Blogue de opinião e divulgação.

Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Algo começa a não estar bem!

 

O pior pode ainda estar para vir: a directora da Organização Mundial de Saúde (OMS) pede à comunidade internacional que se prepare para uma provável segunda vaga de gripe A. E Margaret Chan aponta o próximo grande desafio aos governos mundiais: garantir o fornecimento de vacinas.
Notícia completa
Comentário de "Furcas": Este alerta da OMS cheira-me a favorecimento das farmaceûticas. Como é possível saberem que irá haver mais vagas de gripe apenas com base numa possível mutação do vírus? Lançar um alerta destes sem terem a certeza de que irá haver uma mutação (mas não sofreu já uma ao ser transmissível de animais para pessoas e entre pesssoas?) parece-me suspeito, a não ser que sejam eles a provocarem a mutação....
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O mínimo que se pode dizer é que a tomada de posição da directora da OMS deixa muitas perplexidades.
 


publicado por codigo430 às 13:29
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Gripe A: As deficiências começam a ser muitas.

 

Ordem dos Médicos defende reactivação da linha de apoio específica para profissionais de saúde.

Mas isso não deveria ser evidente? É necessário vir a público reivindicá-lo para se fazer?
 

Ana Jorge acusa empresa que gera Linha Saúde 24 de não estar a cumprir contrato

Mas é apenas isso que o Governo faz? Do Governo não é de esperar outro tipo de acção, que não apenas queixas que qualquer utente poderá fazer?
O que tem andado a fazer o Governo neste caso? A tomar as medidas que se julgam adequadas ou, fundamentalmente, a fazer declarações para a comunicação social?
No caso da gripe suína, deve-se evitar o alarmismo - afinal, nos países do Sul, onde é Inverno agora, não parece que esteja a suceder a hecatombe que se temia - mas também a negligência que se pode revelar catastrófica.
 


publicado por codigo430 às 13:05
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Os interesses do negócio sobrepuseram-se ao da saúde das crianças

 

Laboratório que produz o Tamiflu deixou de vender a versão infantil em Portugal

 

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publicado por codigo430 às 00:37
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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Vírus da Gripe A propaga-se pelo contacto e mantem-se activo durante 8 horas

 

O contágio da Gripe A faz-se essencialmente pelo contacto, porque a estirpe mantem-se activa durante oito horas em qualquer superfície. Por este motivo, os médicos apelam à lavagem frequente das mãos.

 

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publicado por codigo430 às 22:11
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Autoridades admitem 20% a 25% da população portuguesa com Gripe A

 

 

Em directo na RTP, Francisco George, Director-Geral de Saúde, afirmou que as autoridades portuguesas admitem que 20% a 25% da população portuguesa será infectada com o vírus da Gripe A. Mas mais de 90% vai ficar em casa, sem necessidade de hospitalização.

 
Fica-se com a desagradável impressão de que Francisco George estava mais preocupado em não revelar o que saberá.

De qualquer modo, está-se a prever, em número redondos, 2 milhões e 500 mil portugueses infectados pela gripe A.

Mesmo que a maioria fique em casa, os serviços de saúde estão preparados para dar assistência a um tal volume de doentes?
E aí uns 200 mil devem ser hospitalizados. Haverá capacidade para tal?

Porque é que os ilustres doutores falaram em percentagens e não em números concretos de pessoas? As percentagens não adoecem, as pessoas é que sim.

A fazer fé no que disseram, nas crianças em idade pré-escolar, haverá cerca de 105 mil infectadas.
Nas crianças do ensino básico serão 343 mil.
E alunos do ensino secundário serão 104 mil os que adoecerão com a gripe A.

São estes os números aproximados, traduzidas as percentagens referidas com os dados do INE: http://alea.ine.pt/html/statofic/html/conhece/html/Portugal2008.pdf.

 E será para todas estas pessoas que é necessário ter resposta preparada. Sabe-se que as dificuldades poderão ser muitas. Mas se os serviços não estiverem devidamente prevenidos então é que o descalabro pode acontecer.
 
Não se falou de mortes nesta 'entrevista'. Nem a jornalista perguntou, pelo menos no que se pode observar no vídeo. Mas as declarações produzidas confirmam as previsões do Dr. Jorge Torgal, que fala em 75 mil mortes provocadas pela gripe. É um assunto muito sério. O País devia abrir um debate, e não é com o calculismo do director-geral que isso se faz, a não ser que a situação das pessoas não seja a verdadeira preocupação, mas sim isso do que chamam economia.
Ver: O País devia abrir um debate!
 
Mais da mesma entrevista:
Esperemos que a conclusão final do jornalista da RTP esteja correcta. Mas as palavras foram apenas suas.
 

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publicado por codigo430 às 13:19
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Sobre a gripe A

 

'The Lancet' advierte de los riesgos de una rápida producción de la vacuna para la gripe A

 

Alta tasa de efectos secundarios en niños que recibieron Tamiflu contra la gripe A

 Clique nos títulos para ler a notícia completa
 

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publicado por codigo430 às 12:00
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Crianças deveriam ficar em casa na fase mais grave da gripe A

 

As crianças devem ficar em casa nas fases em que a pandemia de gripe registe «muitos casos», mas como «isso nem sempre é possível» o investimento deve passar por prevenir a transmissão do vírus nas escolas, defende uma especialista.

