Blogue de opinião e divulgação.
Sábado, 23 de Maio de 2009
O insucesso escolar representa o insucesso ou o sucesso da escola?

 

[... A função da escola parece-lhes ser a selecção das crianças, baseada nas desigualdades que ela provoca para consolidar a hierarquia social.

 

Nesta perspectiva, o insucesso escolar não é causado pelo mau funcionamento da escola; é, pelo contrário, necessário ao seu funcionamento normal, o qual implica uma selecção realizada, sobretudo, pelo atraso escolar. ...]

 

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US policy makes things worse in Pakistan

 

 

 
 


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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Sócrates vaiado em Lisboa

 

 
 

Alunos da Escola António Arroio chamam "fascista" ao Governo

Os alunos queriam material pedagógico! O Governo queria obras...

 

Nem numa situação tão simples o Governo foi capaz de evitar o conflito...

 Apelidar José Sócrates de "fascista" é excessivo. Mas dizer que é democrata é favor.
 


publicado por codigo430 às 17:20
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Os polícias dão o exemplo!

 

 

Repare-se no dramatismo da situação. Os profissionais  não vêem a sua situação social e profissional a evoluir, a melhorar, antes pelo contrário, o que constatam é uma profunda regressão.

 

Evidentemente, algo vai mal na sociedade, que deveria estar organizada para garantir o progresso nas condições de vida dos seus cidadãos.

 

Mas, no caso concreto, os polícias não baixam os braços, não desanimam.

Um bom exemplo para outros sectores profissionais...


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Que satisfação!

 

 

A falar de eutanásia...
 

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publicado por codigo430 às 11:35
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China's electric push

 

Durante algum tempo, em certos meios ocidentais, fez caminho a peregrina ideia de que a China ficaria limitada  à produção de baixo valor acrescentado, sendo incapaz de fazer progressos tecnológicos significativos.

 

Parece que uma boa parte da política de globalização, que foi desenhada pelo ocidente, se baseou nestes pressupostos inacreditáveis.

 

Que a China, evidentemente, não tardou em desfazer...

 


publicado por codigo430 às 00:00
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
"Quem nunca pecou que atire a primeira pedra"

 

Qualquer acontecimento é multifacetado e susceptível de variadas leituras.

 

Mas este país ainda não é dirigido pelo sensacionalismo noticioso,  nem pelo lamentável culto da lapidação de quem se julga que foi apanhado em falta, nem tão pouco pela sordidez mexeriqueira.

 

Não, este país ainda é um Estado de direito.

 

E à luz do Direito, uma professora foi vítima de uma acção criminosa.

 

E para salvaguarda dos superiores interesses da sociedade e de todos os cidadãos seria conveniente que esse crime não passasse sem ser dirimido nas instituições competentes para o efeito.

 
 

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publicado por codigo430 às 21:41
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Que cara de enterro!

 

Compreende-se! Afinal, teve de reconhecer que 60 mil docentes não entregaram os Objectivos Individuais.

 

É o requiem de uma ministra derrotada, que no seu estertor procura passar por vítima quando foi sempre a ultrajadora.

 

Daqui a pouca já ninguém se lembrará de quem foi Maria de Lurdes Rodrigues.

 

Mas os docentes continuarão na sua nobre tarefa. E saberão recobrar de todo o mal que o governo e a ministra fizeram.

 
Foto do Público
 


publicado por codigo430 às 21:20
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O que faz cada um?

 

Afrontados nos seus direitos e dignidade profissional é frequente muitos docentes indagarem:

 

Mas o que é que fazem os sindicatos?

 

Todas as questões são legítimas, evidentemente, mas antes de se perguntar sobre o que é que os outros fazem, cada docente, cada professora e cada professor deve interrogar-se a si próprio:

 

Mas o que é que faço eu (o que é que tenho feito? O que é que posso fazer?) para enfrentar os ataques de que os docentes, o ensino e a escola pública estão a ser vítimas?

 

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publicado por codigo430 às 06:04
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Até custa a acreditar! É esta a modernidade que se quer exemplar?

