Blogue de opinião e divulgação.

Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014
Milhões ou biliões? Uff, que confusão!

 

 
Como escrever: biliões ou milhares de milhões?

A escrita dos grandes números obedece às regras aprovadas na 9ª Conferência Geral dos Pesos e Medidas (CGPM), em 1948. Estas regras foram adoptadas oficialmente em Portugal, pelas Portarias nºs 14 608 e 17 052, respectivamente de 11 de Novembro de 1953 e 4 de Março de 1959.

Assim, definiu-se que os milhões, biliões, etc. são formados de acordo com a regra “N”1:

Deste modo, tem-se

1Nos EUA segue-se a regra “n-1”, originando sempre confusão na comunicação social, falado ou escrita, quando se refere “biliões” que na Europa são “milhares de milhões”
 
Mil milhões ou biliões? Veja a diferença...
A confusão é habitual e voltou esta semana à baila com a apresentação do plano de Obama: afinal, um "billion" americano é o mesmo que um "bilhão" no Brasil e que... "mil milhões" em Portugal. Veja aqui a escala.
Quando o Negócios publicou esta semana a notícia "Fundos para activos tóxicos podem chegar a dois biliões de dólares nos EUA", recebi e-mails de leitores duvidando ou mesmo desmentindo. Afinal, diziam, eram triliões, não biliões! Bastava ler nos jornais americanos que o plano envolvia "up to two trillion"...

Caros leitores, não há erro: tanto as notícias americanas (trillion) como a do Negócio(bilião) estão correctas. É que há duas escalas para números grandes, a chamada escala longa utilizada na maioria dos países europeus; e a curta,usada em países de língua inglesa, incluindo os Estados Unidos, mas também o Brasil.

Segundo o sítio Ciberdúvidas, "a regra de que um bilião é um milhão de milhões para Portugal foi estabelecida pela norma portuguesa NP-18, 1960. É também esta a prática em Espanha, Itália, França, Inglaterra, Alemanha, etc." O mesmo sítio esclarece que "só até ao milhão é que a terminologia é a mesma na Europa e nos EUA".Depois, muda, conforme a tabela de cima.

O problema coloca-se sobretudo no mundo financeiro, em que a linguagem (e também a métrica) anglosaxónica é muito usada.

Já agora, há outra diferença: no nosso sistema de numeração, separamos os milhares por espaços, quando nos Estados Unidos é por vírgulas. Cá, a vírgula só serve para separar os números inteiros dos números decimais. Exemplo: "a empresa X facturou 1 200 milhões, uma subida de 12,5%".

Números são números, palavras são... palavras.
 
 


publicado por codigo430 às 00:00
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Diminuí drasticamente a taxa de natalidade em Portugal
 


publicado por codigo430 às 11:57
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Aumenta a pobreza infantil em Portugal
 


publicado por codigo430 às 11:55
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Domingo, 25 de Outubro de 2009
Portugal é o país mais desigual da Europa e o quinto no mundo

 

O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal é de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta).

 

O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.

Ver: resistir.info e Yahoo Finance
 
Ler artigo de Eugénio Rosa
Portugal confirma-se como um país de enorme desigualdade. Agora é a OCDE a dizê-lo.
 


publicado por codigo430 às 21:44
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Domingo, 18 de Outubro de 2009
Mais de 100 licenciados deixam o país todos os meses
17-10-2009 por Isabel LeiriaFonte: Expresso
Emigração Falta de saídas profissionais motiva a fuga de milhares de jovens qualificados. Lá fora sentem-se valorizados e não querem voltar tão cedo

Mais de 100 licenciados deixam o país todos os meses

Portugal está no top da fuga de cérebros
Textos ISABEL LEIRIA e JOANA PEREIRA BASTOS

[...] Como Ana Cristina, mais de 100 licenciados abandonam Portugal todos os meses em busca de um emprego à altura das suas habilitações e de um salário condigno. O número peca por defeito, admite o próprio presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), já que os dados só contabilizam quem estava registado nos centros de emprego e comunicou que ia partir. Milhares de outros tomam a mesma decisão sem avisar.