 

Maria João Rocha Brito, infecciologista pediátrica e membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), explicou à Agência Lusa que «a situação ideal» nas fases em que se registem muitos casos de gripe A H1N1 é manter as crianças em casa.

artigo completo
 

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Domingo, 2 de Agosto de 2009
Estranho que o medo global seja fonte de lucros extraordinários para alguns

 

Algunos de los principales laboratorios farmacéuticos mundiales están obteniendo miles de millones de dólares de ingresos adicionales como consecuencia del miedo global a la propagación de la gripe porcina.
artigo completo
 

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Gripe A

 

(Re)Flexões

 

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
42 PERGUNTAS ACERCA DO VÍRUS H1N1 "GRIPE HUMANA A"

 

42 PERGUNTAS ACERCA DO VÍRUS H1N1 "GRIPE HUMANA A" e as respostas que foi dada pelos médicos do Centro Epidemiológico.

 

Director Geral do Centro Epidemiológico: Dr. Alejandro Macías Director de Nutrição: Dr. Zubirán

1.- P: ¿Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa massaneta de porta ou numa superfície lisa? 


  R: Até 10 horas.

 



2. -P: ¿Que utilidade tem o gel de álcool para limpar as mãos? 


     R: Torna inactivo o vírus e mata-o.

 

 


3.- P: ¿Qual é o meio de contágio mais eficiente deste vírus? 


     R: A via aérea não é a mais efectiva para a transmissão do vírus, o factor mais importante para a fixação do vírus é a humidade (mucosa do nariz, boca e olhos), o vírus não voa (a não ser que a pessoa portadora do vírus espirre a menos de um metro de distância de nós).
 

 


4.- P: ¿É fácil o contágio em aviões? 


     R: Não, é um meio pouco propício para o contágio.
 

 


5.- P: ¿Como posso evitar o contágio? 


     R: Não levar as mãos à cara, olhos, nariz e boca. Não estar próximo de uma pessoa possuidora da doença. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.

 

 


6.- P: ¿Qual é o período de incubação do vírus?


R: Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase de imediato.

 

 



7.- P: ¿Quando se devve começar a tomar medicamentos?


     R: Dentro das 72 horas do aparecimento dos sintomas os resultados são muito bons, a cura é de 100%.

 

 


8.- P: ¿Qual é a forma como se aloja o vírus no corpo?


     R: Por contacto (ao dar-se um aperto de mão ou beijar, através da mão numa massaneta, ou através do nariz, boca ou olhos (vidé a resposta à pergunta 3) 

 

 


9 - P: ¿O vírus é letal?


     R: Não, o que ocasiona a morte é a complicação da enfermidade causada pelo vírus, a pneumonia. 
 

 


10.- P: ¿Que riscos têm os familiares que viviam com a pessoa que faleceu? 


      R: Podem ser portadores e formar uma cadeia de transmissão.
 

 


11.- P: ¿A água das piscinas transmite o vírus?


       R: Não porque contem químicos e possui cloro.
 

 


12.- P: ¿Que faz o vírus quando provoca a morte?


      R: Uma cascata de reações como deficiência respiratória, pneumonia severa, é o que ocasiona  a morte.
 

 


13.- P: ¿Quando se inicia o contágio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?


       R: Desde que se possua o vírus, antes dos sintomas.

 



14.- P: ¿Qual é a probabilidade de uma recaída com a mesma enfermidade?


       R: De 0%, porque se fica imune a este tipo de vírus.
 

 


15.- P: ¿Onde se encontra o vírus no ambiente?


      R: Quando um portador espirra ou tosse(se este portador quando espirra ou tosse colocar a/s mão/s na frente do rosto, deve ir lavá-las de imediato e bem, porque a seguir pode ir cumprimentar alguém, ou abrir uma porta, ou pegar num papel ou documento para entregar  a outrem, ou pegar em dinheiro para efectuar um pagamento, e o vírus pode ficar em qualquer destas superfícies), quando haja humidade. Já que não se pode estirilizar o ambiente recomenda-se uma higiene extrema, a higiene das mãos.
 

 


16.- P: ¿O vírus ataca mais as pessoas asmáticas?


      R: Sim, são pacientes mais susceptíveis, mas por se tratar de um novo germe todos somos igualmente susceptíveis.

 



17.- P: ¿Qual é a população que é mais atacada por este vírus?


       R: Dos 20 aos 50 anos de idade.
 

 


18.- P: ¿é útil o uso de máscaras?


      R: Há algumas de melhor qualidade que outras, mas se você está são é contraproducente, porque os vírus pelo seu tamanho atravessam-no como se não existisse a máscara, porque com o uso contínuo desta, cria-se na zona do nariz e boca um microclima húmido propício ao desenvolvimento viral: mas se estiver infectado, deve usá-la para NÃO infectar os demais,  ainda que seja relativamente eficaz.
 

 


19.- P: ¿Pode-se fazer exercício ao ar livre? 


      R: Sim, o vírus não tem asas.
 

 


20.- P: ¿A toma deVitamina C não evita o contágio?


      R: Não serve de nada para prevenir o contágio deste vírus, mas ajuda a resistir ao seu ataque.
 

 


21.- P: ¿Quem está a salvo desta enfermidade ou quem é menos susceptível?


      R: Ninguém está a salvo, o que ajuda é a higiene dentro de casa, escritórios, utensílios e não frequentar lugares públicos.
 

 


22.- P: ¿O vírus move-se?


      R: Não, o vírus não tem patas nem asas,algo o empurra a entrar dentro do organismo.
 

 


23.- P: ¿Os animais domésticos podem ser transmissores do vírus?


      R: Este vírus NÃO, provávelmente podem contagiar-nos com outros tipos tipo de vírus.

 



24.- P: ¿Se for a um velório de alguém que morreu devido a este vírus, posso contagiar-me?


      R: NÃO.
 

 


25.- P: ¿Qual é o risco deste vírus em mulheres grávidas?


      R: As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas em dobro, podendo tomar os antivirais em caso de contágio mas estritamente com controlo médico.

 



26.- P: ¿O feto pode ficar com lesões se uma mulher grávida fôr contagiada com este vírus? 


      R: Não sabemos que estragos possam criar no processo, já que é um novo vírus.
 

 


27.- P: ¿Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?