 

La précarité des travailleurs du nucléaire nuit-elle à la santé ?
http://www.rue89.com/tele89/2009/05/12/la-precarite-des-travailleurs-du-nucleaire-nuit-elle-a-la-sante
 


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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Educação para a delinquência

 

A notícia veio em tudo o que é jornal e TV: uma professora da Escola EB 2,3 Sá Couto, em Espinho - que dezenas de alunos seus consideram "a mais espectacular da escola" e uma "segunda mãe" - foi suspensa "após afirmações de cariz sexual".

 

A suspensão foi ditada pelo Conselho Directivo depois de duas alunas terem gravado afirmações suas numa aula, alunas que, segundo vários colegas, "fizeram aquilo de propósito e provocaram a conversa toda porque sabiam que estavam a gravar".

 

A Associação de Pais e a DREN acharam muito bem. Ninguém, nem pais, nem Conselho Directivo, nem DREN "acharam mal" o facto de duas jovens de 12 anos terem cometido um crime (se calhar encomendado) para alcançarem os seus fins.

 

O Código Penal pune com prisão até 1 ano "quem, sem consentimento, gravar palavras proferidas por outra pessoa e não destinadas ao público, mesmo que lhe sejam dirigidas", punição agravada de um terço "quando o facto for praticado para causar prejuízo a outra pessoa".

 

Educadas desde jovens para a bufaria e a delinquência e sabendo que o crime compensa, que género de cidadãos vão ser aquelas miúdas?

JN
 

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All That Jazz

 

 

 
 

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Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Estes homens estão a fazer grandes mudanças no mundo

 


Lula assina acordos petroleiros e financeiros com a China


Pequim, 19 mai (EFE).- Os Governos do Brasil e da China assinaram nesta terça-feira cerca de dez acordos de financiamento, cooperação petrolífera, tecnològica e jurídica, durante o segundo dia da visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A assinatura foi presidida por Lula e pelo presidente chinês, Hu Jintao, que expressaram, em comunicado conjunto, sua vontade de fortalecer a associação estratègica entre China, terceira potência econômica, e Brasil, a 10ª. Em matèria petrolífera, o acordo mais importante é o da concessão de um crédito de US$ 10 bilhões durante dez anos pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, em inglês) à Petrobras, destinados a financiar investimentos relacionados à prospecção em águas profundes.

 

O acordo contempla um compromisso paralelo da Petrobras de aumentar suas vendes à Sinopec para 150 mil barris diários no primeiro ano de vigência e para 200 mil nos novè anos seguintes, exportação que serà feita através da Unipec Asia, subsidiària da firma chinesa.

 

A Sinopec e a Petrobras assinaram um acordo de intenções para cooperar em prospecção, refinaria, petroquímica e bens e serviços. Além disso, os dois Governos assinaram uma linha de crédito de US$ 800 milhões do CDB ao BNDES. Outro documento creditício assinado hoje consiste em uma cooperação financeira entre o CDB e o Banco do Brasil - de quantia não especificada -, e um financiamento do banco chinês ao Itaú BVA no valor de US$ 100 milhões, a princípio destinados ao setor privado brasileiro para equilibrar as exportações com a China.

 

As dues partes assinaram um acordo de cooperação jurídica no âmbito civil e comercial, outro de cooperação em ciência e tecnologia, e um último entre o Ministério dos Transportes da China e a Secretaria Especial de Portos brasileira.

 

Neste âmbito, os dois Governos decidiram continuar a cooperação entre suas agências espaciais no âmbito de satélites, um setor no qual lançaram de forma conjunta três aparelhos. Por último, as respectives agências sanitárias assinaram um acordo para análises fitossanitárias destinades ao comércio de carne brasileira.

 

A China se transformou em abril no principal parceiro comercial do Brasil, ao alcançar uma troca comercial de US$ 3,2 bilhões e superar pela primeira vez na història os Estados Unidos, que no mês passado contabilizaram uma troca de US$ 2,8 bilhões com os brasileiros.

