Blogue de opinião e divulgação.

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
António Cluny diz que emerge o direito a não ter direitos

 

António Cluny aludiu a um «discurso político dominante nos últimos anos» que disse centrar-se, no fundamental, em «encontrar soluções que traduzam a anuência dos cidadãos, não para a concretização dos seus direitos mas para a renúncia à sua efectivação».

 

«É esse, no fundo, o verdadeiro desígnio da actual política de reforma da Justiça», sublinhou o procurador-geral adjunto no Tribunal de Contas, que falava num debate sobre 'Direitos e Liberdades Democráticas'.

 

Noutro ponto da sua intervenção, Cluny disse que a situação económica vai envolver Portugal em profundas crises e dramas sociais que exigirão saídas políticas.

 

Mas advertiu que «comprimir a discussão e a expressão da busca dessas políticas por via de medidas repressivas (…) apenas pode conduzir ao desastre social».

 

Alertou, por outro lado, para a tentação de se «procurar confundir a contestação justa dos cidadãos e das suas forças sociais legítimas com comportamentos criminais» e de se «equiparar a defesa e expressão livre dos direitos constitucionais à subversão».

 

Quem insistir em fazê-lo, advertiu, pode «abrir as portas a um processo irrefreável que, no final, acabará até por devorar alguns dos primeiros defensores de tais métodos e propostas», advertiu.

Para Cluny, «nem Portugal, nem os portugueses ganharão de certeza com o definhamento dos direitos e o regresso do consentimento forçado, mesmo que esse falso consenso apareça disfarçado, de novo, com o nome de interesse nacional».

 

Lusa / SOL

 


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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Jornada Nacional de Luta e de Luto

 

 
 


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Domingo, 10 de Maio de 2009
Visitas surpresa?

 

Permanentemente, só para evitar a contestação? É de duvidosa ética. Um governante que sabe que não é desejado no país, ao ponto de ter de se deslocar em segredo, deveria ter a dignidade de proceder como é suposto acontecer em democracia: demitir-se.

 

Além do mais, a Sr.ª ministra, com indisfarçável ódio e sanha persecutória para com a classe docente,  deu corpo a uma política dita educativa, economicista de facto, baseada  em pressupostos (ideológicos) hoje completamente falidos.

 

A saber: "O Estado mínimo, o que era bom era reduzir o peso do Estado na economia e na sociedade. Era tudo para privatizar, incluindo a educação e outras funções sociais do Estado, que voltaria à configuração do século XIX, a seu cargo ficando apenas as forças militares e de segurança e pouco mais."

Essa ideologia retrógada, que disfarçaram de concepção científica, aplicada em toda a parte, conduziu à crise actual,  à crise no nosso país e no sector da educação em particular.

 

E é por isso que a Sr.ª ministra, não querendo assumir que errou, mantém-se no lugar, desloca-se sem se anunciar, por temor da justa indignação dos que tão gravemente prejudicou.

 
Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”
09-May-2009

7 de Maio de 2009, dia do patrono da ES/3 Dr. José Macedo Fragateiro. A Ministra da Educação aproveitou a efeméride para ir à escola entregar diplomas e, supostamente, ver a Escola antes das obras que aí vão ser realizadas. Tudo ocorreu com grande secretismo, mas, no próprio dia, adivinhava-se que a visita ia mesmo acontecer.

 

Ao final da tarde, no exterior, foram-se juntando professores/as de várias escolas de Ovar, vestidos de luto, que de mãos dadas em silêncio, foram ladeando a porta de entrada da escola, por onde presumivelmente passaria o carro da ministra.

Finalmente chegou, mas “num golpe de rins” o carro guinou para um portão lateral.

 

Maria de Lurdes Rodrigues teve medo daquele luto e daquele silêncio. A indignação foi tão grande que, espontaneamente, em coro (forte, muito forte) os professores gritaram: "há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!". Foi um momento de grande emoção colectiva.


Dentro da escola os professores também vestiam de luto.


A ministra entro, falou, entregou diplomas, mas os professores mantiveram-se obstinadamente juntos e silenciosos. Depois o "Canto Décimo", também de luto vestido dedicou o seu canto aos professores portugueses, e à memória de José Fragateiro, evocando a frontalidade democrática que o caracterizava, e que o faria, certamente, estar ao lado dos professores, nestes tempos tão difíceis que estão a passar.

 

No fim da sessão, um grupo de professores entregou à Ministra um documento de protesto, que deixamos aqui, para que conste. A resistência continua! E a Ministra foi-se embora sem visitar a Escola.

Senhora Ministra da Educação

Excelência

 

Hoje, dia 7 de Maio de 2009, a nossa Escola – a Escola Secundária com 3.º Ciclo do E.B. José Macedo Fragateiro – está em festa.

 

Durante todo o dia foi possível verificar, em muitos dos nossos espaços interiores e exteriores, o profissionalismo, a dedicação e empenho dos professores, dos alunos e dos funcionários que integram o conjunto da nossa comunidade escolar.