 

No início da década, eram já 146 mil os licenciados portugueses que tinham emigrado, segundo os últimos números do Banco Mundial. Portugal é, aliás, o terceiro país da OCDE mais afectado pela "fuga de cérebros", ou seja com maior percentagem da sua população qualificada a viver no estrangeiro (quase 15%), apenas atrás da Irlanda e da Nova Zelândia.

 

[...]

 

A fuga não deverá parar. Por falta de perspectivas em Portugal, entre os quase 49 mil diplomados inscritos nos centros de emprego, 7500 já manifestaram a intenção de partir. Os que já foram não fazem planos de regressar tão cedo. Apesar das saudades "dos cafés decentes, dos tremoços, do sol, do cheiro a maresia e dos amigos e familiares" que não puderam levar na bagagem.

 

 

 

Portugal está a empenhar o seu futuro.  O nosso país, tal como funciona, está bom para as grandes fortunas,  mas para todos os outros portugueses nem por isso, sobram as dificuldades e o futuro é-lhes negado.  Muitos, os mais jovens e também muitos altamente qualificados, partem! Com eles, levam uma boa parte do presente e do futuro do país!

 

Porquê?

 

A emigração alimenta-se do subdesenvolvimento. E aqueles que são senhores, no Portugal relativamente atrasado, interessa-lhes manter a emigração para que a situação interna não se altere  por aí além  de modo a que o seu domínio se mantenha.

 


 



publicado por codigo430 às 00:41
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Já começou a corrida à compra de livros e material para o ano escolar

 

 Os que dizem que a economia está a recuperar não se devem estar a referir às dificuldades das famílias.

 


publicado por codigo430 às 12:53
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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
Que desenvolvimento?

 

Crece el numero de jubilados pobres en europa
Londres, 27 de julio (Télam).- Un tercio de los jubilados británicos enfrenta la pobreza, el mismo nivel que Lituania y otros países de Europa del Este, según un informe de la Unión Europea (UE).
Además, destacó que la pobreza de los jubilados británicos es un tercio superior al promedio europeo, consignó la agencia de noticias Ansa.
artigo completo
Perante esta realidade surge a pergunta: É civilizada a sociedade que condena à pobreza uma boa parte dos seus cidadãos mais idosos?
 


publicado por codigo430 às 00:00
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
Governo e Oposição na AR

 

O PSD aprovou 62% dos diplomas do Governo e do PS.
O CDS-PP aprovou 52% dos diplomas do Governo e do PS
O BE votou contra 42% das leis aprovadas.
O PCP votou contra 45% das leis aprovadas.
 
Fonte: JN de 24 de Julho. Não se referem dados relativos ao partido Os Verdes.
 


publicado por codigo430 às 13:36
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
A Educação e os seus ministros
,
Ministros da Educação dos Governos constitucionais por ordem descendente, de 2009 a 1976!
A propósito da afirmação de Galbraith: Nothing is so admirable in politics as a short memory!!
Partido Ministro(a)
PS MARIA DE LURDES RODRIGUES
PSD/CDS MARIA DO CARMO SEABRA
 PSD/CDS  DAVID JUSTINO
PS JÚLIO PEDROSA
 PS  EDUARDO MARÇAL GRILO
PSD MANUELA FERREIRA LEITE
PSD ROBERTO CARNEIRO
PSD JOÃO DE DEUS PINHEIRO
PS/PSD JOÃO DE DEUS PINHEIRO
PSD/CDS JOÃO FRAÚSTO DA SILVA
PSD/CDS VITOR PEREIRA CRESPO
PSD/CDS VÍTOR PEREIRA CRESPO
IP LUÍS VEIGA DA CUNHA
PSD LUÍS VALENTE DE OLIVEIRA
IP CARLOS LLOYD BRAGA
PS MÁRIO SOTTOMAYOR CARDIA
PS MÁRIO SOTTOMAYOR CARDIA
  
IP - Iniciativa presidencial. Poderá faltar um ou outro ministro que tenha tomado posse em resultado de remodelação ministirial, mantendo, no entanto, a mesma cor partidária.
 

