Blogue de opinião e divulgação.

Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Os professores devem reforçar a sua posição negocial

 

 
 
 

O Governo diz que quer negociar! Óptimo, sempre foi esse o desejo dos professores. Mas quem negoceia deve procurar fazê-lo na posição mais forte possível. E, para isso, os docentes devem saber manter a sua unidade, determinação e disposição de mobilização.

 

É isto o que poderá fazer pender a balança para as suas posições, que são aquelas que melhor correspondem ao interesse do bom ensino.

 

Em negociação é também importante saber avaliar os outros negociadores. A este respeito não pode haver dúvidas. O Governo está numa posição de fraqueza e de isolamento, seja no país, seja no plano político com todos os partidos da oposição a criticarem a política governamental.

 

E não se pode esquecer que a situação de debilidade actual do Governo se deve em bom parte à extraordinária mobilização dos docentes em greves e manifestações históricas.

 

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
A minha posição é a de Tomé!

 

 Com o entendimento de que este tempo não é de esperar, mas sim de exigir e actuar.
 


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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Até quando e em nome de quê, ou de quem?!

 

Rankings de escolas: e assim se promove o ensino privado...

No dia em que são divulgados mais uns rankings de escolas, a FENPROF reafirma a sua forte contestação à elaboração destas listas, que considera redutoras, injustas e perversas. A FENPROF repudia ainda a forma despudorada como por esta via se procura promover o ensino privado, colocando em causa, irresponsavelmente, o muito e bom trabalho que se faz na escola pública.

 

É inaceitável falar das "melhores" e das "piores" escolas, tendo apenas em conta os resultados dos alunos em exames nacionais. Não é possível avaliar uma escola a partir de uma única variável - ignorando o contexto em que se insere, os alunos que a frequentam, os recursos de que dispõe e os projectos que realiza. Também não é legítimo comparar escolas cujas realidades educativas são diferentes - escolas privadas que seleccionam criteriosamente os seus alunos (alunos esses que pretendem, na sua quase totalidade, prosseguir estudos e estão por isso altamente motivados para obter bons resultados) com escolas públicas, frequentadas por grupos heterogéneos de alunos, com diversas condições sócio-económicas e culturais e com motivações muito diferentes.

 

A FENPROF lamenta ainda que os rankings de escolas tenham sido introduzidos em Portugal numa altura em que outros países desistiam deles, por considerarem os seus efeitos negativos para o sistema de ensino. No Reino Unido, por exemplo, esta prática foi abandonada na Escócia, no País de Gales e na Irlanda do Norte, subsistindo apenas em Inglaterra, onde, neste preciso momento, decorre uma forte campanha contra a sua manutenção. Nesta campanha estão envolvidas várias entidades, nomeadamente os sindicatos dos professores e os directores das escolas. Recorda-se que na República da Irlanda foi o Supremo Tribunal que não permitiu a divulgação destes dados, por a considerar contrária ao interesse nacional.

 

Por cá, vamos assistindo, ano após ano, a este simulacro de avaliação das escolas, num jogo com regras viciadas, em que a principal mensagem veiculada é que em Portugal as melhores escolas são as privadas. Assim se põe levianamente em causa todo o trabalho que professores e alunos desenvolvem quotidianamente na escola pública.

 

Até quando e em nome de quê, ou de quem?!

 

O Secretariado Nacional da FENPROF
13/10/2009

 

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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
No Dia Mundial do Professor, Fenprof exige suspensão do modelo de avaliação

 

 


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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
7 de Setembro: na rua contra a precariedade e o desemprego

 

 

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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Carta reivindicativa da Fenprof

 

 
 


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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Acesso a professor-titular: ME prepara-se para enganar os professores!

 

Os directores dos centros de formação das associações de escolas estão a convocar os directores de escolas, constando, na Ordem de Trabalhos das reuniões, o ponto "constituição do júri da prova pública de admissão ao concurso de professor titular".

