Blogue de opinião e divulgação.

Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Gripe A: Morreu mais um feto de 34 semanas numa grávida recém-vacinada

 

Uma grávida de 34 semanas que foi vacinada contra a gripe A na sexta-feira passada, dia 13, deu entrada no hospital CUF Descobertas na noite de ontem, segunda-feira, com o feto morto.
Público

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Domingo, 15 de Novembro de 2009
Gripe A, mejor la inmunidad natural que la artificial

 

Dos profesionales de la salud de la categoría de Juan Gérvas y Jim Wright, catedrático canadiense de Anestesiología, Farmacología y Terapéuticas, no se andan por las ramas ante la vacunación presuntamente masiva que se avecina contra la “pandemia” de la gripe A:
“Si funcionase la vacuna contra la gripe A podría evitar la inmunidad natural que persiste 50 años”.
Es un argumento digno de ser, como mínimo, escuchado o leído en este caso. La aprobación por la estadounidense FDA (la agencia del medicamento del país norteamericano) de las vacunas contra la gripe A (H1N1) abre las puertas para los planes gubernamentales de vacunación masiva en los próximos meses. Los autores de esta información opinan:
“Tales planes son irracionales y se fundan en el miedo y la creación de enfermedades imaginarias, bien lejos una política de “sentido común y tranquilidad”,http://www.cmaj.ca/cgi/eletters/181/6-7/E102. Discrepamos enérgicamente de la vacunación masiva, que se funda en varias falsas premisas. La primera es que la pandemia de gripe A será similar a la “gripe española” de 1919. Ello es improbable, pues aquella pandemia se dio en un mundo empobrecido, sin sistemas sanitarios públicos de cobertura nacional, sin agua corriente y sin antibióticos para tratar las complicaciones. Por ello, la gripe española mató fundamentalmente a los pobres, como bien demuestra el ejemplo en la India, donde afectó gravemente a los soldados hacinados en barracones, mal alimentados y en pésimas condiciones higiénicas, mientras respetó a los oficiales, bien alimentados y alojados en sus casas estilo británico”.
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Sábado, 31 de Outubro de 2009
Hermana Teresa Forcade i Vila sobre a gripe A

 

 

 

 

 

 

 

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Desinfectantes

 

 

 

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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Afinal, quantas doses são precisas?

 

Gripe A H1N1: Todas as vacinas são seguras para grávidas e uma dose é suficiente para a imunização - OMS

 
Mesmo um não entendido não pode deixar de se interrogar sobre se há precedentes de se ter alterado a dose considerada necessária de um medicamento em tão pouco tempo.
 


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Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe A

 

A vacina Pandemrix contra a gripe H1N1 do laboratório britânico GlaxoSmithKline não vai poder ser utilizada nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos, anunciou a autoridade suíça de regulação dos medicamentos, Swissmedic.
@SAPO/AFP
 
A vacina Pandemrix é a utilizada em Portugal.
 

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
EUA recusam vacina para gripe A usada na Europa

 

A vacina que está a ser usada em Portugal contra a gripe A não foi aprovada pelos Estados Unidos por conter substâncias na sua composição que podem alegadamente causar danos à saúde dos que a tomam.
Notícia DN
 

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Surreal

 

Esta senhora - Graça Freitas, subdirectora-geral da Saúde, tem o topete de falar em nome de outros que, claramente, não a mandataram e de, além disso, os diminuir, na sua qualidade de cidadãos adultos e responsáveis e na sua qualidade profissional.

 

Quanto à RTP, se de facto está interessada em conhecer a opinião dos médicos que não querem ser vacinados, porque não vai perguntar-lhes directamente?

 

Esta duvidosa lisura de processos é que faz crescer a desconfiança na boa-fé dos responsáveis em todo este caso.

 

 



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Domingo, 25 de Outubro de 2009
Mortes no Hemisfério Sul por Gripe A não foram superiores às da gripe sazonal

 

As mortes por gripe A H1N1 no Hemisfério Sul, onde terminou o Inverno, não foram superiores à média anual verificada com a gripe sazonal, mas ocorreram em pessoas mais jovens, segundo o Centro Europeu de Controlo e Prevenção de Doenças

 

[...] Uma das lições foi que, «de uma forma global, o número de fatalidades não foi superior à verificada, na média anual, com a gripe sazonal. No entanto, as mortes ocorreram, de facto, em grupos etários muito mais jovens», salientou.

SOL
 

Sem dúvida, há "lições importantes a aprender". Uma delas será o de perceber o porquê desse súbito e infundado alarmismo mundial.

 

Será que algum dia o viremos a saber?

 

O que é que, de um momento para o outro, mobilizou governos e organizações internacionais que gozavam de prestígio?

 

A sincera preocupação pela saúde dos cidadãos?

 

Ou, simplesmente, o interesse egoísta dos negócios de alguns poderosos?

 

O que para já se pode constatar é o seguinte:

 

1 - A ameaça que, dizem, paira sobre a vida dos cidadãos revela-se infundada em grande parte; nada mais nem nada menos que os perigos já existentes (lembrar, a propósito, que o hemisfério sul passou sem vacinas).

