Blogue de opinião e divulgação.

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Jornada Nacional de Luta e de Luto

 

 
 


publicado por codigo430 às 23:18
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
VÍNCULOS AO ESTADO: IMPUGNAÇÃO

 

Caro(a) Colega,

Aplicando a Lei 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, a escolas estão a notificar os professores de que transitaram para a modalidade de contrato individual de trabalho em funções públicas. Desta forma cessa unilateralmente o vínculo de nomeação como funcionário público.

As escolas que não procederam à afixação das listas/aviso ou à notificação vão fazê-lo certamente nos próximos dias.

Trata-se de um recuo de décadas nos nossos direitos: o fim dos vínculos de trabalho e o princípio do fim dos quadros (QE e QZP).

A muitos de nós nunca tal coisa passou pela cabeça... Pois, mas, com este Governo e esta maioria, tudo pode acontecer !

Ora, para além do ataque a direitos com décadas, na opinião dos juristas, esta situação viola vários princípios legais e constitucionais.

Desde logo, são violados os princípios da segurança jurídica e da confiança, que fazem parte de um Estado de Direito democrático, consagrado no art. 2.º da Constituição da República Portuguesa (CRP). São também violados os art. 53.º e 58.º da mesma CRP, que garantem o direito à função pública e o direito ao lugar.

Esta situação tem que ser contestada no plano da acção sindical, mas também juridicamente. Neste último domínio, o primeiro passo é a impugnação do acto administrativo com que o Governo pretende pôr fim aos vínculos ao Estado , por exemplo, dos professores dos QE e QZP.

Anexamos [...] uma minuta para a impugnação daquele acto ilegal.

Este requerimento deverá ser enviado no prazo de 30 dias contado da data da publicação da lista de transição nas Escolas ou, para os professores que não se encontrem a exercer funções docentes, da data em que da mesma transição forem notificados.


Fonte: SPRC.FENPROF
 
Não esqueçam: quem não fizer esta impugnação hierárquica, fica impedido de impugnar contenciosamente.
Fonte: MUP
 


publicado por codigo430 às 01:16
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Plataforma Sindical anuncia Manifestação Nacional de Professores a 30 de Maio

 

A Manifestação Nacional dos Professores e Educadores Portugueses, a realizar em Lisboa, no próximo dia 30 de Maio (sábado), demonstrará o protesto e a rejeição da política educativa do actual Governo.

 

Será também uma jornada de exigência de revisão efectiva do ECD e de suspensão e substituição do actual modelo de avaliação do desempenho, ao mesmo tempo que  revelará junto dos partidos políticos a necessidade de assumirem compromissos claros no sentido de, na próxima Legislatura, ser profundamente alterado o rumo da política educativa e revistos quadros legais que impõem medidas muito negativas e gravosas, como é o caso do Estatuto da Carreira Docente, entre outros, sublinha a declaração apresentada ao início da tarde (4 de Maio), em Lisboa, pela Plataforma Sindical, através do seu porta-voz, Mário Nogueira, em conferência de imprensa (foto) realizada após a Semana de Consulta dos Professores, no âmbito da qual decorreram, em todo o País, cerca de 1.400 reuniões sindicais. No diálogo com os jornalistas, Mário Nogueira deixou um forte apelo à participação nesta nova manifestação nacional, salientou a importância das outras iniciativas a realizar nos próximos dias, com destaque para a jornada de 26 (com plenários, reuniões e paralisação de dois tempos lectivos) e referiu que a realização de outras acções e lutas depois de 30 Maio está dependente da reacção do Governo aos justos protestos e às legítimas reivindicações dos professores e educadores portugueses./ JPO

 

 


publicado por codigo430 às 23:04
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Sábado, 2 de Maio de 2009
E agora, parir algo completamente diferente

 

anterozóide
 

 



publicado por codigo430 às 12:00
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Providência cautelar interposta por SPRC/FENPROF foi decretada!

 

O Ministério da Educação foi condenado, por sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC) e obrigado a abster-se de informar os Presidentes dos Conselhos Executivos (PCE) das escolas e agrupamentos que estes poderão, tendo em conta as situações concretas das suas escolas, fixar [ou não] os objectivos individuais (OI) de avaliação dos docentes que os não tenham entregado.