A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo.

 

Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar.

 

É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza.

AS FARPAS

RAMALHO ORTIGÃO—EÇA DE QUEIROZ
 


publicado por codigo430 às 13:29
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Population 2007

 

Ranking

Economy

(thousands)

1

China

1,319,983

2

India

1,123,319

3

United States

301,621

4

Indonesia

225,630

5

Brazil

191,601

6

Pakistan

162,389

7

Bangladesh

158,572

8

Nigeria

147,983

9

Russian Federation

141,636

10

Japan

127,771

11

Mexico

105,281

12

Philippines

87,892

13

Vietnam

85,140

14

Germany

82,268

15

Ethiopia

79,087

16

Egypt, Arab Rep.

75,467

17

Turkey

73,888

18

Iran, Islamic Rep.

71,021

19

Thailand

63,832

20

Congo, Dem. Rep.

62,399

21

France

61,707 a

22

United Kingdom

61,034

23

Italy

59,375

24

Myanmar

48,783

BM
 


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Gross domestic product 2007, PPP

 

 

 

(millions of

Ranking

Economy

international dollars)

1

United States

13,811,200

2

China

7,055,079

3

Japan

4,283,529

4

India

3,092,126

5

Germany

2,727,514

6

Russian Federation

2,088,207

7

France

2,061,884

8

United Kingdom

2,046,780

9

Brazil

1,833,601

10

Italy

1,777,353

11

Spain

1,405,262

12

Mexico

1,345,530

13

Korea, Rep.

1,199,270

14

Canada

1,178,205

15

Turkey

922,189

16

Indonesia

841,140

17

Iran, Islamic Rep.

776,538

18

Australia

733,120

44

Portugal

230,776

BM
 


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Gross domestic product 2007

 

 

 

(millions of

Ranking

Economy

US dollars)

1

United States

13,811,200

2

Japan

4,376,705

3

Germany

3,297,233

4

China

3,280,053

5

United Kingdom

2,727,806

6

France

2,562,288 a

7

Italy

2,107,481

8

Spain

1,429,226

9

Canada

1,326,376

10

Brazil

1,314,170

11

Russian Federation

1,291,011

12

India

1,170,968

13

Korea, Rep.

969,795

14

Mexico

893,364

15

Australia

821,716

16

Netherlands

754,203

17

Turkey

657,091

18

Belgium

448,560

19

Sweden

444,443

20

Indonesia

432,817

21

Poland

420,321

22

Switzerland

415,516

23

Norway

381,951

24

Saudi Arabia

381,683

25

Austria

377,028

26

Greece

360,031

27

Denmark

308,093

28

South Africa

277,581

29

Iran, Islamic Rep.

270,937

30

Argentina

262,331

31

Ireland

254,970

32

Finland

246,020

33

Thailand

245,818

34

Venezuela, RB

228,071

35

Portugal

220,241

Banco Mundial
 


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Gross national income 2007, Atlas method

 

 

 

(millions of

Ranking

Economy

US dollars)

1

United States

13,886,472

2

Japan

4,813,341

3

Germany

3,197,029

4

China

3,120,891

5

United Kingdom

2,608,513

6

France

2,447,090 a

7

Italy

1,991,284

8

Spain

1,321,756

9

Canada

1,300,025

10

Brazil

1,133,030

11

Russian Federation

1,070,999

12

India

1,069,427

13

Korea, Rep.

955,802

14

Mexico

878,020

15

Australia

755,795

16

Netherlands

750,526

17

Turkey

592,850

18

Switzerland

452,121

19

Belgium

432,540

20

Sweden

421,342

21

Poland

374,633

22

Saudi Arabia

373,490

23

Indonesia

373,125

24

Norway

360,036

25

Austria

355,088

26

Greece

331,658

27

Denmark

299,804

28

South Africa

274,009

29

Iran, Islamic Rep.