 

Ao longo do dia, por entre todas as actividades aqui realizadas, pudemos também perceber e sentir o espírito e a presença do legado que nos deixou o nosso patrono, colega e companheiro de alguns de nós em tempos difíceis do nosso sistema educativo, o Dr. José Macedo Fragateiro.

 

O Dr. Fragateiro foi e continua a ser para nós um modelo de pedagogo que, sem alaridos nem arruaça, soube mostrar-nos (a professores, a alunos e a funcionários) como se deve combater pela liberdade, pela justiça e pela qualidade da escola pública. O Dr. Fragateiro foi e continuará a ser para nós um exemplo de cidadão que não verga a cerviz e não cede a tiques de autoritarismo ou à imposição de quaisquer tipo de mordaça ou inibição da liberdade e autonomia que deve reger o verdadeiro trabalho docente (um magistério!)  nem ficaria indiferente perante toda e qualquer manifestação de ataque à dignidade e prestígio da função docente. Se cá estivesse ainda, certamente estaria ao nosso lado e não aceitaria a perda da democracia na gestão das escolas nem alinharia com processos de pseudo-avaliação de desempenho docente nem com a divisão da nossa carreira em diferentes categorias.

 

Neste dia, portanto, que foi de festa e de alegria, não poderíamos deixar de lhe manifestar – em nome da grande maioria dos professores desta escola – a nossa tristeza e mágoa por tudo o que o seu Ministério nos tem feito e continua a fazer, destruindo a nossa vontade de trabalhar mais e sempre em prol da formação dos nossos alunos como cidadãos livres, críticos e independentes.

 

A senhora Ministra sabe certamente as razões por que lhe dizemos isto.

 

Professores da Escola Sec. José Macedo Fragateiro

O Norte da Escola Pública
 


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Sábado, 9 de Maio de 2009
A primeira grande vitória

 

A Batalha de Moscovo

 

Onde a Vitória começou a acontecer
 


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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
O militarismo

 

 

A militarização crescente da sociedade. A utilização do recrutamento militar para resolver ou atenuar problemas sociais como o desemprego, as despesas militares crescentes são, diga-se o que se disser, políticas idênticas às que Hitler executou...
 


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Medina Carreira - Entrevista RCP/CM

 

 

Uma entrevista polémica. Com achegas úteis, evidentemente, mas cujo autor não pode ser encarado como o 'Santo Graal' que nos traz a indiscutível salvação, como por vezes parece ser entendido.
 


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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009
Eleições europeias a 7 de Junho

 

Teme-se uma grande abstenção nas eleições europeias de 7 de Junho próximo.

 

Votem muitos ou votem poucos, no final do dia 22 eurodeputados portugueses serão eleitos para o PE.

 

Não será, também por isso, preferível participar e tentar influenciar os resultados?

 

Os docentes, que tanto têm sofrido, não quererão dar uma lição ao Sócrates e contribuir para a criação de um clima político mais favorável aos seus interesses e ao bem do país, uma vez que é claro que o Governo prejudica uns e outro?

 

Mas estas não são eleições legislativas, pode-se dizer. Pois não, mas se o partido de José Sócrates obtiver um bom resultado logo não virá ele reclamar o apoio dos portugueses para a sua política e para o que tem andado a fazer aos docentes?

 

É isso o que queremos ouvir na noite de 7 de Junho?

 
 


publicado por codigo430 às 06:44
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Apoiante de Alegre diz-se perseguida pelo PS por causa das suas declarações

 

Rosário Gama tinha criticado o registo de faltas dos alunos
Rosário Gama, militante socialista apoiante de Manuel Alegre e presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária Infanta D. Maria, acusou hoje o PS de “não aceitar o contraditório, mesmo vindo do interior do partido”. E, em declarações ao PÚBLICO, apontou como “sinal” disso as questões que lhe foram colocadas por deputados socialistas sobre declarações que fez ao “Expresso” e que, denuncia, revelam “uma atitude persecutória sobre quem manifesta uma opinião contrária à do poder”.

Tem razão! Mas não se preocupe muito com isso. Estão desmiolados. É lamentável.

 

Responda-lhes simplesmente que dirige uma das melhores escolas do país, que pode ser apresentada como exemplo, o que não é o caso desses deputados e do Governo que apoiam, não são exemplo para ninguém!

 


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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
O caminhante faz o caminho caminhado

 

 


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Sábado, 2 de Maio de 2009
1.º de Maio

 

 Lisboa
 

 

Porto, onde foi nítido que a participação ultrapassava em muito a do 1.º de Maio de 2008
 


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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Ética mínima

 

Face às críticas dos pais que acusam os inspectores do ME que inquiriram alunos da Secundária de Fafe acerca de uma manifestação contra a ministra de terem utilizado, nos interrogatórios dos jovens, métodos "absolutamente inconcebíveis depois do 25 de Abril" e os terem incitado a acusar e denunciar os seus professores, defende-se a Inspecção-Geral da Educação dizendo que tudo o que fez foi "legal".