      R: Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, salvo se tiver sido prescrito por problemas           coronários, nesse caso continue tomando.
 

 


28.- P: ¿Serve de algo tomar antivirais antes dos sintomas? 


       R: Não serve de nada.
 

 


29.- P: ¿As pessoas con HIV, diabetes, sida, cancro etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sã se fôr contagiada pelo vírus?


       R: SIM.
 

 


30.- P: ¿Uma gripe convencional forte pode converter-se nesta enfermidade?


      R: NÃO.
 

 


31.- P: ¿O que mata o vírus?


       R: O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, gel de álcool.
 

 


32.- P: ¿Que fazem os hospitais para evitar contágios a outros enfermos que não tenham o vírus? 


       R: O isolamento.
 

 


33.- P: ¿O gel de álcool é efectivo?


      R: SIM, muito efectivo.
 

 


34.- P: ¿Se estiver vacinado com a gripe sazonal sou inócuo a este vírus?


       R: Não serve de nada, ainda não há vacina para este vírus.
 

 


35.- P: ¿Este vírus está sob controle?


       R: Não totalmente, mas já se estão tomando medidas agressivas de contenção.
 

 


36.- P: ¿Que significa passar de alerta 4 a alerta 5 e alerta 6?


      R: A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus propagou-se de pessoa a pessoa em mais de 2 países; e a fase 6 é porque se propagou a mais de 3 países.
 

 


37.- P: ¿Quem foi contagiado com este vírus e se cura, fica inmune?


       R: SIM.
 

 


38.- P: ¿A crianças com tosse e gripe possuem este vírus?


      R: É pouco provável, as crianças são pouco afectadas, no entanto devem consultar o médico.
 

 


39.- P: ¿Medidas que quem trabalha deve tomar?


      R: Lavar as mãos muitas vezes ao dia.
 

 


40.- P: ¿Posso contagiar-me ao ae livre?


       R: Se houver gente infectada que tussa e/ou espirre, pode acontecer, ainda que a via aérea seja de pouco contágio.
 

 


41.- P: ¿Pode-se comer carne de porco?
       R: SIM, não há qualquer risco de contágio.
 

 


42.- P: ¿Qual é o factor determinante para se saber que o vírus já foi controlado?


      R: Ainda que agora já seja controlada, o inverno boreal (hemisfério norte) pode regressar sem que todavia ainda exista vacina.

Kristen Neiling
Dirección y Producción

Agencia CPl.News ®
Recebido por mail

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Externato fechado em Lisboa devido a cinco casos de gripe A

 

Um externato de Lisboa foi encerrado e está a ser sujeito a medidas previstas no plano de contingência de resposta à gripe A (H1N1), depois de ali terem sido detectados cinco casos de crianças infectadas com esta doença. As crianças estão a recuperar em casa e não há razões para alarme, frisou o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, em conferência de imprensa convocada para prestar esclarecimentos sobre a situação.
 
INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS
ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO
 Dois gestos de protecção
CUIDADOS A TER
Como se pode proteger a si e aos outros
Como lavar as mãos?
Portal da Saúde
 
A gripe A no blog
 

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Gripe A: OMS declara pandemia

 

A Organização Mundial de Saúde aumentou o nível de alerta da gripe A H1N1 para o nível máximo: 6. Esta decisão significa que foi declarada a pandemia, anunciou hoje o governo sueco em comunicado. 
DN
Quais são as implicações daqui resultantes?
Que instruções para as escolas, locais de concentração de pessoas, por excelência?

E o corte de 1/6 do vencimento nos primeiros 30 dias de atestado médico, vai manter-se?

Então a um docente, a um assistente técnico ou a um assistente operacional é aconselhado, determinado, que fique em casa, ou é hospitalizado, e a ainda lhe cortam 1/6 do vencimento nos primeiros 30 dias?

 

É isto admissível?

 
A gripe A no Lux Ad Lucem
 


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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Los culpables de la gripe porcina

 

 
Le Monde Diplomatique
No se trata de una maldición del cielo ni de un azaroso dictado del destino. La epidemia de gripe A(H1N1) surgida en México tiene responsables concretos: el primer nombre propio es el de la empresa estadounidense Smithfield Foods Inc., la productora de carne porcina más importante del mundo. Varias investigaciones apuntan a los gigantescos criaderos de cerdos que esta transnacional posee en el pueblito mexicano de La Gloria –cuyas condiciones higiénicas y de hacinamiento son espantosas– como el origen del flagelo.

En la ribera texana del ancho Valle del Río Grande, a dos pasos de la frontera con México, se halla Harlingen. En esa pequeña y coqueta ciudad estadounidense, el pasado 5 de mayo falleció Judy Trunnell, una joven maestra de escuela de 33 años que acababa de dar a luz, por cesárea, a una niña radiante y saludable. “Era una persona maravillosa, cálida. Se consagraba a la educación de niños discapacitados”, declararon sus familiares y amigos, que acudieron a su vivienda, situada en una luminosa calle de esa localidad, para expresar su pésame en el funeral (1).
El destino quiso que Judy fuese la primera estadounidense fallecida a causa del virus de la nueva gripe que la Organización Mundial de la Salud (OMS) llama ahora A(H1N1). Un nombre aséptico para evitar el uso de “gripe mexicana”, que contraría a las autoridades aztecas, o de “gripe porcina”, que enfada a los grandes industriales de carne de cerdo.

Sin dejarse distraer por esa astucia terminológica, el marido de Judy, Steven Trunnell, presentó ante un juez, el pasado 11 de mayo, una demanda contra la empresa productora de carne porcina más importante del mundo: Smithfield Foods Inc. Esta multinacional detenta –vía su filial mexicana Granjas Carroll– unos gigantescos criaderos de cerdos cerca de un pueblito de tres mil habitantes, La Gloria, perteneciente al municipio Perote, en el Estado mexicano de Veracruz.