246,544

30

Argentina

238,853

31

Finland

234,833

32

Hong Kong, China

218,910

33

Thailand

217,348

34

Ireland

210,168

35

Venezuela, RB

201,146

36

Portugal

201,079

37

Malaysia

173,705

Banco Mundial
 


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Sábado, 18 de Abril de 2009
El huevo de Pascua y los economistas matemáticos

 

Hace ya mucho tiempo leí una frase de Wilhelm Röpke (1899-1966), un economista alemán de principios de siglo XX, sobre los economistas matemáticos que se me quedó grabada: "son -decía- como esos niños centroeuropeos que en Pascua esconden el huevo y cuando lo encuentran en donde ellos mismos lo habían puesto gritan alborozados, ¡qué bien!, ¡lo encontramos!, ¡por fin lo hemos encontrado!".


He leído muchas críticas sobre el uso de las matemáticas que a la postre solo termina por ocultar el alma social de la economía y por contribuir solamente a que ésta se despreocupe de los problemas reales de los seres humanos, pero esta de Röpke me resulta especialmente expresiva.


¡Y es la que mejor viene a cuento hoy Domingo de Pascual!


La fatalidad de las matemáticas aplicadas a la economía es que, en la mayoría de las ocasiones, no se han utilizado ni se utilizan para avanzar en el conocimiento sino para ocultarlo y que no han servido para abrir nuevas vías para la satisfacción de las necesidades humanas sino para justificar ideológicamente un sistema social  y económico que la frustra tan generalizadamente.


La mejor prueba de ello es que no se usan las matemáticas que mejor pueden aplicarse a la resolución con realismo de los problemas económicos sino las que procuran mayor abstracción y lejanía de las condiciones en las que realmente nos desenvolvemos los seres humanos. De hecho, cuando se han utilizado para poner en cuestión los modelos ortodoxos y para demostrar la falacia de las construcciones teóricas que le sirven de sustento se han dado de lado.


El otro día traía a colación en esta web a Nicholas Georgescu-Roegen (1906-1994), uno los economistas con mejor base matemática del siglo XX (por no decir el que más). Cuando escribía textos más o menos asimilables por la economía ortodoxa era puesto de ejemplo y envidiado ("el erudito entre los eruditos, el economista entre los economistas", dijo de él Paul Samuelson) pero cuando empezó a demostrar que la econometría al uso era una burla, que el modelo de competencia perfecta patinaba por todas sus esquinas, que la contabilidad de los recursos a partir de la cual se construía la macroeconomía convencional era una fraude intelectual que dejaba fuera aspectos esenciales de la vida económica, o que la propia base epistemológica de la llamada "ciencia" económica carecía de consistencia teórica... entonces, se le marginó y se dejó de leer. La academia sencillamente lo invisibilizó como hace con todo lo que demuestra sus falacias y las mentiras con la que cubre su aparente cientificidad.


El caso de Georgescu-Roegen es una buena muestra de que las matemáticas son extraordinariamente útiles pero, al mismo tiempo, que no son ni pueden ser la única forma de expresar el razonamiento económico. Y con la invisibilización de este gran economista matemático lo que se demuestra al mismo tiempo es que lo que la academia busca no es el uso de los mejores instrumentos para conocer la realidad de las cosas sino los que les interesan para sus propósitos ideológicos.


Las matemáticas son hoy día seguramente imprescindibles para la investigación, y lo han sido siempre. Pero no es necesario, por ejemplo, que cualquier hecho económico tenga que ser expresado matemáticamente para ser revelado. Al revés, me atrevería a decir que todo fenómeno económico puede ser explicado intuitivamente a cualquier persona que carezca de conocimientos matemáticos y que, además, es eso justamente lo que posiblemente debería hacerse por parte de los economistas para procurar que los ciudadanos conocieran de primera lo que les interesa de la realidad económica. Pero se usan las matemáticas para lo contrario, para velar en lugar de para descubrir,  para oscurecer en lugar de para iluminar. Y en la investigación, para desorientar en lugar de para conducir los razonamientos hacia horizontes más útiles.