 

Segundo dados oficiais brasileiros, o volume de comércio bilateral entre Brasil e China chegou a US$ 36,44 bilhões em 2008, o que representou 55,9% de aumento em relação ao ano anterior. Mesmo em meio à crise financeira global, a troca comercial entre dues das maiores potências emergentes do mundo continuou crescendo, lembrou hoje o próprio Lula, para dar uma ideia do atual momento das relações bilaterais.

 

Em sua segunda visita de Estado à China, que coincide com os 35 anos de laços diplomáticos, Lula se reuniu hoje - além de com o presidente Hu - com o primeiro-ministro Wen Jiabao; com o vice-presidente, Xi Jinping; e com o líder do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Jia Qinglin.

 

Lula assistiu antes à inauguração do Centro de Estudos Brasileiros, na Academia Chinesa de Ciências Sociais, grupo de acadêmicos que assessora o Executivo, e presidiu uma reunião de empresários chineses e brasileiros. "Os empresários chineses veem grandes oportunidades no Brasil, por hisso està viagem representa um importante sinal por parte do Governo brasileiro que também considera a China como um parceiro estratégico", disse à Agência Efe Rodrigo Tavares, secretário-executivo do Conselho Empresarial Brasil-China.

 


publicado por codigo430 às 22:24
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Pelos vistos, com os professores é diferente!

 

A propósito da suspensão de uma professora na Escola Sá Couto de Espinho.
Suspenderam a docente e depois é que vão fazer o inquérito!!!!!

Que curioso, não parece que seja esse o procedimento adoptado em esferas bem mais responsáveis deste país.

 

Aí nem com investigações e inquéritos a correr a suspensão acontece.

 

Pelo contrário, até são feitas afirmações em defesa dos visados...

 

Mas com os docentes é diferente.

 

Já agora, suspenderam com base em quê? Numas gravações feitas sem a autorização do gravado e pelas quais quem as fez deve, evidentemente, responder?

 


publicado por codigo430 às 13:09
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Tuna Feminina da FEP

 

 

Presença e actuação da Tuna Feminina da FEP no primeiro dia da Semana de Economia da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira.
 


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Bye Bye Life - "All That Jazz"

 

 

 
 

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Crise sistémica global: O surrealismo financeiro

 

Junho de 2009: Quando o mundo sai definitivamente do quadro de referência dos últimos 60 anos
O surrealismo financeiro que terá presidido às evoluções bursáteis e aos indicadores financeiros e comentários políticos destes últimos dois meses é o canto do cisne do quadro de referência no qual o mundo vive desde 1945.

Do mesmo modo que, em Janeiro de 2007, no GEAB nº 11, o LEAP/E2020 havia descrito a viragem 2006/2007 como caracterizada por um "ruído estatístico" típico da entrada em recessão e concebido para por em dúvida os passageiros de que o Titanic estava em vias de flutuar [1] , hoje a nossa equipe considera que este fim de Primavera de 2009 marca a saída definitiva do referencial utilizado desde há 60 anos pelos actores económicos, financeiros e políticos mundiais para efectuar as suas tomadas de decisão, e em particular da sua versão "simplificada", utilizada maciçamente desde a queda do bloco comunista em 1989 (o referencial foi então tornado puramente centrado na América). Para além de todo aspecto teórico, isto significa concretamente que os indicadores que cada um tem o hábito de utilizar para as suas decisões de investimento, de rentabilidade, de localização, de parceria, etc... tornaram-se obsoletos e que doravante é preciso procurar alhures os índices pertinentes se se quiser evitar a tomada de decisões desastrosas.

Este fenómeno de obsolescência acentuou-se fortemente desde há alguns meses sob a pressão de duas tendências:

  • por um lado, as tentativas desesperadas de salvamento do sistema financeiro mundial, e em particular dos sistemas americano e britânico, de facto "partiram os instrumentos de navegação" devido a manipulações de todo o género efectuadas pelos próprios estabelecimentos financeiros, pelos Estados e pelos bancos centrais afectados. Dentre estes indicadores enlouquecidos e enlouquecedores, as bolsas constituem o melhor exemplo. Retornaremos ao assunto mais amplamente nas recomendações deste GEAB nº 35. E os dois gráficos abaixo ilustram magistralmente como estes esforços desesperados não impediram uma grande reviravolta na classificação dos grandes bancos mundial (foi essencialmente a partir de 2007 que se encadeou o fim da dominação histórica americano-britânica desta classificação).

