo el mundo

3.260

100,0

18


Principales importadores

Orden

Importadores

Valor

%

Variación
%
anual

1

Estados Unidos

336

11,0

9

2

Alemania

245

8,0

15

3

Reino Unido

193

6,3

13

4

Japón

157

5,1

9

5

China

129

4,2

...

6

Francia

120

3,9

12

7

Italia

117

3,8

19

8

España

97

3,2

24

9

Irlanda

93

3,0

18

10

Países Bajos

89

2,9

13

 

Todo el mundo

3.060

100,0

16

Principales importadores en el comercio de servicios comerciales, 2007
En millones de dólares y en porcentajes
Fonte: OMC


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Comércio Mundial de Mercadorias
Principales exportadores

Orden

Exportadores

Valor

%

Variación % anual

1

Alemania

1.327

9,5

20

2

China

1.218

8,8

26

3

Estados Unidos

1.163

8,4

12

4

Japón

713

5,1

10

5

Francia

552

4,0

11

6

Países Bajos

551

4,0

19

7

Italia

492

3,5

18

8

Reino Unido a

436

3,1

-3

9

Bélgica

432

3,1

18

10

Canadá

418

3,0

8

 

Todo el mundo e

13.900

100,0

15

Principales importadores

Orden

Importadores

Valor

%

Variación % anual

1

Estados Unidos

2.017

14,2

5

2

Alemania

1.059

7,5

17

3

China

956

6,7

21

4

Japón

621

4,4

7

5

Reino Unido a

617

4,3

3

6

Francia

613

4,3

13

7

Italia

505

3,6

14

8

Países Bajos

491

3,5

18

9

Bélgica

416

2,9

18

10

Canadá

390

2,7

9

 

Todo el mundo e

14.200

100,0

14

Principales exportadores e importadores en el comercio mundial de mercancías, 2007
En miles de millones de dólares y en porcentajes
Fonte: OMC


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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Les uns et les autres


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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Oferta Educativa da Escola

Alunas e alunos do Curso Profissional de Técnico do Comércio e do Curso de Educação e Formação de Empregado de Mesa na acção de divulgação da oferta educativa da Escola no centro Multimeios de Espinho


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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
Violência contra professores na lista dos crimes prioritários

A Directiva n.º 1/ 2008, publicada no Diário da República, 2.ª série — N.º 34 — 18 de Fevereiro de 2008, estabelece directivas e instruções genéricas em matéria de execução da lei e política criminal.para o biénio 2007/2009.


Esta Directiva, emitida pela Procuradoria Geral da República, refere que “ cabe ao Procurador-Geral da República emitir as directivas e instruções genéricas que se mostrem necessárias, em cada momento, para assegurar o efectivo cumprimento pelo Ministério Público, dos deveres que lhe incumbem no âmbito da execução da política criminal.”


Assim, e citando a referida Directivadeve “ o Ministério Público promover a efectiva repressão de toda a factualidade criminosa de que tenha conhecimento, de forma a evitar que se instalem sentimentos de impunidade quanto a determinados tipos de actuação criminosa. Por outro lado, a execução da política criminal não pode alhear-se da importância e da necessidade de um adequado tratamento da pequena criminalidade, quer na perspectiva da prevenção, quer na perspectiva da ressocialização dos seus agentes. Para que tais objectivos sejam alcançados, importa promover, neste âmbito, a aplicação de medidas de consenso e de sanções não privativas da liberdade, privilegiando a justiça restaurativa e a celeridade dos procedimentos.


Face ao exposto, formulam-se as seguintes directivas e instruções genéricas, tendo em vista a prossecução dos objectivos, prioridades e orientações de política criminal definidos pela Lei 51/2007, de 31 de Agosto, para o biénio 2007/2009.

 

I – Crimes de investigação prioritária

...

3 – Será concedida especial prioridade à investigação dos processos relativos:

...

3.4 – Aos actos de violência praticados contra professores e outros membros da comunidade escolar ou contra médicos e outros profissionais da saúde (art. 4º da Lei nº 51/2007, de 31 de Agosto).

...

4 – Os Senhores Procuradores-Gerais Distritais, prestando a propósito os esclarecimentos julgados necessários, deverão solicitar:

...

a) - Aos Conselhos Directivos das Escolas ou entidades correspondentes, a comunicação ao Ministério Público ou às entidades policiais competentes de todos os factos susceptíveis de integrarem crimes de natureza pública praticados relativamente aos professores ou outros membros da comunidade escolar...”