El abogado de Steven Trunnell, Marc Rosenthal, reveló que esa compañía posee más de un millón de cerdos hacinados en las 200 porquerizas situadas en los alrededores de La Gloria. Añadió que los habitantes locales se quejan de la hediondez y de las pésimas condiciones higiénicas de las cochiqueras. La demanda tratará de reclamar daños y perjuicios por “la muerte injusta de Judy, provocada por Smithfield Foods”, y reclamará “unos mil millones de dólares”. Marc Rosenthal (2) se propone denunciar el horror de los insalubres criaderos industriales de puercos y aportar pruebas de que la gripe A(H1N1) tuvo su origen en esas inmundas pocilgas de La Gloria, desde donde se está propagando a todo el planeta.

Paraísos para virus Aunque la empresa Smithfield Foods niega cualquier relación entre sus instalaciones y la aparición de un foco de nueva gripe a las puertas de sus granjas (3), un informe reciente de GRAIN (4) parece confirmarlo. Los expertos de esta organización no gubernamental alertan que el aumento en gran escala de zahúrdas industriales ha creado las condiciones perfectas para el surgimiento y dispersión de nuevas formas de gripe altamente virulentas. Tales criaderos constituyen bombas de tiempo listas para desencadenar epidemias mundiales. Ya en 2006, unos investigadores del Instituto Nacional de Salud (NIH, por su sigla en inglés) de Estados Unidos habían declarado: “La alta concentración de enormes cantidades de animales apretujados en muy poco espacio facilita la rápida transmisión y mezcla de los virus” (5).

Tres años antes, en marzo de 2003, la revista Science (6) ya había advertido que la gripe porcina estaba evolucionando en fase rápida a causa del aumento del tamaño de los criaderos industriales y del uso generalizado de antibióticos y vacunas. Los virólogos alertaban precisamente a México y a Estados Unidos del peligroso cóctel vírico que estaba por venir (7). Afirmaban lo siguiente: “Parece que después de años de estabilidad, el virus de la gripe porcina de América del Norte se halla en una fase de rápida evolución y cada año produce nuevas variantes”.

Achacaban la fulgurante mutación de los virus a dos causas: el hacinamiento en criaderos insalubres de un número cada vez mayor de cerdos, y la práctica de vacunar a las hembras, ya que la vacuna actúa seleccionando nuevos virus mutantes. Esos dos factores, avisaban los expertos, “aumentan la probabilidad de que emerja un nuevo virus transmisible entre humanos”. Luego, ya sea por los excrementos, el alimento, el agua, o incluso las botas de los trabajadores, el virus se disemina de modo imparable.

En ese mismo artículo, el Dr. Christopher Olsen, virólogo molecular en la Facultad de Veterinaria de la Universidad de Wisconsin, en Madison, hasta se atrevió a profetizar: “Ahora debemos buscar en México la granja donde va a aparecer la próxima pandemia”. (8)

Aunque la OMS, en sus últimos comunicados, no haya confirmado que el brote tuvo ahí su origen, todo indica que esa granja se ha localizado. Y que el infierno de la actual epidemia empezó en La Gloria, a escasa distancia de los criaderos de cerdos de la empresa Smithfield.

Gigante productor de carne porcina, Smithfield Foods Inc. es una de las mayores empresas agroalimentarias del planeta y el número uno mundial de la carne de cerdo. Su sede se encuentra en la ciudad de Smithfield, Virginia, y posee filiales en nueve países a través del mundo. En España, Smithfield Foods controla el 24% del capital de Campofrío, líder español de la producción de carne de cerdo. Campofrío se fusionó, en junio de 2008, con la filial europea Smithfield Holdings (9) del gigante norteamericano para formar una nueva empresa: Group Campofrío (10).

Con una cifra de negocios de casi 12 mil millones de dólares, Smithfield Foods es la tercera compañía estadounidense más poderosa en la producción de alimentos, después de Archer Daniels Midland y de Tyson Foods. En 2008, ocupó el lugar número 222 entre las 500 firmas más importantes del mundo, según la revista Fortune (11). Pero esta compañía, que abastece a las cadenas de comida rápida McDonald’s y Subway, ha sido frecuentemente acusada de contaminar agua, suelo y aire, y de no respetar los derechos de sus trabajadores. En su informe de 2005, Sangre, sudor y miedo. Derechos de los trabajadores en las plantas cárnicas y avícolas de Estados Unidos, la organización no gubernamental Human Rights Watch denunció duramente sus abusos (12). También fue multada, en 1997, con 12.300.000 dólares por violar la Ley de Aguas Potables (13).
Contaminar el Tercer Mundo

Para evitar esas acusaciones, Smithfield Foods trasladó parte de sus criaderos a países como México, Rumania y Polonia, en los que las leyes en favor del medio ambiente son más relajadas o inexistentes, y donde algunos políticos están más dispuestos a dejarse corromper (14). Mediante su filial Granjas Carroll, Smithfield se instaló en la remota zona rural mexicana de La Gloria en 1994, aprovechando el Acuerdo de Libre Comercio entre México, Estados Unidos y Canadá. Allí, gracias a la complicidad de políticos locales, no tiene que preocuparse de ser acusado de violar ley alguna sobre el medio ambiente.

En el interior de barracas con ventilación deficiente e iluminación constante para estimular su crecimiento, los cochinos viven encerrados en jaulas que impiden su movimiento. Son engordados hasta alcanzar unos 120 kilos. Los criaderos son verdaderas ciudades de cerdos, rodeadas de mares de heces y bazofias.

La contaminación provocada y su impacto en la salud de los habitantes vecinos, así como las lagunas en que depositan los desechos animales, propiciaron a partir de 2004 el surgimiento de un movimiento ecologista de protesta. Granjas Carroll respondió reprimiéndolo.