  • por outro lado, as quantidades astronómicas de liquidez injectadas em um ano no sistema financeiro mundial, e em particular no sistema financeiro americano, conduziu o conjunto dos actores financeiros e políticos a uma perda total de contacto com a realidade. De facto, nesta etapa, todos eles parecem atingidos pelo síndrome da ebriedade das profundezas – que se desencadeia naqueles que são afectados por uma impossibilidade de se localizarem nas profundidades marítimas, o que os leva a mergulharem cada vez mais profundamente acreditando de facto subir de volta à superfície. A ebriedade das profundidades financeiras tem visivelmente os mesmos efeitos que a da sua homóloga aquática.

Captadores destruídos ou pervertidos, perda do sentido de orientação dos dirigentes financeiros e políticos, eis os dois factores-chave que aceleram a saída do sistema internacional para fora do referencial destas últimas décadas.
Isto é, bem entendido, uma das características de toda crise sistémica. Pode-se aliás constatar facilmente que o sistema internacional ao qual estamos habituados assiste ao multiplicar de acontecimentos ou tendências que saem de quadros de referência multi-seculares, provando até que ponto esta crise é de uma natureza sem equivalente na história moderna. E o único meio de mediar a amplitude dos movimentos em curso é tomar um recuo de vários séculos. Ao limitar-se às estatísticas de algumas décadas não se percebe de facto que os pormenores desta crise sistémica global; não se tem a visão de conjunto.

O LEAP/E2020 citará aqui, como exemplo, três casos mostrando que vivemos numa época de ruptura como não acontece senão uma vez a cada dois ou três séculos:

1- Em 2009, a taxa de juros do Banco da Inglaterra atingiu o seu mais baixo nível desde a criação desta venerável instituição (0,5%), ou seja, desde 1694 (em 315 anos).
2- Em 2009, a Caisse des Dépôts et Consignations , braço financeiro do estado francês desde 1816 sob todos os regimes (reino, império, república, ...), experimentou a sua primeira perda anual (em 193 anos) [2]

3- Em Abril de 2009, a China tornou-se o primeiro parceiro comercial do Brasil, uma posição que desde séculos antecipa fielmente as maiores rupturas da liderança mundial. Com efeito, desde que, há duzentos anos, o Reino Unido pôs fim a três séculos de hegemonia portuguesa, é apenas a segunda vez que um país acede a esta posição. Os Estados Unidos haviam efectivamente suplantado o Reino Unido no princípio dos anos 1930 como primeiro parceiro do Brasil [3] .

Não retornaremos aqui à multiplicação das tendências próprias dos Estados Unidos que saem igualmente dos referenciais nacionais destes últimos cem anos (além disso, o país não tem verdadeiramente referencial utilizável para comparações pertinentes): perda de valor do dólar, défices públicos, dívida pública acumulada, défices comerciais acumulados, afundamento do mercado imobiliário, perdas dos estabelecimentos financeiros, ... [4]

Mas, bem entendido, nos países no cerne da crise sistémica global, os exemplos desta natureza são legiões e amplamente comentados nos números do GEAB desde 2006. É de facto a multiplicação de países e de zonas afectadas que é sintomática desta saída do referencial global: se houvesse um único país afectado ou um único sector aflito, não se trataria senão de um período fora da norma para os países ou o sector considerado. Mas hoje, são numerosos países, no cerne do sistema internacional, e uma multidão de sectores económicos e financeiros que são afectados simultaneamente, por esta "saída da estrada multi-secular".

Assim, para concluir esta perspectiva histórica, contentar-nos-emos em sublinharemos que esta saída de referenciais multi-seculares é graficamente visível sob a forma de uma curva que, muito simplesmente, sai do quadro que permitia desde há séculos representar a evolução do fenómeno ou do valor afectado. E a tendência para a saída destes quadros de referência tradicionais acelera-se, afectando um número de sectores e de países cada vez mais importante. Este fenómeno reforça automaticamente a perda de significado dos indicadores utilizadores diariamente ou mensalmente pelas bolsas, pelos governo ou pelos institutos de estatísticas, e acelera a tomada de consciência generalizada do facto de que os "indicadores habituais" não permitem mais compreender, nem mesmo representar, a evolução actual do mundo. O planeta abordará portanto o Verão de 2009 sem nenhum referencial fiável disponível.