 

Acresce que, as ofensas à integridade física de qualquer elemento da comunidade escolar, passaram a ser considerados crime público (não dependente de queixa, bastando que o Ministério Público tenha conhecimento da sua ocorrência para instaurar o respectivo  procedimento criminal)



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Sábado, 12 de Abril de 2008
Homenagem

Show de homenagem a George Harrison, dois anos após a sua morte. No violão, Eric Clapton, no outro, o filho de Harrison (é a cara do pai), no piano Paul McCartney, na 1ª bateria Ringo Star, na segunda Phill Collins, na guitarra Tom Petty, no órgão e vocal Billy Preston.


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publicado por codigo430 às 23:59
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA MULHER E DA CIDADÃ

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA MULHER E DA CIDADÃ


Olympe de Gouges


Preâmbulo


Olympe GougesAs mães, as filhas, as irmãs, representantes da nação, reivindicam constituir-se em Assembleia Nacional. Considerando que a ignorância, o esquecimento, ou o desprezo da mulher são as únicas causas das desgraças públicas e da corrupção dos governantes, resolverem expor em uma Declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis, e sagrados da mulher, a fim de que esta Declaração, constantemente, apresente todos os membros do corpo social seu chamamento, sem cessar, sobre seus direitos e seus deveres, a fim de que os actos do poder das mulheres e aqueles do poder dos homens, podendo ser a cada instante comparados com a finalidade de toda instituição política, sejam mais respeitados; a fim de que as reclamações das cidadãs, fundadas doravante sobre princípios simples e incontestáveis, estejam voltados à manutenção da Constituição, dos bons costumes e à felicidade de todos.

Em consequência, o sexo superior tanto na beleza quanto na coragem, em meio aos sofrimentos maternais, reconhece e declara, na presença e sob os auspícios do Ser superior, os Direitos seguintes da Mulher e da Cidadã:


ARTIGO PRIMEIRO


A mulher nasce e vive igual ao homem em direitos. As distinções sociais não podem ser fundadas a não ser no bem comum.


II


A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis da mulher e do homem: estes direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança, e sobretudo a resistência a opressão.


III


O princípio de toda soberania reside essencialmente na Nação, que não é nada mais do que a reunião do homem e da mulher: nenhum corpo, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que deles não emane expressamente.


IV


A liberdade e a justiça consistem em devolver tudo o que pertence a outrem; assim, os exercícios dos direitos naturais da mulher não encontra outros limites senão na tirania perpétua que o homem lhe opõe; estes limites devem ser reformados pelas leis da natureza e da razão.


V


As leis da natureza e da razão protegem a sociedade de todas as ações nocivas: tudo o que não for resguardado por essas leis sábias e divinas, não pode ser impedido e, ninguém pode ser constrangido a fazer aquilo a que elas não obriguem.


VI


A lei dever ser a expressão da vontade geral; todas as Cidadãs e Cidadãos devem contribuir pessoalmente ou através de seus representantes; à sua formação: todas as cidadãs e todos os cidadãos, sendo iguais aos seus olhos, devem ser igualmente admissíveis a todas as dignidade, lugares e empregos públicos, segundo suas capacidades e sem outras distinções, a não ser aquelas decorrentes de suas virtudes e de seus talentos.


VII


Não cabe exceção a nenhuma mulher; ela será acusada, presa e detida nos casos determinados pela Lei. As mulheres obedecem tanto quanto os homens a esta lei rigorosa.


VIII


A lei não deve estabelecer senão apenas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido a não ser em virtude de uma lei estabelecida e promulgada anteriormente ao delito e legalmente aplicada as mulheres.


IX


Toda mulher, sendo declarada culpada, deve submeter-se ao rigor exercido pela lei.


X


Ninguém deve ser hostilizado por suas opiniões, mesmo as fundamentais; a mulher tem o direito de subir ao cadafalso; ela deve igualmente ter o direito de subir à Tribuna; contanto que suas manifestações não perturbem a ordem pública estabelecida pela Lei.


XI


A livre comunicacão dos pensamentos e das opiniões é um dos direitos os mais preciosos da mulher, pois esta liberdade assegura a legitimidade dos pais em relação aos filhos. Toda cidadã pode, portanto, dizer livremente, eu sou a mãe de uma criança que vos pertence, sem que um prejulgado bárbaro a force a dissular a verdade; cabe a ela responder pelo abuso a esta liberdade nos casos determinados pela Lei.