Muchos vecinos de La Gloria y de una decena de comunidades, que viven desde hace años con esa hediondez y respiran día y noche una peste infernal, se unieron para protestar en contra de la expansión de la trasnacional. Organizaron asambleas y marchas, y la empresa los demandó por difamación. Varios activistas fueron reprimidos y procesados, otros detenidos y obligados a pagar una fianza para salir de prisión.

Un corresponsal del diario La Jornada (15), Andrés Timoteo, se desplazó al poblado para describir el ambiente en el que viven los habitantes: “Nubes de moscas emanan de las lagunas de oxidación donde la empresa Granjas Carroll vierte los desechos fecales de sus granjas porcícolas; y la contaminación a cielo abierto ya generó una epidemia de infecciones respiratorias (…) El vector epidémico serían las nubes de moscas que despiden las granjas porcícolas y las lagunas de oxidación donde la empresa mexicana-estadounidense arroja toneladas de estiércol”.
Los habitantes atribuyen la aparición de infecciones a esa polución y al envenenamiento de las aguas y de la atmósfera.

Otro reportero, Jorge Morales Vázquez, contó en Milenio (16) cómo los pobladores llevan años protestando contra la expansión indiscriminada de la empresa porcícola y cómo han sufrido persecución policíaca, represión y amenazas. A su vez, durante su recorrido, el periodista constató “el fétido olor proveniente de las granjas de cerdos que se respira durante todo el día en la pequeña comunidad de apenas tres mil habitantes, así como la existencia de enjambres de moscas que infestan los domicilios de las familias”. Verificó asimismo la proximidad de las “lagunas de oxidación” en las que se someten a un proceso de descomposición aéreo los desechos fecales de los cerdos –que se convierten en gas metano–, responsables del nauseabundo hedor que inunda la zona. El reportero transmitió que se sospecha, además, que haya problemas de filtración a los mantos freáticos. Y pudo observar los llamados “biodigestores”, fosas cubiertas con una puerta de metal, en donde se arrojan los cadáveres de cerdos enfermos o muertos por peleas en las pocilgas.

“En esos agujeros cavados en el suelo –relató– los cadáveres se descomponen, lo que representa una fuente más de contaminación y proliferación de moscas del tamaño de abejas que llaman ‘muerteras’, las cuales, empujadas por el viento, viajan en enjambres hasta La Gloria e invaden los domicilios…” Muchas familias declaran haber sido afectadas por frecuentes dolores de cabeza, enfermedades gastrointestinales y de las vías respiratorias, y han desarrollado diarreas, tos, infecciones de garganta, vómitos y fiebre.
Ocultamiento diplomático
En este lugar, presumiblemente, el virus A(H1N1) saltó de los cerdos a los humanos en algún momento entre noviembre de 2008 y enero de 2009. Y pudo haber comenzado a infectar a grandes cantidades de personas a partir de principios de marzo (17).

Las autoridades federales mexicanas no difundieron públicamente la información. Pero, a fines del año pasado y principios de 2009, el número de enfermos fue tan insólito que varios organismos internacionales de salud empezaron a preocuparse por lo que estaba ocurriendo en La Gloria.

De tal modo que el pasado 6 de abril –o sea, 18 días antes de que el Gobierno mexicano alertara a la OMS de la aparición de un nuevo virus de gripe humana–, la web de Biosurveillance, que pertenece a Veratect (18), Centro del Gobierno estadounidense encargado de la información epidemiológica, reportó que en La Gloria se estaba produciendo una serie de extraños casos de “infecciones respiratorias parecidas a la bronquitis neumónica, con fiebre y fuerte tos” y que “el 60% de los habitantes” padecía de una nueva y atípica enfermedad.

Es probable que el Ejecutivo azteca supiera pronto que un foco infeccioso grave de una gripe desconocida se había producido en el valle de Perote y que, sin que los tratamientos habituales pudieran impedirlo, el mal se estaba difundiendo rápidamente a través del país. Pero no dio la alerta, ni movilizó seriamente a sus servicios de salud y a sus investigadores científicos. Tampoco informó, en ese momento, a la Organización Mundial de la Salud de la gravedad de una situación que se le estaba yendo de las manos.

¿Por qué actuó de ese modo el Gobierno mexicano? Según algunos analistas locales, esa “discreción” se puede explicar porque, cuando surgieron los primeros casos, se acercaban las vacaciones de Semana Santa. Período crucial, en tiempos de recesión, para la industria turística del país.

Pero todo indica que la causa principal de semejante silencio fue diplomática. Se trataba de evitar a toda costa que, por razones de seguridad sanitaria, se pospusiese la visita oficial de Barack Obama, prevista para los días 16 y 17 de abril, que representaba la segunda salida al extranjero del Presidente estadounidense tras su estancia en Canadá en febrero pasado. Para el presidente Felipe Calderón, cuya elección en julio de 2006 fue muy controvertida (19), la visita del mandatario estadounidense era una consagración definitiva. Nada –ni siquiera la amenaza de un nuevo virus devastador– debía retrasarla.

Prueba de lo avanzada que estaba ya por esas fechas la epidemia es que ya había llegado al propio entorno de Felipe Calderón. El arqueólogo Felipe Solís, quien recibió –con Felipe Calderón– en el Museo Nacional de Antropología de México al Presidente de Estados Unidos, estaba contaminado y murió seis días después de la visita del mandatario estadounidense. Un asesor del secretario estadounidense de Energía, Steven Chu, que había ido a México para preparar el viaje del presidente Obama, se contagió también con la nueva enfermedad. El portavoz de la Casa Blanca, Robert Gibbs, reconoció que la esposa, el hijo y hasta el sobrino del funcionario también presentaron síntomas de la nueva gripe (20).

