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Lux Ad Lucem

Blogue de opinião e divulgação.

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30.Set.06

Frases

A guerra é a continuação da televisão por outros meios, diria Karl von Clausewitz, se o general ressuscitasse, um século e meio depois, e se pusesse a fazer zapping.”
 “Agora matamos pessoas sem nunca as ver. Carrega-se num botão a milhares de milhas de distância. É a morte por controle remoto, sem sentimentos nem remorsos. E, então, voltamos para casa em triunfo.”(Gene La Rocque almirante reformado da marinha de guerra dos Estados Unidos)
 “A nossa melhor publicidade são os telejornais” (Especialista em segurança privada)
 “É tão orgânica a relação entre o dinheiro e a política que tentar mudá-la seria como pedir a um cirurgião que fizesse a si mesmo uma operação de coração aberto.” (Newsweek)
 “A globalização tem ganhadores e perdedores. Supõe-se que uma maré de riqueza em ascensão levantará todos os barcos. Mas alguns podem navegar melhor que outros. Os iates e os transoceânicos estão de facto a levantar-se, em resposta às novas oportunidades, mas as balsas e os barcos a remos estão a meter água e alguns estão a afundar-se rapidamente.” (Nações Unidas)
 "O povo americano aprendeu com a guerra do golfo que é muito mais fácil e divertido dar um pé na bunda do pessoal do Oriente Médio que fazer sacrifícios para limitar a dependência em relação ao petróleo importado" (James Schlesinger, ex-governante dos USA)
 “O roubo não é menos roubo por ser cometido em nome de leis ou de imperadores.” (John McDougall, senador pela Califórnia, 1861)
  “A justiça é como as serpentes: apenas morde os descalços.” (Monsenhor Oscar Romero, arcebispo de S. Salvador, assassinado em 1980)
 “Quando dou comida aos pobres, chamam-me santo. E quando pergunto por que não têm comida, chamam-me comunista.” (D. Hélder Câmara. Bispo brasileiro)
  “Os mass média de difusão universal puseram nas nuvens o preço da liberdade de expressão: são cada vez mais os opinados, os que têm o direito de ouvir, e cada vez são menos os opinadores, os que têm direito de fazer-se ouvir.” (Eduardo Galeano)
 “Hoje, chama-se privilegiado a um estudante que não pague o custo total do seu curso ou a alguém que tenha emprego, e este mero facto é a ilustração grotesca de quão baixo e mesquinho descemos na Europa, no período de apenas uma geração. A continuar assim, serão “privilegiados” todos aqueles que não estiverem a morrer de febre hemorrágica em África” (Idem, ibidem)
  “Estamos informados de tudo, mas não ficamos a saber nada” (Ezequiel Fernandez-Moores)
 “Deixemos o pessimismo para melhores tempos.” (Anónimo)
 
Frases retiradas de Galeano, Eduardo,2002, De Pernas para o Ar. A Escola do Mundo às Avessas, Caminho (o livro está disponível na biblioteca da Escola)

 
 
"O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". (Henry Kissinger, 1999)
"É o dinheiro que se tira dos pobres de países ricos para se dar aos ricos de países pobres". (Shimon Peres, explicando como funciona a ajuda externa entre países, Visão, 1998)
"Então não há 'profes' que ganham menos do que os trolhas?" (Bárbara, aluna da EB 2,3 de Miragaia, no Porto, num debate sobre a indisciplina nas aulas, Público, 2001)
 “Como é possível ser o mais desigual da Europa um país que teve o 25 de Abril e só foi governado por sociais-democratas e socialistas?” (José Carlos de Vasconcelos)
Pelos discursos cruzados que se ouvem por estes dias, um sonho da Humanidade – o aumento da esperança de vida – parece estar a tornar-se um pesadelo. Um problema. Por este andar, alguns ainda vão esperar que voltemos a morrer mais cedo.” (Paquete de Oliveira, JN, 2006)
Um dos aspectos mais proeminentes do discurso político contemporâneo é que as castas dominantes - gestores e economistas de topo, membros de conselhos de administração, banqueiros, capitalistas e porta-vozes de associações industriais, marqueteiros e gestores de imagem, líderes de directórios partidários, governantes, colunistas e editorialistas -, que não perfazem juntas mais do que um por cento da população, têm por hábito chamar privilegiados à maior parte dos restantes 99 por cento.”(Rui Tavares, Público, 2006)
Hoje, chama-se privilegiado a um estudante que não pague o custo total do seu curso ou a alguém que tenha emprego, e este mero facto é a ilustração grotesca de quão baixo e mesquinho descemos na Europa, no período de apenas uma geração. A continuar assim, serão “privilegiados” todos aqueles que não estiverem a morrer de febre hemorrágica em África” (Idem, ibidem)
Folheando as secções de economia dos jornais, facilmente encontramos senhores (...) que podem determinar o valor das suas pensões ou aumentar-se legalmente a si mesmos, mas que acusam o cidadão comum de, com os seus privilégios, colocar em risco a sobrevivência de Portugal” (Idem, ibidem)
Quando é preciso aumentar os impostos ou combater a fraude, os alvos são obviamente os que têm menos força” (Helena Garrido, DN, 2006)