 

2 - O negócio de algumas farmacêuticas, com ligações anteriores a membros de poderosos governos a nível mundial, prosperou como nunca.

 

Estes são dos factos.

 


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Escandaloso e altamente preocupante! Que vacinas são essas que querem para os cidadãos, mas não para eles próprios?

 

 
Aproveita-se para perguntar à ilustre senhora e cavalheiro que se pronunciaram na tvi, conforme vídeo do post de Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009, o que têm para dizer ante estes novos factos?
 

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Gripe A, procuram sossegar as pessoas

 

 

Oxalá seja assim.

 

Mas deve notar-se que fazem essas afirmações sem qualquer fundamento na realidade, que ainda não aconteceu. Logo, baseiam-se apenas nas indicações das farmacêuticas, em quem confiam e, oxalá, com razão.

 

Tem de se referir também que não esclareceram se o Governo português assinou, ou foi solicitado para assinar, qualquer termo de desresponsabilização das farmacêuticas por eventuais consequências nefastas da vacinação. O que, evidentemente, enfraquece a credibilidade da posição que vieram defender.

 


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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
E que outros efeitos secundários mais?

 

Gripe A: vacina pode provocar resultados falso-positivos de sida

A vacina contra a gripe A que vai chegar a Portugal a partir da próxima semana pode provocar "resultados falsos-positivos para VIH e vírus da hepatite C". O alerta consta da mais recente circular normativa da Direcção-Geral da Saúde (DGS) publicada para estabelecer o circuito de distribuição no país e a que o Expresso teve acesso.

Continuar a ler
 

O que dizem as autoridades à denúncia de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat:

 

E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina

Podem confirmar ou desmentir o que é afirmado?

 

O Governo português recebeu alguma solicitude do fornecedor das vacinas no mesmo sentido ou comprometeu-se de alguma maneira, podem esclarecer?

 

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publicado por codigo430 às 00:02
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Domingo, 11 de Outubro de 2009
O estranho caso da gripe A: ameaça real? Gigantesco negócio com dinheiros públicos? Burla?
Una reflexión y una propuesta en relación a la nueva gripe

Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas». [...]

 

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) –, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual. [... ]

 

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 de laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe da anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

[...]

 

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

[...]

 

E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina

 Artigo completo
http://codigo430.blogs.sapo.pt/tag/gripe
 


 


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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Ordem dos Médicos diz que gripe A é «doença banal»

 

O bastonário da Ordem dos Médicos criticou hoje o «excesso de alarme e zelo» na resposta à gripe A H1N1, considerando tratar-se de uma «doença banal e pouco letal» e pedindo aos médicos que tranquilizem a população geral [...]

 

Uma voz que já se deveria ter feito ouvir. E que só de pronuncia depois de outras congéneres o terem feito no mesmo sentido, como o bastonário da Ordem dos Médicos de Espanha, por exemplo.

 

Porquê só agora? Mais vale tarde do que nunca, dir-se-á.

 

Ora, os fabulosos negócios ao redor deste pânico já foram feitos, feitos com o dinheiro dos contribuintes, entenda-se.

 
http://codigo430.blogs.sapo.pt/tag/gripe
 


publicado por codigo430 às 23:14
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Domingo, 13 de Setembro de 2009
Measures in school settings

 

Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 10

11 SEPTEMBER 2009 | GENEVA -- WHO is today issuing advice on measures that can be undertaken in schools to reduce the impact of the H1N1 influenza pandemic. Recommendations draw on recent experiences in several countries as well as studies of the health, economic, and social consequences of school closures. These studies were undertaken by members of a WHO informal network for mathematical modelling of the pandemic.

 

Experience to date has demonstrated the role of schools in amplifying transmission of the pandemic virus, both within schools and into the wider community. While outbreaks in schools are clearly an important dimension of the current pandemic, no single measure can stop or limit transmission in schools, which provide multiple opportunities for spread of the virus.

 

WHO recommends the use of a range of measures that can be adapted to the local epidemiological situation, available resources, and the social role played by many schools. National and local authorities are in the best position to make decisions about these measures and how they should be adapted and implemented.

 

WHO continues to recommend that students, teachers, and other staff who feel unwell should stay home. Plans should be in place, and space made available, to isolate students and staff who become ill while at school.

Schools should promote hand hygiene and respiratory etiquette and be stocked with appropriate supplies. Proper cleaning and ventilation and measures to reduce crowding are also advised.

School closures and class suspensions

Decisions about if and when schools should be closed during the pandemic are complex and highly context-specific. WHO cannot provide specific recommendations for or against school closure that are applicable to all settings. However, some general guidance comes from recent experience in several countries in both the northern and southern hemispheres, mathematical modelling, and experience during seasonal epidemics of influenza.

 

School closure can operate as a proactive measure, aimed at reducing transmission in the school and spread into the wider community. School closure can also be a reactive measure, when schools close or classes are suspended because high levels of absenteeism among students and staff make it impractical to continue classes.