Ante la amplitud que tomaba la pandemia, los servicios mexicanos de salud decidieron por fin actuar enviando muestras médicas tomadas de algunos enfermos de La Gloria a laboratorios de Estados Unidos y Canadá. Fue el Laboratorio Nacional de Microbiología de la Agencia de Salud Pública de Canadá, en Winnipeg, el que detectó el 24 de abril el nuevo virus que contiene elementos de la gripe aviar, de la porcina y de la humana juntos, al analizar una muestra tomada en un niño de cinco años que se había enfermado en marzo pasado.

Ese niño, hoy ya curado, identificado como el primer ser humano infectado por la virulenta cepa de la nueva gripe porcina –el “paciente cero”–, se llama Edgar Hernández y su historia, narrada por The New York Times (21), lo ha hecho famoso en el mundo entero. Edgar ha contado los severos síntomas que sufrió cuando todo empezó en La Gloria el 9 de marzo pasado: su cabeza le ardía, tosía, le dolía la barriga, la garganta y no tenía ganas de comer (22).

Según la revista Science (23), en su artículo difundido el pasado 11 de mayo, se estimaba que el 24 de abril, fecha en que México hizo pública la pandemia, ya presumiblemente había en ese país entre 6.000 y 32.000 casos de gripe porcina, o sea, muchos más que los confirmados por los laboratorios.

Hay poca evidencia de que este brote de gripe A(H1N1) sea, por el momento, más peligroso que las infecciones rutinarias de las cepas usuales de los virus estacionales, que cada año causan la muerte de entre 250.000 y 500.000 personas en el planeta. Sin embargo, según Science, el virus A(H1N1) parece mucho más contagioso que el de la gripe común. Otro elemento preocupante: ataca más a los jóvenes sanos. Por ejemplo, en La Gloria hubo el doble de niños de menos de 15 años contaminados, en comparación con los adultos. Según datos publicados en la web del New England Journal of Medicine (24), el 40% de los afectados tiene entre 10 y 18 años; y apenas el 5% tiene más de 50.

Por su parte, la Organización Mundial de la Salud ha advertido que el nuevo virus aún puede mutar, hacerse mucho más virulento y causar una pandemia que se podría propagar hasta tres veces. La OMS señala que “la gravedad de esta gripe está influida por la tendencia de las pandemias a dar la vuelta al mundo en al menos dos y quizás tres oleadas”.

Actualmente, en el hemisferio austral empieza el período habitual de la gripe, y el virus A(H1N1) podría allí foguearse con los antivirales (Tamiflu) y proceder a una nueva mutación para regresar al hemisferio boreal en octubre próximo en condiciones mucho más virulentas, como lo hizo la terrible “gripe española” en 1918. Todo indica sin embargo que la nueva epidemia será menos severa que la de 1918, aunque algunos expertos estiman que será tan letal como la de 1957 (la “gripe asiática”), que causó más de dos millones de muertos ... Otro riesgo es que el virus se combine con el de la gripe aviar, el temible H5N1 asentado en varios países, y produzca un letal mutante asesino de masas…

Para proteger a sus ciudadanos, los gobiernos del planeta están ahora adquiriendo cantidades importantes del medicamento antiviral Tamiflu (oseltamivir), uno de los pocos tratamientos eficaces (se toma en cápsulas por vía oral) para combatir el virus mutado H1N1, y recomendado incluso por la OMS.
Rumsfeld se enriquece
La historia del Tamiflu, en estas circunstancias, no deja de ser sugestiva. Fue descubierto por la firma biofarmacéutica Gilead Sciences Inc., cuya sede se encuentra en Foster City, California. Gilead cedió los derechos de fabricación y de comercialización a la empresa multinacional suiza
Roche, la cual le revierte el 22% de los beneficios anuales por las ventas de Tamiflu.

Es interesante notar que Donald Rumsfeld, el ex-secretario de Defensa del presidente George W. Bush y uno de los principales instigadores de la invasión ilegal de Irak (25), fue presidente de Gilead Siences Inc. desde diciembre de 1997 hasta hacerse cargo del Pentágono en 2001, y conserva un importante paquete de acciones.

Una de las primeras medidas de Rumsfeld cuando asumió su cargo en el gobierno fue declarar el Tamiflu de uso obligado en el seno de las fuerzas armadas (26). Las ganancias de Roche y de Gilead –y por consiguiente el enriquecimiento personal de Donald Rumsfeld– se dispararon. Las acciones de la empresa se vieron también altamente beneficiadas en Bolsa a partir de 2003, cuando surgieron en Asia las amenazas de epidemias del Síntoma Respiratorio Agudo Severo (SRAS) y del virus H5N1 de la gripe aviar.

Fascinados por la teoría del complot, algunos han llegado a deducir que el detestado Rumsfeld debe estar implicado, de una manera u otra, en el surgimiento de estas epidemias y en particular en la aparición del nuevo virus mutante A(H1N1).

Es poco probable. La principal responsabilidad de esta grave amenaza sanitaria reside en la industrialización delirante de la producción pecuaria. El despiadado sistema de cría intensiva ha transformado radicalmente el sector. Hoy se parece más a la industria petroquímica que a la feliz granja familiar que aún describen los manuales en las escuelas (27). En 1965, por ejemplo, había en Estados Unidos 53 millones de cochinos repartidos entre más de un millón de granjas; ahora hay 65 millones de cerdos concentrados en sólo 65.000 explotaciones. En España hay actualmente 25 millones de cerdos (más de medio cerdo por habitante…), el 92% de ellos criados en explotaciones intensivas semejantes a las de las mexicanas Granjas Carroll de La Gloria. Se ha pasado en poco tiempo de las porquerizas caseras a infiernos concentracionarios en los que se hacinan, en medio de la hediondez y bajo calores asfixiantes, decenas de millares de animales que intercambian virus patógenos con gran intensidad.