La mayoría de los economistas matemáticos se dedican solamente a demostrar de la manera más sofisticada posible lo que es evidente. Es decir, convierten a las matemáticas en un objetivo en sí mismo en lugar de utilizarlas como un instrumento para descubrir la verdad.


Mi manual de Economía Política (Pirámide 2005) lo termino con una cita de Wassily Leontieff (1905-1999), otro gran economista matemático pero igualmente crítico con este tipo de uso de las matemáticas por los economistas que es tan demoledora como la de Röpke que comentaba al principio: «páginas y páginas de las revistas profesionales de economía se llenan con fórmulas matemáticas que conducen al lector desde conjuntos de suposiciones enteramente arbitrarias, aunque más o menos plausibles, a conclusiones teóricamente irrelevantes, aunque perfectamente deducidas".


Lo escribió hace más de veinte años pero sigue siendo completamente vigente. Mucho más vigente todavía si se tiene en cuenta que los desastres financieros que estamos viviendo han podido ocurrir precisamente porque un buen número de economistas se han creído a pies juntillas las auténticas tonterías económicas que han servido de base a los modelos utilizados para justificar la plena libertad de los capitales, la desregulación y la asunción sin límite de riesgos financieros solo por el hecho de que venía revestidas de enrevesadas formulaciones matemáticas.


Y lo malo no es que se lo creyeran sino que, por lo que estamos viendo, ni siquiera reaccionan. En las facultades siguen explicando lo mismo y los popes de la academia siguen repitiendo el mismo rosario de siempre con los mismos argumentos que no saben dejar de repetir.

Juan Torres López
 


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Domingo, 15 de Março de 2009
China teme por su inversión en EE.UU.

 

El primer ministro de China, Wen Jiabao, expresó su preocupación por la enorme inversión que su país ha hecho en Estados Unidos en bonos del tesoro y otros títulos de deuda.

China -que ha invertido de forma masiva en todo tipo de bonos- le pidió a ese país que mantenga su credibilidad como nación.

 

"Nosotros hemos otorgado una inmensa cantidad de préstamos a Estados Unidos. Claro que estamos alertas sobre la seguridad de nuestros activos. Para serles sinceros, estoy un poco preocupado", dijo Wen durante una conferencia de prensa que se llevó a cabo al final de la sesión anual del Parlamento, considerado el principal evento político del año.

 

Según Mark Gregory, reportero económico de la BBC, en la actualidad China posee un billón (un millón de millones) de dólares en bonos del tesoro y otros títulos de deuda de Estados Unidos

 

En 2008, China se convirtió en el principal acreedor de bonos del Tesoro de Estados Unidos, por encima de Japón. A septiembre de ese año, esa deuda en bonos ascendía a US$585.000 millones.

 

Según Marcelo Justo, analista de la BBC, además de ser el principal acreedor de Estados Unidos, "China es el primer país que insinúa un desenlace brutal de la actual crisis: es decir, la posibilidad de que el primer deudor planetario, Estados Unidos, entre en default o cesación de pagos."

 

El monto total de la deuda estadounidense, a principios de marzo de 2009, era de US$10.942.165.294.650,89 (es decir, casi once millones de millones de dólares).

BBC
Com toda a "preocupação" e diplomacia, mas o que a China lá vai dizendo é que os EUA é que são os devedores...
 


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Quinta-feira, 5 de Março de 2009
A China vai começar a vender dólares das suas reservas monetárias.

 

The country has about $1.95 trillion in foreign exchange reserves, the world's largest.

 

The government will use its abundant foreign exchange reserves to boost imports and domestic demand as part of its efforts to check the economic slowdown caused by the global financial crisis.

 

Addressing a press conference yesterday, Fang Shangpu, deputy director of the State Administration of Foreign Exchange (SAFE), said the administration would introduce more measures to support Chinese firms to expand overseas, too.

 

But the government is determined to keep the yuan's rate "generally stable", another SAFE official said.

 

Fang's remarks confirm what Premier Wen Jiabao told the World Economic Forum in Davos last month - that China could use its foreign exchange reserves to boost the domestic market.