 

Este ponto é, no mínimo, estranho, na medida em que, de acordo com o próprio ME -  e ao contrário do que antes tinha divulgado - não terá lugar qualquer concurso extraordinário e o concurso "normal", que se encontra previsto na legislação em vigor, já não se realizará na presente Legislatura.

Estranhou-se, por essa razão, não só a pressa em regulamentar a prova de acesso, como a constituição deste júris.

 

Sabe-se, agora, o que pretende o Ministério da Educação: com a proximidade das eleições legislativas, há que enganar os professores, criando-lhes falsas expectativas quanto à possibilidade de progredirem na carreira, designadamente através do acesso a professor-titular.

 

Efectivamente, os responsáveis do Ministério da Educação preparam-se para, apressadamente, regulamentarem a prova de acesso a professor-titular, pois essa será a forma de, por um lado, criarem uma grande expectativa em milhares de docentes que, encontrando-se a meio da carreira, ficaram impedidos de progredir; por outro, será absolutamente inócua, para o ME e para os professores, a realização desta prova, pois não terá qualquer efeito prático. Isto porque:

 

1.º- Para ter acesso a professor-titular é necessário que o Ministério das Finanças autorize a abertura de concurso, sabendo-se, já, que este não se realizará na presente Legislatura;

 

2.º- Para poder progredir até aos escalões de topo da categoria de professor (6.º e 7.º escalões) não basta que os docentes tenham realizado a prova com sucesso, é preciso que tenham sido candidatos ao concurso e não tenham obtido vaga.

 

Portanto, sem a realização do concurso � que, já se sabe, não terá lugar � podem ter lugar todas as provas de acesso que ninguém acederá à categoria de professor-titular.

 

Estamos, pois, perante mais uma manobra de um Ministério que não tendo nada de bom para os professores, procura criar-lhes falsas expectativas que apenas desencadearão novas frustrações, para além de confirmarem um profundo desrespeito pelos professores.

 

Relativamente à divisão da carreira em categorias hierarquizadas, os professores e educadores sabem o que pretendem do Governo (já não deste, que está de saída, mas do próximo): a sua eliminação, sendo essa uma das primeiras reivindicações a apresentar aos futuros governantes.

 

Com a pressa colocada na organização e realização desta prova, a actual equipa ministerial pretende, ainda, colocar o próximo Governo perante um facto (quase) consumado e uma realidade que, todavia, é contornável: a fractura da carreira docente e a consequente categorização dos professores e educadores. Os professores já provaram, várias vezes, que rejeitam esta divisão e saberão lutar contra ela, não esquecendo que, com excepção do PS, já todos os partidos políticos se comprometeram com a sua anulação.

Fenprof
 

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
16 de Julho: nova mudança de local de concentração

 

Há dois dias mudaram o local da reunião. Hoje (dia 14) voltaram a mudar o local da reunião. Muda, por conseguinte, o local da nossa concentração. A reunião vai agora ser nas instalações da DGRHE, na Avenida 24 de Julho, à mesma hora (14h 30). A concentração dos professores e educadores não colocados neste concurso passa então para esse mesmo local.

 

Não há que enganar - A concentração passa para a Avenida 24 de Julho, no cruzamento com a Avenida Infante Santo, à mesma hora - 14h 30, e no mesmo dia - 16 de Julho (quinta feira).

 

Vamos lá estar a mostrar a nossa indignação com os resultados deste concurso e a exigir que já no próximo ano haja novo concurso - e não só daqui a 4 anos. E, novamente, a exigir respeito pelos professores e pela Educação! Contamos contigo!

Fenprof
 

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Concentração de professores e educadores não colocados dia 16 de Julho

 

O Ministério da Educação alterou a hora e o local da reunião marcada para o dia 16. Passou para o Conselho Nacional da Educação e para as 14h 30. É ai que os professores e educadores descontentes com o que resultou em termos de colocações e com a descarada opção pela precariedade se devem concentrar.

 

O Conselho Nacional de Educação fica na Rua Florbela Espanca, no Bairro dos Coruchéus, em Alvalade (Lisboa). Encontramo-nos lá!