 

The main health benefit of proactive school closure comes from slowing down the spread of an outbreak within a given area and thus flattening the peak of infections. This benefit becomes especially important when the number of people requiring medical care at the peak of the pandemic threatens to saturate or overwhelm health care capacity. By slowing the speed of spread, school closure can also buy some time as countries intensify preparedness measures or build up supplies of vaccines, antiviral drugs, and other interventions.

 

The timing of school closure is critically important. Modelling studies suggest that school closure has its greatest benefits when schools are closed very early in an outbreak, ideally before 1% of the population falls ill. Under ideal conditions, school closure can reduce the demand for health care by an estimated 30–50% at the peak of the pandemic. However, if schools close too late in the course of a community-wide outbreak, the resulting reduction in transmission is likely to be very limited.

 

Policies for school closure need to include measures that limit contact among students when not in school. If students congregate in a setting other than a school, they will continue to spread the virus, and the benefits of school closure will be greatly reduced, if not negated.

Economic and social costs

When making decisions, health officials and school authorities need to be aware of economic and social costs that can be disproportionately high when viewed against these potential benefits.

 

The main economic cost arises from absenteeism of working parents or guardians who have to stay home to take care of their children. Studies estimate that school closures can lead to the absence of 16% of the workforce, in addition to normal levels of absenteeism and absenteeism due to illness. Such estimates will, however, vary considerably across countries depending on several factors, including the structure of the workforce.

 

Paradoxically, while school closure can reduce the peak demand on health care systems, it can also disrupt the provision of essential health care, as many doctors and nurses are parents of school-age children.

 

Decisions also need to consider social welfare issues. Children’s health and well-being can be compromised if highly beneficial school-based social programmes, such as the provision of meals, are interrupted or if young children are left at home without supervision.

OMS
 

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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Uma notícia para reflectir

 

Seguradoras dizem que cobrir despesas de pandemia as levaria à falência
Ler no Público
 

Bom, essa atitude implica que se questione a organização da actividade seguradora.

 

Muito claramente, a sociedade tem de se pronunciar se é aceitável que só seja segurável o que é considerado benéfico para o negócio empresarial; ou se a actividade dos seguros pode e deva ser também organizada por critérios que não privilegiem em primeiro lugar o lucro das seguradoras, como agora acontece.

 
 
 
 


publicado por codigo430 às 00:46
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Domingo, 30 de Agosto de 2009
Análises à gripe A com atrasos de dias

 

O aumento dos pedidos de testes e o facto de alguns profissionais dos serviços de saúde estarem de férias, não permite que o laboratório dê respostas em 48 horas.
[...] "A senhora disse-me que não tinha os resultados porque, e cito: 'O Instituto Ricardo Jorge entupiu', pois têm chegado imensos pedidos de análises."
Ler no DN
 
E ainda só agora começou. Esperemos que não se agrave. Os membros do Governo, em lugar de se passearem todos os dias pela televisão com informações que um simples serviço de imprensa podia dar, fariam melhor se, de facto, estivessem a tratar das condições necessárias para uma resposta à gripe A o mais eficaz possível,.
 


publicado por codigo430 às 10:41
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Domingo, 23 de Agosto de 2009
Estamos a ser aldrabados?

 

 

 


publicado por codigo430 às 12:00
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Sábado, 22 de Agosto de 2009
Bombeiros "vacinavam-se" com vinho do Porto contra gripe pneumónica

 

 
Bom, se for assim, medicamento não vai faltar!

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publicado por codigo430 às 21:20
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Error de pronóstico: El pánico ante la gripe A no está justificado

 

Pero la contagiosidad de la gripe A no dice nada de su gravedad y de hecho es menos grave que ninguna gripe previa. Afecta a mucha gente, pero mata menos que la gripe de todos los años. Las cifras son variables según la fuente de datos, pero por ejemplo, en el Reino Unido ha habido cientos de miles de casos y sólo unas 30 muertes y en EE.UU. con un millón de casos sólo 302 muertos. En el invierno boreal (verano en España), en la Argentina han muerto unas 350 personas y en Australia unas 77 personas. Para ponerlo en situación, se calcula que en España mueren durante el invierno por gripe estacional unas 3.000 personas.
porco
¿Qué se puede hacer ante la gripe A? Cuando en 2005 la Organización Mundial de la Salud (OMS) pronosticó que podrían morir de gripe aviar hasta siete millones de personas, se desató el pánico en el mundo. Después hubo sólo 262 muertes. Hubo, pues, un grave error pronóstico. En 2009, con la gripe A, conviene no repetir el mismo error. Por ello es central evitar el pánico. Es absurdo tener pánico frente a la epidemia de gripe A, por más que nos llegará a afectar (levemente) a muchos.
 
Artigo completo
Negócios com a gripe

 

Talvez ajudem a explicar alguma da especulação que se gerou. Seja como for, é informação que não se pode ignorar.
 


publicado por codigo430 às 12:00
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