 

Juntamente com o "cumprimento de ordens", a "legalidade" sempre foi (foi-o em momentos sórdidos do século XX e continua a sê-lo) a explicação mais à mão para justificar o injustificável.

 

Como se só o que é ilegal fosse condenável. Os inspectores do ME terão contudo lido Jellinek na Faculdade e saberão que o direito é apenas o "mínimo ético" (e conhecendo nós quem faz as leis, podemos ter uma ideia de quão eticamente mínimo é esse mínimo…)

 

Ora talvez a um ministério da "Educação" seja exigível, nas relações com escolas e com jovens, um pouco mais - a não ser que no Ministério se esteja em greve à ética - que o cumprimento de serviços mínimos éticos.

 

Mas, se calhar, sou eu que estou a ver mal a coisa.

JN


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Lamentável atitude da candidatura do PS

 

Depois de tudo o que o governo do PS tem feito ao país e aos trabalhadores, os despedimentos, a precariedade, a desigualdade no rendimento, a alteração dos vínculos laborais, o endividamento do país, a destruição do aparelho produtivo nacional, o candidato que encabeça a lista do PS ao Parlamento Europeu, pessoalmente escolhido por José Sócrates de quem é apoiante indefectível, decide o inimaginável, apresentar-se no 1.º de Maio na manifestação da principal central sindical portuguesa, a CGTP-In, que tem sido incansável na resistência aos desmandos governamentais.

 

A recepção não foi agradável, como sabia e desejava o dito candidato do PS.

 

Que logo aproveitou para se colocar no centro dos acontecimentos do 1.º de Maio, desviar as atenções do justo descontentamento e indignação dos portugueses, fazer de vítima, ele que é o representante pessoal do governo mais arrogante e autoritário no pós-25 de Abril, e tirar dividendos políticos e eleitorais.

 

No fundo, uma manobra de provocação política clássica e que o PS já usou várias vezes.

 

Mas o que é que resta a este partido senão o desvario e a provocação, depois de 4 anos de desgoverno e de tantas mentiras, para tentar convencer os portugueses a votar nele a fim de eleger deputados, para mais quando sempre impediu os eleitores de votar em referendo  os diversos tratados europeus que assinou, o último dos quais o de Lisboa?

 

Este partido, esta espécie de cavalheiros, bem colocados na vida, que nunca caem no desemprego, pois para eles, saídos de um lugar há sempre logo outro bem remunerado onde se aconchegam, parece que não compreendem o sofrimento da generalidade dos portugueses, provocado pelo que fazem no governo e parlamentos ou pelo que apoiam que seja feito.

 

As pessoas sofrem, indignam-se, protestam e podem não conter o seu desespero ante a desvergonha dessa gente que ainda tem a lata de lhes aparecer para pedir ou sugerir o voto.

 

É triste, mas é a realidade. O PS fará tudo para continuar a atormentar os cidadãos e dizer que os outros é que são o problema.

 


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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
1.º de Maio! Participe!

 

 


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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Toca a reprimir

 

É a "educação" governamental!
"Alunos de Fafe interrogados sobre ‘manifestação dos ovos’" - Sol
Também se pode dizer que é para o que servem as maiorias absolutas. Para o Governo ficar impune ante todos os despautérios, como esta atitude «absolutamente inconcebível depois do 25 de Abril»
 


publicado por codigo430 às 13:10
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Domingo, 26 de Abril de 2009
Abril é um sonho, uma realização, um projecto...

 

E como não há Abril sem Maio...
 


publicado por codigo430 às 21:09
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Sábado, 25 de Abril de 2009
Precisamos de outro 25 de Abril

 

 

Reconhecer que hoje, 35 anos depois de Abril, Portugal não é uma "terra da fraternidade" e de que não é "o povo quem mais ordena" é a melhor forma de comemorar a Revolução do 25 de Abril de 1974, os seus feitos e esperanças.

 

A democracia, promessa de Abril, foi profundamente distorcida.

 

Portugal, ainda com algumas características democráticas herdadas de Abril,  é hoje fundamentalmente um Estado plutocrático.

 

Daí as crescentes e chocantes desigualdades; daí as enormes fortunas, que surgem num país empobrecido.

 

Por tudo isso, Portugal precisa de outro 25 de Abril, que pode ser em Maio, Janeiro, Outubro, Fevereiro, outro mês qualquer, para que seja, de facto, "o povo quem mais ordena" e para que se possam concretizar as esperanças de progresso e bem-estar social que já encheram as almas e os corações.

PRECISAMOS DE OUTRO ABRIL, é a consigna que deve mobilizar as mentes, as vontades e acção dos portugueses quando se comemoram 35 anos dos acontecimentos que foram um primeiro abalo da ordem injusta que, com outros métodos, continua a  amordaçar o nosso País.
 


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Sábado, 18 de Abril de 2009
A política das privatizações e do Estádo mínimo!

 

 
 


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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
A ordem informativa mundial

 

 


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Charlie Chaplin nasceu há 120 anos!

 

 

Discurso final do filme "O Grande Diatador"
 


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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Sabedoria indígena

 

 


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