Fenprof
 

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
FENPROF reclama novo concurso de professores

 

 

A Federação Nacional dos Professores acusa o Ministério da Educação de mentir e de manipular os números. Garante que o Governo está deliberadamente a agravar a instabilidade e o desemprego entre os docentes.

2009-07-07 21:12:28
 


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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Confirmam-se resultados que são dos piores de sempre: mais de 99% dos candidatos não entrou nos Quadros!

 

Numa profunda e inaceitável manifestação de desrespeito pelos professores, o Ministério da Educação, em vez de tornar públicas as listas de colocação dos docentes, para 2009/2010, decidiu, antes, manipular os números para fazer crer o que não é verdade, pois a verdade, usando os números que o ME hoje mesmo tornou públicos, é que:

- 99% dos docentes que concorreram para ingressar em quadro não o conseguiram (apenas entraram 417 dos cerca de 50.000 candidatos que apresentaram 65.464 candidaturas - menos de 1%);

- 11.836 docentes que já pertencem aos quadros (40,9% do total de docentes dos QZP) não obtiveram colocação no novo quadro criado (Quadro de Agrupamento).
Texto completo
 


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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Resultados eleitorais castigam má política e arrogância do Governo

 

1. Nestas eleições, mais do que considerarem as questões comunitárias, de que os portugueses parecem alhear-se, os eleitores optaram por manifestar o seu protesto face às políticas que têm sido desenvolvidas pelo Governo, grande parte não participando no acto eleitoral e, dos que participaram, penalizando fortemente o partido do Governo, sendo esta, para a FENPROF, a forma correcta de protestar e, simultaneamente, exigir mudanças;
2. Foi nesse quadro que o PS apenas obteve 26,6% da votação, perdendo mais de meio milhão de votos;
5. Na Educação, foi duríssimo o ataque desferido contra os professores que, dada a sua natureza, pôs em causa a própria organização e qualidade da Escola Pública, para além de muitas outras medidas que contra ela atentaram, não a valorizando. Vários governantes, com destaque para a equipa do Ministério da Educação, desrespeitaram continuadamente e injuriaram, publicamente, os professores, agravaram as suas condições de trabalho, impuseram um estatuto de carreira que não dignifica, antes desvaloriza, a profissão docente, precarizaram ainda mais as condições de exercício profissional, fizeram aumentar o desemprego e introduziram novos e ainda mais preocupantes focos de instabilidade nas escolas;
7. Afirmou o Primeiro-Ministro, na noite eleitoral, que se iriam manter as políticas que têm sido tão contestadas pelos portugueses; se isso acontecer, com o Governo de Sócrates a insistir nas mesmas medidas e a desvalorizar o diálogo, a negociação e os Sindicatos, os professores e educadores manter-se-ão firmes na primeira linha do protesto e da contestação pública às suas políticas.
Ler artigo completo                                  O Secretariado Nacional da FENPROF
 

Nota do Lux Ad Lucem: Quem se abstém também pode estar  a exigir mudanças. 

 

O que não indica claramente é que mudança tem em mente.

 

E, ao contrário, quem vota pode julgar que o está a fazer para mudar, para melhorar, quando, de facto, poderá estar a dar o seu apoio a partidos que o vão enganar e tudo piorar.

 

Quem, nas últimas legislativas, votou neste PS de José Sócrates deve conhecer bem essa amarga experiência.

 

É uma lição da vida que todos têm interesse em ter bem presente.

 


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Sábado, 16 de Maio de 2009
M.E./Governo recua na alteração do regime de vínculo dos docentes

 

O Governo, através da sua maioria absoluta, impôs a alteração do regime de vínculo dos trabalhadores da Administração Pública, com a aprovação da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, fazendo transitar, por decisão unilateral, o regime de nomeação para o de contrato de trabalho para funções públicas.

 

Esta alteração profunda da natureza do vínculo mereceu a mais forte contestação da FENPROF, como de todos os Sindicatos que integram a Frente Comum de Sindicatos, mesmo depois do acordo estabelecido entre o Governo e a FESAP/UGT.