 

 

As a step toward that, the government will send a business delegation to four European countries later this month with purchase orders worth 15 billion yuan ($2.2 billion) for technologies, equipment and other goods.

Continuar a ler
As compras chinesas podem ser uma boa notícia para a periclitante economia europeia e mundial!

Em contrapartida, poderá acarretar reflexos negativos para o dólar, como alguns receiam.

 

A ver vamos como se desenrolarão os acontecimentos neste mar revolto de contradições.

 E a China saiu às compras
Aqui na Suiça.
Aqui na Inglaterra. A visiting Chinese business delegation sealed deals amounting to $2 billion with British firms in London...
Ninguém imaginaria uma coisa destas apenas há uns anos atrás. A China a fazer de salva-vidas da economia europeia.
Mas a questão que para aqui interessa é saber se será suficiente?
 


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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
Rendimento médio mais longe da média europeia desde que Sócrates tomou posse

 

Numa análise à evolução dos principais indicadores económicos em Portugal e no resto da Europa desde que o executivo de José Sócrates tomou posse, conclui-se que o rendimento médio de cada português está actualmente mais longe da média europeia do que em 2005.
 
A tendência vinha desde 1999 mas agravou-se no último ano com uma descida recorde no Produto Interno Bruto (PIB) per capita de 2,5 pontos percentuais face à média da União Europeia.

 

Dados provisórios do Eurostat apontam para um crescimento do PIB em 2008 que fica 0,9 pontos percentuais abaixo da média comunitária, o que constitui uma diferença mínima face à evolução de 2004.

 

No que se refere ao trabalho, José Sócrates herdou o país com um desemprego abaixo da média europeia, que foi entretanto ultrapassada. Segundo o gabinete estatístico da Comissão Europeia, Portugal apresenta actualmente uma taxa de desemprego que fica 0,7 pontos percentuais acima da média dos 27.

 

Pela positiva, a produtividade de cada português aumentou 2,0 pontos percentuais desde 2004, mas continua longe da média comunitária.

tsf, 20/02/09


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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009
INE: Carga fiscal aumentou em 2007 para máximos de 13 anos

 

A carga fiscal dos portugueses aumentou em 2007 pelo terceiro ano consecutivo, encontrando-se em máximos de pelo menos 13 anos, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.

 

Os dados do Anuário Estatístico de 2007 mostram que no ano passado a carga fiscal (valor dos impostos e contribuições sociais sobre a riqueza produzida) estava nos 37,5 por cento, mais 0,7 pontos percentuais do que em 2006.

 

«Este aumento da carga fiscal insere-se numa tendência que se verifica desde 1996», refere o INE, acrescentando que esta tendência foi interrompida em 2001 e em 2004.

 

O valor de 2007 é o mais alto da série disponibilizada no Anuário entre 1995 e 2007, ou seja o máximo em pelo menos 13 anos.

 

Nesse período, a carga fiscal portuguesa agravou-se em 5,6 pontos percentuais.

 

As contribuições sociais foram aquelas que viram o seu peso no Produto Interno Bruto (PIB) subir mais (2,2 pontos percentuais, para 12,7 por cento), entre 1995 e 2007, mas o peso dos impostos sobre a produção e importação e dos impostos sobre o rendimento e património também aumentaram a sua importância da riqueza produzida, para 15 e 9,8 por cento, respectivamente.

 

Os dados mostram ainda que a estrutura produtiva portuguesa em 2006 continuou dominada das pequenas e médias empresas, com as empresas com menos de 10 pessoas a representarem 95 por cento do total das empresas.

 

Cerca de 68 por cento do emprego assalariado gerado no período de 1996 a 2006, é atribuído às empresas com menos de 50 pessoas ao serviço, 60 por cento do qual em microempresas, segundo o INE.

Diário Digital / Lusa


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Domingo, 30 de Novembro de 2008
Como evoluiu a economia em 4 anos?

 

 
 
 
 
 
Se quiser escrever ao autor


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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008
Emprego Público

 

 
 Fonte: INA
 Em Portugal a percentagem do emprego público é de 13,4%


publicado por codigo430 às 16:24
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