 

Ou seja, tendo sido decretada definitivamente esta providência cautelar, fica ultrapassada a possibilidade de serem criadas situações de desigualdade, decorrentes de decisões tomadas de forma arbitrária, que permitiam que alguns PCE's recusassem avaliar os docentes por estes não terem proposto os seus OI. Seguir-se-á, agora, a interposição, junto do mesmo Tribunal, da acção administrativa especial.

 

Para a FENPROF, as razões que levaram à interposição desta providência cautelar sobre as orientações da DGRHE/ME, nomeadamente as datadas de 09/02/2009, foram acolhidas pelo TAFC que não autoriza o ME a manter este tipo de orientação passível de ferir o princípio da igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa.

 

O TAF de Coimbra considerou desnecessária qualquer prova testemunhal por entender que as provas documentais apresentadas são suficientemente fortes para provarem a violação daquele princípio constitucional.

 

Para a FENPROF, fica, desta forma, desfeita a dúvida quanto à possibilidade de, em algumas escolas, os professores que não entregaram a sua proposta de OI não serem avaliados pelo simples facto de, os respectivos PCE's, alegarem indefinidas "situações concretas das suas escolas". Parece, também, caírem por terra as ameaças do ME, quanto a eventuais penalizações desses professores. Ameaças que, contudo, têm sido feitas à margem de qualquer fundamentação legal, como, recentemente, confirmaram os membros da equipa ministerial na sua deslocação à Assembleia da República.

 

Com mais esta derrota do ME, mais desacreditado fica o seu modelo de avaliação e mais se justifica que seja suspenso ainda este ano lectivo e rapidamente substituído. A não acontecer, o ME corre o sério risco de sofrer novas e mais pesadas derrotas que, no plano político, teriam impacto ainda mais relevante, nomeadamente se o Tribunal Constitucional declarar inconstitucional o Decreto-Regulamentar 1-A/2009 ("simplex" avaliativo), conforme lhe foi suscitado pela Assembleia da República, ou o Ministério Público declarar ilegal aquele diploma, conforme lhe foi requerido pela FENPROF.

 

Da parte da FENPROF tudo será feito para combater este modelo de avaliação, sendo o recurso à via jurídica um dos caminhos a seguir sempre que, como é o caso, o ME procurar impor a sua vontade recorrendo a ilegalidades.

 

O Secretariado Nacional da FENPROF
30/04/2009

 


publicado por codigo430 às 23:21
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Todos às comemorações do 25 de Abril e ao 1.º de Maio!

 

É, no momento presente, o maior contributo que os docentes podem dar à dignificação de sua carreira, à defesa da escola pública e ao ensino de qualidade.
 


publicado por codigo430 às 00:32
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Os Ferrari

 

Alguns têm um Ferrari. Querem ir em passeio com outros, cujos carros são os normais do dia a dia da nossa estrada.

 

O que fazem os ferrari? Abrandam, para que possam ser acompanhados? Passam até para o meio da caravana, para não dar a ideia de que se estão a armar aos importantes?

 

Nada disso. Chumbo nos pés, tábua ao fundo, aí vão eles disparados, sozinhos e a praguejar por, assim, não ser acompanhados.

 


publicado por codigo430 às 12:00
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
O caminho faz-se caminhando

 

 


publicado por codigo430 às 15:38
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Sábado, 11 de Abril de 2009
Teachers back a boycott of Sats

 

The union representing a majority of teachers in England's primary schools has backed a plan to ballot them on boycotting next year's Sats tests
 BBC
O maior sindicato de professores do Reino Unido, o National Union of Teachers, aprovou, ontem, o boicote aos exames nacionais SAT
 


publicado por codigo430 às 19:29
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Informação útil para docentes...