XII


A garantia dos Direitos da mulher e da cidadã necessita uma maior abrangência; esta garantia deve ser instituída para o benefício de todos e não para o interesse particular daquelas a que tal garantia é confiada.


XIII


Para a manutenção da força pública e para as despesas da administração, as contribuições da mulher e do homem são iguais; ela participa de todos os trabalhos enfadonhos, de todas as tarefas penosas; ela deve, portanto, ter a mesma participação na distribuição dos lugares, dos empregos, dos encargos, das dignidades e da indústria.


XIV


As Cidadãs e os Cidadãos têm o direito de contestar, por eles próprios e seus representantes, a necessidade da contribuição pública. As cidadãs podem aderir a isto através da admissão em uma divisão igual, não somente em relação à adiministração pública, e de determinar a quota, a repartição, a cobrança e a duração do imposto.


XV


A massa das mulheres integrada, pela contribuição, à massa dos homens, tem o direito de exigir a todo agente público prestação de contas de sua administração.


XVI


Toda sociedade, na qual a garantia dos direitos não e assegurada, nem a separação dos poderes determinada, não tem qualquer constituição; a constituição é nula, se a maioria dos indivíduos que compõ a Nação não cooperam à sua redação.


XVII


As propriedades pertecem a todos os sexos, reunidos ou separados; constituem para cada um, um direito inviolável e sagrado; ninguém disto pode ser privado, pois representa verdadeiro patrimônio da natureza, a não ser nos casos de necessidade pública, legalmente constatada, em que se exige uma justa e prévia indenização.


Conclusão


Mulher, desperta-te; a força da razão se faz escutar em todo o universo; reconhece teus direitos. O poderoso império da natureza não está mais envolto de preconceitos, de fanatismo, de supertisção e de mentiras. A bandeira da verdade dissipou todas as nuvens da tolice e da usurpação. O homem escravo multiplicou suas forças e teve necessidade de recorrer às tuas, para romper os seus ferros. Tornando-se livre, tornou-se injusto em relação a sua companheira.


Oh mulheres.

 
Glosando a Carta dos Direitos do Homem e do Cidadão, Olympe escreve, em 1791, uma Carta dos Direitos da Mulher e da Cidadã, na qual defende a igualdade entre homens e mulheres no domínio público e privado. A ousadia da francesa foi severamente punida: a 3 de Novembro de 1793, Olympe de Gouge é guilhotinada. A República proclamava a universalidade dos direitos mas não podia tolerar que as mulheres deles usufruíssem.

Le Monde Diplomatique, edicção portuguesa


publicado por codigo430 às 23:49
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008
As turmas do 10.º N, 9.º I e 8.º I
Do Curso Profissional Técnico de Comércio
E do Curso de Educação e Formação Assistente Administrativo
Em visita de estudo às Caves de Vinho do Porto e às empresas Milaneza e Unicer.


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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
Consumo responsável


publicado por codigo430 às 21:14
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Isabel Fevereiro sobre o ensino!
 


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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008
O desejo de participar
REUNIÃO DO GRUPO 430 COM A COORDENADORA DE DEPARTAMENTO
Aos catorze dias do mês de Fevereiro de dois mil e oito, pelas dezoito horas e trinta minutos, o Grupo 430 da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira reuniu na ala norte da Sala de Professores com a coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, tendo como ponto único da ordem de trabalhos: O Processo de Avaliação de Professores. [...]

Os professores do Grupo 430 começaram por solicitar à coordenadora o ponto da situação sobre o andamento do processo da Avaliação de Desempenho na Escola, isto é, o que é que já foi feito, ou está a ser feito; quem está envolvido e como?

A este primeiro conjunto de questões, a professora Olívia respondeu [...] mas logo que concluída será disponibilizada aos grupos para que se pronunciem e apresentem propostas de alterações a incorporar.

Face a esta resposta, os professores do grupo manifestaram a sua discordância pela metodologia seguida [...] por considerarem que desta forma se limita o envolvimento de todos os professores na discussão do  processo de construção das grelhas.

No entendimento do grupo, as propostas de grelhas deveriam partir de sugestões dos grupos e só depois em sede de Conselho Pedagógico, deveriam ser sintetizadas e harmonizadas ao nível de escola. Pensa o grupo que desta forma se envolveria mais os professores e se ganharia tempo e eficácia, contudo, admite o procedimento seguido [...].
Esta reunião realizou-se a pedido do Grupo de Economia e Contabilidade

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