Ese tipo de ganadería inhumana, intensiva y productivista, que desanimaliza al animal y lo considera como un mero “producto industrial”, un simple “material” que da carne y procura beneficios financieros, es el culpable de la pandemia en curso (28). Cuando, por los propios excesos de empresarios insensatos, ese depravado modelo revienta, el desastre sanitario amenaza con afectarnos a todos…
1 AP, 6-5-09.
2 Austin American-Statesman, 13-5-09.
3 “Smithfield Foods Reaffirms No Incidence of A(H1N1) In Any of Its Herds or Employees”, http://investors.smithfieldfoods.com/releasedetail.cfm?ReleaseID=381309
4 “Influenza porcina: un sistema alimentario que mata. La industria de la carne desata una nueva plaga”, www.grain.org/articles/?id=49
5 http://cruzrojoepidemiologia.wordpress.com/
6 Bernice Wuethrich, “Infectious Disease?: Chasing the Fickle Swine Flu”, Science, vol. 299, n° 5612, marzo de 2003.
7 La Organización Mundial de la Salud también alertó, en 1999, de un posible brote de gripe porcina en México y recomendó crear laboratorios para desarrollar tratamientos de inmunización, con el objetivo de garantizar la disponibilidad de vacunas. A pesar de esas advertencias, México sigue sin poseer la infraestructura para desarrollar y producir vacunas contra el virus de gripe porcina. Peor aun, el Gobierno federal desmanteló dos institutos especializados y dejó de invertir en la creación de productos biológicos.
8 www.agenciamn.com/index.php/De-Pe-a-Pa/Mexico-sabia-de-la-amenaza.html
9 Esta firma opera en Francia, Portugal, Bélgica, Holanda y Alemania. En Francia controla los grupos Aoste (marcas Calixte, Cochonou, Justin Bridou) y Jean Caby.
10 Sus principales accionistas son: Smithfield Foods (37%), Oaktree Capital (24%), Pedro y Fernando Ballvé (12%), la familia Díaz (5%), Caja Burgos (4%), QMC (2%) y el grupo Fuertes (2%).
11 Fortune, 28-5-08, http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune500/2008/snapshots/728.html
12 www.hrw.org/reports/2005/usa0105/resumen_sp.pdf
13 F. William Engdahl, “Cerdos voladores, Tamiflu y granjas industriales”, 3-5-09. (Traducido del inglés por Felisa Sastre, www.lahaine.org/index.php?p=37648)
14 Luis Hernández Navarro, “Las ciudades de cerdos de Smithfield”, La Jornada, México, 12-5-09.
15 La Jornada, México, 5-4-09.
16 http://impreso.milenio.com/node/8559659
17 “Pandemic Potential of a Strain of Influenza A (H1N1): Early Findings”, Science, 11-5-09.
18 www.veratect.com/media.html
19 Ignacio Ramonet, “México fracturado”, Le Monde diplomatique, ed. Cono Sur, Buenos Aires, agosto de 2006.
20 www.rtve.es/noticias/20090430/miembro-del-sequito-obama-muestra-sintomas-gripe/273070.shtml
21 The New York Times, 29-4-09.
22 www.abc.es/20090430/nacional-sociedad/todo-empezo-edgar-20090430.html
23 Véase nota 17.
24 http://healthmap.org/nejm/
25 Véase Ignacio Ramonet, Irak, Historia de un desastre, Debate, Madrid, 2005.
26 Ernesto Carmona, “La influenza porcina ¿beneficia al Tamiflu de Donald Rumsfeld?”, www.rebelion.org
27 Mike Davis, “La gripe porcina y el monstruoso poder de la gran industria pecuaria”, www.sinpermiso.info/textos/index.php.?id=25258
28 Carlos Martínez, “Una multinacional americana es denunciada como culpable del brote de la gripe porcina”, http://www.rebelion.org/noticia.php?id=84566
 
 


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Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Influenza A-H1N1 ¿made in USA?

 

La epidemia o pandemia derivada de la influenza A-H1N1 ha terminado convirtiéndose en una controversia internacional en la que se busca culpar a alguien y México parece ser el elegido por haber sido el primero en hacer pública la situación y adoptado las medidas que se conocen a nivel mundial, medidas que ningún otro país ha tomado. Sin embargo, y aunque la Organización Mundial de la Salud se sumó a la crítica diciendo que el gobierno mexicano había desestimado las advertencias que le hizo el 11 de abril, día en que coincidentemente se conoció el primer caso de influenza atípica en El Perote, Veracruz, ahora han surgido otras informaciones que apuntan a Estados Unidos.

 

El diario de Washington Post, que ya en su edición sabatina había formulado críticas a la forma en que opera el aparato de salud del país del norte, publicó en su edición dominical un amplio reportaje en el que deja en claro que las autoridades sanitarias de esa nación registraron el 30 de marzo el primer caso de un virus que no pudieron identificar. Ese día, en el sur de California, un niño de 10 años había desarrollado un cuadro de tos y fiebre, al que normalmente no le habrían dado importancia. Pero el Centro de Investigaciones de Salud de la Armada estadunidense de San Diego estaba participando en un ensayo clínico de un test de 30 minutos sobre virus, de modo que tomaron una muestra de flujo nasal del niño.

 

Los virólogos, expertos en influenza estacional, no lo pudieron identificar. Mandaron entonces la muestra al laboratorio de la Clinica Marshfield en Wisconsin, donde concluyeron que el paciente A, como se conocía al niño, estaba infectado con un virus de infuenza imposible de reconocer y enviaron la muestra a un laboratorio estatal, adonde llegó después de las 3 de la tarde del 10 de abril, cuando estaban cerrando por el feriado de Semana Santa.