 

Promoções profissionais fazem mal à saúde
As promoções no trabalho aumentam o stress mental e tiram tempo aos felizes contemplados para irem a consultas médicas, segundo a conclusão de um estudo realizado por economistas e psicólogos de uma universidade britânica.
Os investigadores da Universidade de Warwick, no centro do Reino Unido, constataram que uma promoção profissional provoca mais 10 por cento de stress e reduz em 20 por cento o tempo para ir ao médico.
A equipa quis saber se uma melhoria do estatuto profissional tornaria as pessoas mais felizes e saudáveis, em consequência da melhoria da auto-estima pessoal.
Utilizando dados recolhidos no Reino Unido de uma amostra de mil indivíduos promovidos no seu trabalho entre 1991 e 2005, os investigadores não comprovaram essa hipótese e, antes pelo contrário, observaram uma maior pressão psicológica nas suas cobaias.
«Obter uma promoção no trabalho não é tão fantástico como se poderia julgar», afirmou Chris Boyce, um dos autores do estudo.
«As nossas investigações mostram que a saúde mental dos chefes se deteriora tipicamente depois de serem promovidos e de um modo que vai além do curto prazo», disse.
Por outro lado, sublinhou, «não há sinais de melhoria da saúde, além de que diminui as visitas aos consultórios médicos, o que deve ser mais motivo de preocupação do que de celebração».
Estas conclusões contrariam a ideia generalizada de que a melhoria de estatuto, através de uma promoção, resultaria directamente numa melhoria da saúde da pessoa, devido a um sentido acrescido de controlo da vida e de auto-estima.
tsf
 


publicado por codigo430 às 19:00
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Adriano Moreira sobre a Educação

 

São declarações de 4/12/08, mas creio que actuais. Delas destacaria a questão da "relação de confiança" sem a qual o "processo educativo" registará sérias dificuldades.


Não será demais sublinhar que a "relação de confiança" entre dirigentes e dirigidos, que deve existir, não se limita à relação ente governo e governados...


Infelizmente, a "humildade" e a ponderação não são características do Primeiro-Ministro José Sócrates. A arrogância é que o é!


Daí que tenha deixado arrastar e agravar a lamentável situação, que o Governo provocou no sector da Educação.


Felizmente, o presente é ano de eleições. As primeiras, as europeias, são já em Junho. O povo português pode, assim, tomar de imediato as decisões necessárias para restabelecer a confiança e a paz social.
 


publicado por codigo430 às 12:00
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Ministério da Educação demite Conselho Executivo de Santo Onofre

 

Contra as Escolas Marchar, Marchar
(ou como se destrói um projecto de sucesso)

 

A demissão imposta pelo Ministério da Educação ao Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, em Caldas da Rainha, tem um enorme significado: para este Ministério da Educação o que menos importa é a qualidade das escolas e o bom ambiente de trabalho indispensável ao sucesso das aprendizagens. O Agrupamento de Santo Onofre colocou o interesse dos alunos acima da “guerra da avaliação de desempenho” e, por isso mesmo, rejeitou integralmente o modelo do ME, um modelo que substitui a cooperação pela concorrência e o trabalho colectivo pelo individualismo.

 

Numa visão muito “especial” de autonomia, o Ministério da Educação quer impor às escolas deste agrupamento um modelo de gestão e um modelo de avaliação que a escola de facto rejeita. Que a escola /agrupamento funcione bem, que os alunos tenham sucesso real (e não apenas estatístico…) que os professores se sintam unidos na construção de um projecto inovador e criativo, que a ligação com a comunidade seja exemplar, nada disso interessa aos que têm a arrogância do poder como único argumento. Como também não lhes interessa os vários prémios que o agrupamento tem recebido do jornal “O Público” na promoção dos jornais escolares, como não lhes interessa o terem sido pioneiros na informatização da escola e no cartão electrónico, como não lhes interessa o trabalho desenvolvido que a fez passar de TEIP a escola onde todos queriam matricular os filhos, como não lhes interessa os resultados escolares dos alunos, como não lhes interessa todos os projectos que ao longo dos anos tem desenvolvido com sucesso.