 

Nunca a luta contra esta alteração foi aligeirada, tanto no plano sindical (manifestações, abaixo-assinado, recurso à greve�), como político (neste caso, conseguindo que, por iniciativa do grupo parlamentar do PCP, com o apoio de deputados de outras bancadas, tivesse sido requerida a fiscalização sucessiva e abstracta de constitucionalidade) e jurídico.

 

Todavia, dando cumprimento ao artigo 109.º da referida lei, foi aumentando o número de escolas que, através de notificação individual ou pela afixação de listas nominativas, informou os docentes da alteração do regime de vínculo a que estavam sujeitos.

A FENPROF contestou essa informação e, naturalmente, a alteração em causa, junto do Ministério da Educação, em reuniões já realizadas em 2009, tendo sido informada de que as escolas apenas davam cumprimento ao estabelecido na nova lei que entrara em vigor em 1 de Janeiro do corrente ano. Face a esta posição ministerial, a FENPROF desencadeou um amplo movimento junto dos professores no sentido de contestarem juridicamente a alteração, o que mereceu a rápida adesão dos docentes que, para o efeito, utilizaram as minutas amplamente divulgadas nas escolas.

 

Na sequência deste protesto e desta luta, desenvolvida, agora, nos planos político-sindical e jurídico, o ME informou as escolas de que não deveriam continuar a publicar tais listas e que as já divulgadas teriam de ser recolhidas.

 

Conclui-se, daqui, que vale sempre a pena lutar e que a luta dos professores continua, de facto, a dar resultados que são muito importantes, pois, como acontece neste caso, vão no sentido de evitar a criação de novos e ainda mais graves focos de instabilidade e precariedade no exercício da profissão docente.

 

Há que continuar atento para evitar que o Governo (este ou futuros) tente, de novo, impor esta medida, sendo necessário manter a luta e a pressão sobre o Governo para que se obtenham outros resultados, designadamente nos âmbitos da carreira, incluindo a avaliação de desempenho, da gestão escolar ou dos concursos, com a salvaguarda da estabilidade e do emprego docente.

 

Nesse sentido, e com o resultado agora obtido, ganha ainda maior significado a presença dos professores na rua no próximo dia 30 de Maio. A luta dos professores e educadores vai manter-se e a Manifestação Nacional de 30 de Maio, promovida pela Plataforma Sindical dos Professores, será um dos momentos mais importantes dessa mesma luta.

 

O Secretariado Nacional

 

Conselhos Executivos instados a corrigir actos ilegais!

Numa informação enviada pela Direcção Regional de Educação do Centro para os órgãos de gestão das escolas/agrupamentos é dada a orientação de que devem ser suspensos todos os procedimentos que tenham transformado nomeações definitivas em contratos de trabalho por tempo indeterminado, os quais foram ou poderiam vir a ser publicitados e afixados nas salas de professores.

O SPRC/FENPROF sempre considerou este procedimento ilegal e declarou guerra jurídica e judicial a estes actos precipitados e ilegais de muitos conselhos executivos, induzidos em erro pela administração educativa. Nesse sentido, o gabinete jurídico do SPRC elaborou uma minuta de requerimento de correcção da ilegalidade, profusamente divulgada, a qual foi interposta por muitos docentes da região.

Este procedimento de algumas escolas incorria em ilegalidade por dois motivos principais:

(1) o facto de existir um diploma regulamentador da função docente que prevalece sobre a norma geral contida no novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas — o Estatuto da Carreira Docente;

(2) o facto de esta matéria estar sob suspeita de ser inconstitucional, tendo merecido, por iniciativa do grupo parlamentar PCP, a que se juntaram PEV, BE, e deputados do grupo parlamentar do PSD, bem como de uma deputada sem grupo parlamentar, um pedido de verificação dessa mesma inconstitucionalidade.

Esta matéria é, aliás, alvo de forte contestação pelos docentes portugueses e motivo de preocupação quanto ao que reservará o futuro neste ou num quadro político semelhante.