El director preguntó si era de alto riesgo, pero al saber que la muestra era de un niño que no había salido del país y que se había recuperado, decidió que la prueba podía esperar. Sospechó que podía haberse tratado de influenza porcina, algo raro pero no desconocido, según comentó después. Además, la influenza porcina es frecuente en los cerdos y raramente de desarrolla en los humanos. Después, una niña de 9 años, de Atlanta, tuvo una influenza que tampoco se pudo identificar, sólo se estableció que no era la ya conocida, pero esta vez el director del laboratorio de la Armada alertó al Centro de Control de Enfermedades de que algo andaba mal.

 

El 13 de Abril el secretario de Salud de México envió un correo electrónico al Centro de Control de Enfermedades estadunidense, en el que describía una enfermedad respiratoria inexplicable. Uno de los directivos de ese centro dijo, según el Washington Post, que la mayoría de las enfermedades respiratorias eran inexplicables y que era difícil saber lo que pasaba a miles de millas de distancia. Otros funcionarios tampoco le dieron importancia porque habían visto casos de influenza porcina en niños que visitaban zoológicos o granjas y jugaban con cerdos, pero que se curaban rápido porque la influenza porcina moría también rápido.

 

Luego empezaron a abundar los casos en Estados Unidos, incluso un miembro de la avanzada presidencial que organizaba la visita de Obama a México contrajo el virus y obviamente se dijo que eso había ocurrido en su permanencia allí, aunque todo indica que fue a raíz de este caso empezaron a considerar la posibilidad de que se tratara del mismo virus que ya también había aparecido en Canadá. La confirmación de que era el mismo en los tres países se obtuvo el 23 de abril, día en que Nancy Cox, del Centro de Control y Prevención de Enfermedades de Estados Unidos se lo comunicó telefónicamente al secretario de Salud de México y el gobierno dispuso de inmediato las medidas de emergencia conocidas.

 

La detallada crónica del Washington Post permite establecer que pasaron 23 días antes de que se pudiera saber de qué se trataba, entre otras cosas porque un funcionario decidió que las pruebas de laboratorio del flujo nasal de un niño de 10 años podían esperar y se fue a vacaciones de Semana Santa. Sin embargo, los dardos no llegan a Washington sino a Ciudad de México y están provocando agresiones y trato abusivo a mexicanos en otros países y generando un peligroso clima anti-migrantes en Estados Unidos.

Frida Modak, periodista, fue Secretaria de Prensa del Presidente Salvador Allende.
alai
 


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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
O País devia abrir um debate!

 

Gripe A H1N1: Epidemia poderá provocar dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos em Portugal
O director do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Jorge Torgal, alertou hoje que se houver uma verdadeira epidemia da gripe A em Portugal poderão registar-se «dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos»

O catedrático de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa avança com estes números na base de que a epidemia se desenvolva sem que até ao Inverno seja criada uma vacina contra o vírus.

 

Jorge Torgal, que falava no 3º Congresso sobre Pandemias na era da globalização, a decorrer até sábado em Coimbra, considera estas «previsões optimistas».

 

«Se houver uma epidemia e não for criada uma vacina até Outubro, Novembro, a previsão mais optimista é que haverá em Portugal dois a três milhões de pessoas com gripe, o que significa que serão 75 mil pessoas a perder a vida», afirmou.

 

O especialista sublinha que no ano passado só a gripe sazonal provocou em Portugal «um acréscimo de mortalidade de 1.961 casos, número muito acima do normal» e para o qual não há, até ao momento, explicações.

 

«Foi nas barbas de todos nós e ninguém se apercebeu nem houve nenhum alarme das autoridades de saúde», observou.

 

Referindo-se à gripe A, o médico de saúde pública considerou que «Espanha, aqui ao lado, onde quinta-feira havia 57 casos confirmados, dos quais quatro transmitidos no país, é uma fonte de preocupação, um risco grande» para Portugal.

 

Jorge Torgal alerta que, caso a epidemia se desenvolva, a sociedade portuguesa deve preparar-se logisticamente para uma alteração do quotidiano.

 

«Quem tem de se preparar de facto são as forças vivas da sociedade civil, para que os cidadãos compreendam como se podem defender pessoalmente», sustentou, em declarações à Lusa.

 

O médico, que abordou o tema Pandemias na era da globalização, fala «numa modificação quotidiana da sociedade, uma preparação logística que deve ser feita, um caminho de consciencialização».

Refere, a propósito, que, «se há crianças que têm de estar em casa porque as escolas fecham, os pais não podem ir trabalhar».

«As pessoas foram a correr comprar máscaras e Tamiflu, mas se houver uma epidemia provavelmente o mais razoável é não saírem de casa durante duas semanas», advertiu, questionando quem terá mantimentos para tal.

 

Jorge Torgal esclarece que «não está a defender que as pessoas devem, nesta fase, fazer um armazenamento (de mantimentos) para duas semanas» mas que «se souberem a tempo que é mais seguro para a sua saúde ficar em casa, provavelmente terão meia dúzia de cebolas em vez de ir todos os dias à mercearia comprar uma».

 

Lusa/SOL

 

Depois destas declarações o que vai acontecer? Vai cada um continuar na sua vida como se nada tivesse sido dito?

 

E os responsáveis deste país como reagem? Andam entretidos com o que poucos compreendem e fingem que não escutaram?

 

Não vai haver resposta social?

 

Ante uma tal ameaça os portugueses vão ser deixados à sua sorte, como os habitantes de Los Angeles com o furacão Katrina?

 

Quem puder que se salve! É isso o que vai acontecer?

 

Ah, a vacina! Claro, se acontecer em tempo útil será óptimo.

 

Aproveitando para parafrasear a conhecida frase "o capitão é o último a abandonar o navio", José Sócrates e Cavaco Silva assumem o compromisso de ser os últimos portugueses a ser vacinados?

 

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