 

Ao que se sabe, o Ministério da Educação, do alto do seu despotismo nada iluminado, terá já nomeado três docentes para substituir – com que legalidade? - o Conselho Executivo legitimamente eleito. Um vindo de Peniche, outra de uma biblioteca e um outro não se sabe ainda donde … Paraquedistas impostos contra toda a comunidade escolar, poderão cumprir o seu papel de comissários políticos, mas não conseguirão, certamente, manter e desenvolver um projecto que exige paixão e uma liderança democraticamente aceite. Nestas coisas, o abuso de poder pura e simplesmente não funciona ou é mesmo contraproducente...

 

Esta brutal intervenção do Ministério da Educação (repete-se: em tudo contrária aos interesses dos alunos e aos de toda a comunidade) pretenderá talvez ser um “aviso à navegação”. “Quem se mete com o PS…leva!”. Lembram-se? Maria de Lurdes Rodrigues & Cia. passam agora à prática as diatribes verbais de Jorge Coelho: “Quem se mete com o ME... leva!”. Esta trupezeca pouco instruída ignora possivelmente que a história nunca deixa de derrubar, mais cedo ou mais tarde, os tiranetes e tiranetezitos de tigela ou de meia tigela e que o respeito pelo trabalho de gente honesta e competente é realmente aquilo que perdura. Sobretudo quando a honestidade e a competência têm de se impor contra a arrogância incompetente e ignorante de quem, por acaso e transitoriamente, ocupa os cadeirões do poder.

 

A direcção do SPGL exorta os professores e educadores do Agrupamento de Santo Onofre a que não desistam. O projecto de verdadeira autonomia que têm vindo a erguer não pode ser destruído. As trevas não duram sempre.

 

A Direcção Regional do Oeste do SPGL

 
 

Moção aprovada em Santo Onofre

 
 


publicado por codigo430 às 13:36
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Nobel da literatura diz que a intransigência da ministra é um "capricho"

 

 SIC
 São declarações de Dezembro, mas creio que mantêm a actualidade.
 


publicado por codigo430 às 06:12
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Terça-feira, 31 de Março de 2009
Do que diz o ministério sobre as faltas dos alunos

 

"Mas mais divertido ainda é perceber que, se afastarmos o nevoeiro propagandístico, descobrimos que - afinal - quer os alunos do 3º CEB, quer os do Secundário, apenas passaram a dar menos 1 falta injustificada por ano, de 6,1 para 5 e de 5,3 para 4,3, respectivamente.
Mais ridículo é notar que, no caso do Secundário, a diminuição do nº de faltas injustificadas por aluno foi maior antes da entrada em vigor do Estatuto do Aluno (de 6,5 para 5,3) do que depois (de 5,3 para 4,3)."
Paulo Guinote
Todos desejariam que as medidas do governo resultassem.  Que fosse um bom governo. É para isso que são pagos. Infelizmente, não é assim. E até a sua propaganda já nem um dia se aguenta!
                                         


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Sábado, 28 de Março de 2009
E agora,… algo completamente normal

 

Anterozóide


publicado por codigo430 às 18:15
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Terça-feira, 24 de Março de 2009
O Estado é Indispensável

 

Agora, parece que todos o reconhecem. Mas em 2001, quando esta entrevista foi realizada, quem o afirmasse corria o risco de ser acusado de ter parado no tempo, no mínimo, exactamente por muitos dos que hoje se esforçam por aparecer como campeões da necessidade da intervenção estatal.

 

Aliás, a pergunta do entrevistador dá para entender o ambiente então existente sobre esta questão.

 


publicado por codigo430 às 00:00
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Resposta do ME sobre a não entrega de objectivos individuais não passa de um conjunto de equívocos

 

Relativamente às dúvidas suscitadas em relação às consequências da não entrega de Objectivos Individuais pelos docentes, no âmbito da avaliação do desempenho, a resposta do Ministério da Educação ao Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares e, por esta via, à Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República não consegue sair da vulgaridade de outras respostas já antes divulgadas pela DGRHE/ME junto das escolas e assenta num conjunto de equívocos, que se lamentam. Resposta, aliás, contrariada pela própria Ministra quando, em entrevista recente, afirmou que eventuais penalizações ou inviabilização de avaliação seria algo a decidir pelas escolas, sacudindo, dessa forma, a água para capote alheio, o que é inaceitável. Se há responsabilidades pela confusão criada elas pertencem inteiramente ao ME, cabendo-lhe assumi-las em vez de as atribuir aos outros.