O SPRC congratula-se com o resultado de uma forte acção desenvolvida nos locais de trabalho e de pressão sobre o ME e a DREC, para que parassem todos os actos administrativos ilegais e corrigidos os já verificados.

VALE A PENA LUTAR!

Informação do SPRC
 

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Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Resposta do ME sobre a não entrega de objectivos individuais não passa de um conjunto de equívocos

 

Relativamente às dúvidas suscitadas em relação às consequências da não entrega de Objectivos Individuais pelos docentes, no âmbito da avaliação do desempenho, a resposta do Ministério da Educação ao Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares e, por esta via, à Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República não consegue sair da vulgaridade de outras respostas já antes divulgadas pela DGRHE/ME junto das escolas e assenta num conjunto de equívocos, que se lamentam. Resposta, aliás, contrariada pela própria Ministra quando, em entrevista recente, afirmou que eventuais penalizações ou inviabilização de avaliação seria algo a decidir pelas escolas, sacudindo, dessa forma, a água para capote alheio, o que é inaceitável. Se há responsabilidades pela confusão criada elas pertencem inteiramente ao ME, cabendo-lhe assumi-las em vez de as atribuir aos outros.

Na resposta que o ME fez chegar aos Deputados falta ainda, e era bom que não faltasse, um conjunto de esclarecimentos que, a serem referidos, faria ruir todo o castelo de argumentação ministerial.

 

A saber:

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais (OI) não é um dever profissional. Estes são apenas os que constam do artigo 10.º do ECD (Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro);

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais não constitui uma fase do processo de avaliação. Estas são as que constam dos artigos 44.º e 15.º, respectivamente do ECD e do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro;

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais não é obrigatória. Obrigatória é a auto-avaliação, conforme estabelece o n.º 2 do artigo 16.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro. Como, aliás, refere a DGRHE/ME em informação enviada às escolas, a apresentação de proposta de OI é uma "possibilidade". Ou seja, um direito que, como tal, pode ou não ser exercido;

 

- Equívoca é, ainda, a utilização da expressão "fixação de objectivos individuais" e, principalmente, a falta de clarificação sobre quem tem competência para os fixar. De facto, tal competência não é do avaliado, mas do avaliador. O avaliado pode apresentar uma proposta de OI, mas compete ao avaliador fixá-los, podendo, para esse efeito, aceitar, ou não, os que são propostos. Foi, aliás, nesse sentido que a DGRHE/ME informou os presidentes dos conselhos executivos de que estes poderiam, se entendessem, fixar os OI de quem não tivesse apresentado qualquer proposta;

 

- Por fim, a FENPROF entende que o normal desenvolvimento do processo de avaliação não depende da existência de objectivos necessariamente fixados para cada docente, pois o artigo 8.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, já estabelece os "elementos de referência da avaliação".

 

Equívoca, mal construída e tecnicamente incorrecta, a resposta do ME apenas confirma a confusão em que mergulhou, mais uma vez, o processo de avaliação imposto aos professores, razão que reforça a necessidade da sua suspensão imediata, sob pena de se acentuarem ainda mais os conflitos e a instabilidade que atinge as escolas.

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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
A cidadania em acção

 

Grande "Cordão Humano" em 7 de Março
"A realização de um Grande Cordão Humano no dia 7 de Março que una os grandes responsáveis pelo conflito que se instalou na Educação: Ministério da Educação, Assembleia da República  e Primeiro-Ministro"

PARECER PRELIMINAR DO DR. GARCIA PEREIRA (COMPLETO)

   


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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
Ministério da Educação de novo derrotado nos Tribunais

 

Em Conferência de Imprensa realizada no dia 4 de Março de 2008, a FENPROF divulgou, publicamente, oito sentenças transitadas em julgado em que os tribunais deram razão aos professores que exigiram o pagamento de horas extraordinárias por actividades de substituição realizadas entre 1 de Setembro de 2005 e 19 de Janeiro de 2007. Relativamente a cinco delas, o ME não tinha apresentado qualquer recurso, tendo perdido os que interpôs em relação às outras três.
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