Naturalmente, cada um é livre para pensar que a variação mensal de alguns pontos, para mais ou para menos, de tal ou tal indicador económico ou financeiro, ele próprio amplamente afectado pelas intervenções múltiplas dos poderes públicos e dos bancos, é muito mais portador de sentido e de informação sobre a evolução da crise actual do que estas saídas de referenciais multi-seculares. Cada um é livre também para acreditar que aqueles que não haviam previsto nem a crise nem a sua intensidade estão hoje em condições de saber precisamente a data do fim.

A nossa equipe aconselha a estes últimos a irem ver (ou rever) o filme Matrix e a reflectirem nas consequências da manipulação dos captadores e indicadores de um ambiente sobre a percepção deste ambiente. Isto não será inútil pois, à imagem do Matrix [5] , como pormenorizaremos no GEAB nº 36, especial do Verão de 2009, os próximos meses poderão intitular-se "Crisis Reloaded" [6] .

Neste GEAB nº 35 formulamos igualmente os nossos conselhos referentes aos indicadores que, neste período de transição entre dois referenciais, estão em condições de fornecer informações pertinentes sobre a evolução da crise e do ambiente económico e financeiro.

Os dois outros grandes temas deste número do GEAB do mês de Maio de 2009 são, por um lado, o fracasso programado dos dois principais planos de estímulo económico, a saber, os planos americano e chinês; e, por outro lado, o recurso do Reino Unido ao FMI daqui até ao fim do Verão de 2009.

Finalmente, em matéria de recomendações, a nossa equipe antecipa neste GEAB nº 35 a evolução dos principais mercados imobiliários mundiais, assim como a do mercado de títulos do tesouro.

15/Maio/2009
Notas

[1] Nossa equipe acrescentava na época: "como em toda mudança de fase, a passagem pelo ponto zero caracteriza-se pelo que se pode chamar de "ruído estatístico", que vê os indicadores apontarem direcções opostas e as medidas darem resultados contraditórios, com margens de erros doravante superiores ou iguais às próprias medidas. Na ocasião, para o planeta em 2007, o naufrágio que vai preocupar todo o mundo é o dos Estados Unidos, que o LEAP/E2020 decidiu chamar a "Muito grande depressão", por um lado porque o nome "Grande depressão" já é utilizado para mencionar a crise de 1929 e os anos que se seguiram; por outro porque para o nossos investigadores a natureza e amplitude do que se vai passar é de uma dimensão inteiramente diferente". Fonte: GEAB n°11, 15/01/2007

(2) Fonte: France24 , 16/04/2009

(3) Fonte: TheLatinAmericanist , 06/05/2009

(4) Os dirigentes políticos e os peritos continuam a tentar comparar a crise actual à crise de 1929 como se esta fosse um referencial inultrapassável. Contudo, nomeadamente nos Estados Unidos, as tendências em curso ultrapassaram em numerosos sectores as evoluções que caracterizaram a "Grande depressão". O LEAP/E2020 recordou igualmente no GEAB nº 31 que doravante era preciso procurar referências na grande crise mundial de 1873-1896, ou seja, mais de um século atrás.

(5) Na série dos filmes Matrix , os seres humanos vivem num ambiente cuja percepção é manipulada informaticamente. Eles imaginam-se a viver uma vida faustosa quando vivem numa miséria negra, mas todas as suas percepções (vista, audição, olfacto, tacto, gosto) são manipuladas.

(6) À imagem do título do segundo episódio da série Matrix, literalmente "Crise recarregada".
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Mário Benedetti In Memoriun

 

 

 Mário Beneddeti

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Pare e pense

 

 

A escolha da Jackeline
 


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A JUSTIÇA É CEGA, MAIS A INJUSTIÇA PODEMOS VER

 

 

A escolha da Marisa
 


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