Na resposta que o ME fez chegar aos Deputados falta ainda, e era bom que não faltasse, um conjunto de esclarecimentos que, a serem referidos, faria ruir todo o castelo de argumentação ministerial.

 

A saber:

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais (OI) não é um dever profissional. Estes são apenas os que constam do artigo 10.º do ECD (Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro);

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais não constitui uma fase do processo de avaliação. Estas são as que constam dos artigos 44.º e 15.º, respectivamente do ECD e do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro;

 

- A apresentação, pelo docente, de uma proposta de objectivos individuais não é obrigatória. Obrigatória é a auto-avaliação, conforme estabelece o n.º 2 do artigo 16.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro. Como, aliás, refere a DGRHE/ME em informação enviada às escolas, a apresentação de proposta de OI é uma "possibilidade". Ou seja, um direito que, como tal, pode ou não ser exercido;

 

- Equívoca é, ainda, a utilização da expressão "fixação de objectivos individuais" e, principalmente, a falta de clarificação sobre quem tem competência para os fixar. De facto, tal competência não é do avaliado, mas do avaliador. O avaliado pode apresentar uma proposta de OI, mas compete ao avaliador fixá-los, podendo, para esse efeito, aceitar, ou não, os que são propostos. Foi, aliás, nesse sentido que a DGRHE/ME informou os presidentes dos conselhos executivos de que estes poderiam, se entendessem, fixar os OI de quem não tivesse apresentado qualquer proposta;

 

- Por fim, a FENPROF entende que o normal desenvolvimento do processo de avaliação não depende da existência de objectivos necessariamente fixados para cada docente, pois o artigo 8.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, já estabelece os "elementos de referência da avaliação".

 

Equívoca, mal construída e tecnicamente incorrecta, a resposta do ME apenas confirma a confusão em que mergulhou, mais uma vez, o processo de avaliação imposto aos professores, razão que reforça a necessidade da sua suspensão imediata, sob pena de se acentuarem ainda mais os conflitos e a instabilidade que atinge as escolas.

Ler mais


publicado por codigo430 às 06:00
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Quinta-feira, 12 de Março de 2009
A esperança de Jean Paul Sartre

 

 Do filme 'Encontro com Milton Santos'
 


publicado por codigo430 às 10:28
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Domingo, 8 de Março de 2009
O Caminhante faz o caminho caminhando.

 

 

 
 

 

Nunca os docentes foram tão atacados como o têm sido pelo Governo actual.

 

Que, com essas agressões, tem procurado concretizar as pretensas teses económicas de que é preciso ir buscar o dinheiro à classe média.

 

Afinal, essas teorias conduziram à crise geral que se vive e à grande confusão e consternação no sector da educação em particular.

 

Impôe-se reflectir e mudar. Algo que a própria arrogância coloca fora do alcance do Governo.

 

Sendo assim, ainda bem que há formas de substituir os governos...

 


publicado por codigo430 às 22:32
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O Cordão Humano na SIC, na TVI e na RTP.
 

Os comentários iniciais desfarováveis da jornalista da RTP eram desnecessários. Porque, para além de imprecisos, se inserem numa técnica muito conhecida de "desvalorização ou destruição da mensagem" e porque a jornalista da RTP não considerou apropriado fazer  comentários do género sobre o facto de o Secretário de Estado não ter estado disponível para receber os representantes sindicais dos docentes, mas estar pronto para receber e prestar declarações à RTP. Deve também  dar-se nota de que se tratou de uma acção de docentes pela sua dignidade profissional e pela escola pública e não de uma iniciativa "político/partidária", como parece que assim a viu a jornalista da RTP.

 Na minha opinião, o trabalho dos jornalistas da SIC e TVI é superior aos dos seus colegas da RTP. Gostaria muito de colocar aqui o vídeo da TVI, também. Infelizmente aquela estação de televisão não permite essa possibilidade.
Vídeos SPGL


publicado por codigo430 às 18:28
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