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Lux Ad Lucem

Blogue de opinião e divulgação.

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12.Nov.06

Os Coristas

A Turma do 12.º O, do Curso Tecnológico de Acção Social, a visualizar o filme 'Os Coristas' na aula de Práticas de Apoio Social de que é docente a Dr.ª Isabel Amaral.

06.Nov.06

“ A multiplicidade de papéis ao longo da vida…”

Todos os homens e mulheres desempenham vários papéis na vida, ou seja, são multifacetados. Uma mulher honesta, digna de ser respeitada, busca a sua felicidade na multiplicidade de papéis que a definem como pessoa, mãe, esposa, trabalhadora, filha, etc.

Mãe dedicada e preocupada,
Esposa atenta e delicada
Trabalhadora muito empenhada
Filha bem-educada…

Humilde desde criança e muito bem comportada,
Com o passar do tempo converteu-se numa mulher respeitada.
Alta e esbelta, cabelos loiros, olhos negros…
Um bocado severa, mas não exagerada …
Trabalhadora nata, e muito dedicada…
No fim da sua vida, transformou-se numa mulher,
velha, sem aspirações e sem nada.
Ficando assim até um pouco transtornada,
depois de saber a mulher que já foi, e que não voltará a ser.
Põe fim assim, à sua vida multifacetada.


Trabalho realizado por:

Teresa Rodrigues nº 9
Patrícia Oliveira nº 10
Quirimar Pérez nº 11

Quando o mundo acorda, nasce mais uma vida,
Todos nós nascemos para a vida,
Nascemos para amar, vencer e ser felizes,
Enquanto crianças,
Brincamos, divertimo-nos, somos fieis às nossas amigas bonecas,
Porque elas, como nós, vivem sobre esta inocência,
Crescemos, crescemos, crescemos até que chega uma fase bonita,
Mas também uma das mais complicadas, a Adolescência.
Vivemos com alegria quando temos um grupo de amigas onde nos inserimos e sentimo-nos bem quando sabemos que o nosso corpo está a crescer na perfeição, sem o acne que tanto nos preocupa nesta fase e sobretudo quando sabemos que em nós há saúde e bem-estar.
Daí chega a fase dos 14, 15, 16… anos, uma fase em que o nosso coração começa a bombear com mais ânimo e inspiração, está apaixonado, mas também muitas vezes sofre decepções, e é nesta fase que podemos sofrer as nossas primeiras decepções amorosas, mas continuamos apaixonadas pela vida.
È nesta altura que também adoptamos a nossa própria maneira de vestir, muitas vezes por sermos influenciadas pelo que vemos.
Já na fase adulta, as nossas responsabilidades crescem à medida que passamos à fase da maternidade, os gastos vão aumentando, mas acima de tudo a nossa vida muda por completo.
À medida que os anos vão passando, começamos a preocupar-nos mais com a nossa situação de saúde, porque também vamos ficando com mais idade e o nosso organismo começa a funcionar de uma maneira mais lenta, o que nos leva a ter mais cuidado connosco próprias.
Ficamos sem forças para fazer o que fazíamos quando éramos mais novos, à medida que a idade vai passando ficamos incapacitados de fazer aquilo que mais gostamos, ficamos angustiados, tristes, e sentimo-nos cada vez mais sozinhos…
E um dia a nossa vida chega ao fim…

Trabalho realizado por:
Ana Mª nº1
Anita Mª nº2
Carina D. nº4

No decorrer da vida
Todos nós enquanto crianças, “vivemos”num mundo irreal,
Onde tudo é perfeito e repleto de sonhos!
Mas quanto mais crescemos,
Mais a realidade nos mostra o quanto é triste o mundo em que vivemos!
Aí, abrimos completamente os olhos
E reparamos que toda aquela beleza se destrói!
Aprendemos o quanto é difícil ter amigos verdadeiros,
Aqueles que sempre nos apoiam.
E que amar não é assim tão colorido
Como um dia nos tinham dito!
Erramos e aprendemos com os nossos próprios erros,
Magoamos e somos magoados…
Até que um dia,
Acordámos felizes,
Com as recordações de uma vida passada!
E ai apercebemo-nos de que nem tudo foram mágoas,
Que sorrimos varias vezes,
Que chorámos até por coisas insignificantes…
Mas no fundo,
Valeu a pena viver…
Porque a vida é sonhar, chorar, sorrir,
E acima de tudo aprender…



Trabalho realizado por:

Diana Lago, Nº 6
Márcia, Nº 8
Sara Pinho, Nº 12

Nasci num mundo de homens e mulheres que desempenham diferentes papéis importantes numa sociedade.
Em criança junto dos meus pais, aprendi a andar, a falar, a comer...
De mochila às costas, aos 6 anos entrei num novo mundo de seres iguais a mim. Sem o entusiasmo de frequentar esse mundo de números e letras.
Entretanto, apaixonei-me por coisas mais interessantes (rapazes).
Mais tarde, uma empregada de mesa, cheia de sonhos… gostaria de um dia poder ser alguém, que o mundo se orgulhasse.
E depois, o papel de mamã, com os meninos pequenos ao colo como era em bebé e, como tal, até hoje.
Por última fase, uma segunda infância e um simples esquecimento; sem dentes; sem cabelos; sem paladar; sem olhos; sem nada, representa a velhice / 3ª idade. (…)


Trabalho realizado por:
Carina Neves n.º 3
Diana Graça n.º 7
Soraia Almeida n.º 13

Do 11.º I, Práticas de Acção Social, professora: Dr.ª Isabel Amaral

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