Blogue de opinião e divulgação.

Sábado, 10 de Outubro de 2009
Gangues juvenis no Perú IV

 

 

 


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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Gangues juvenis no Perú III

 

 

 


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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Gangues juvenis no Perú II

 

 

 


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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Gangues juvenis no Perú I

 

 

Onde se evidencia claramente a função de controle social do consumo de droga e da violência juvenil.
 


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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Cenas da vida portuguesa - V

 

Mordomas de Viana do Castelo mostram trajes tradicionais
 


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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Ilusões

 

 

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Sábado, 26 de Setembro de 2009
Formas de família e o lugar da mulher

 

 

   


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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Dia Aberto

 

 

 


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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Pare e pense

 

 

A escolha da Jackeline
 


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A JUSTIÇA É CEGA, MAIS A INJUSTIÇA PODEMOS VER

 

 

A escolha da Marisa
 


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Domingo, 17 de Maio de 2009
Classes Sociais

 

 

Vídeo indicado pela Diana e pelo Hugo, 12.º E
 


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Domingo, 12 de Abril de 2009
12.º E

 

 

 


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Quarta-feira, 25 de Março de 2009
António Capela

 

 

 

Domingos Capela foi o pioneiro. Filho e neto seguiram-lhe os passos

O acaso, seja lá isso o que for, tem sempre influência nas grandes histórias. Esta passou-se, e ainda se passa, em Espinho, mais propriamente na freguesia de Anta. Em 1924, contava então 20 anos, Domingos Capela viu cair-lhe nas mãos um violino a precisar de arranjo, propriedade de um músico brasileiro de origem italiana, Nicolino Milano, que vivia temporariamente por cima da oficina onde o jovem marceneiro trabalhava. A missão foi de tal forma cumprida que marcou o início de uma dinastia, não de reparadores mas de construtores de violinos. Hoje, os Capela são conhecidos em todo o mundo. Mas continuam em Espinho, na freguesia de Anta.

Foi lá que o DN se encontrou com António Capela, 75 anos, e Joaquim António, 40, respectivamente filho e neto de Domingos, falecido em 76 - todos eles multipremiados em concursos internacionais do métier. "O meu pai fez o primeiro violino em 1924, o primeiro violoncelo em 25 e o primeiro contrabaixo em 27", conta António. "Com as tunas que aqui havia e, depois, as orquestras de câmara que vinham ao Casino de Espinho, espanholas, francesas, italianas, o trabalho dele expandiu--se internacionalmente, mais ainda a partir do momento em que apareceram o Conservatório e a primeira Orquestra Sinfónica do Porto. Daí para a frente foi sempre a trabalhar para grandes artistas portugueses e estrangeiros", prossegue.
Propostas para rumar a Lisboa não lhe faltaram, mas Domingos resistiu. Mais tarde, diria ao filho: "Eu não fui para a cidade, mas a cidade veio ter comigo." A cidade e o mundo, ou a marca Capela não andasse hoje por todos os pontos do globo, "da América a Inglaterra, da Austrália ao Japão". Falaram mais alto as raízes. "Ele nunca foi ao estrangeiro, a não ser quando eu me encontrava em Itália", lembra António, que nos anos 60 estagiou lá fora, como bolseiro da Gulbenkian, primeiro em Paris, na casa Vatelot, depois em Cremona, na escola onde se faziam os Stradivarius.
Esse período, diz, foi importantíssimo. "Parecia-me outro mundo. Recordo-me de, na Rue de Rome, ter ficado abismado por ver construtores porta sim, porta não." O certo é que, mesmo persuadido a isso, não quis ficar. "Como foi o meu pai quem me convenceu a sair do País, fiz uma promessa de não o abandonar enquanto fosse vivo. E até para grandes casas de Nova Iorque e Filadélfia fui convidado", revela.
O filho, esse, estagiou três vezes nos EUA. "Teve mestres que lhe disseram: 'A maior asneira que o seu pai fez foi não ter vindo para a América.' Mas se eu tivesse ido ele não tinha nascido", contrapõe, seguro de que, um dia, quando deixar de trabalhar, "o ofício fica bem entregue".
Uma coisa, porém, é certa: as mãos de Domingos, António e Joaquim António são diferentes. "Eu não consigo imitar o meu pai. Aliás, nem a mim próprio, de trabalho para trabalho", diz António Capela. A razão é óbvia: "A mão não é uma máquina que produz milhares de peças iguais - e aqui não há máquinas, só goivas, plainas e a habilidade do artista. E lixa quanto baste. Já dizia o meu pai: nós lixamos o instrumento e depois lixamos o cliente."
Considerados os Stradivarius portugueses ("com algum fundo de verdade"), os Capela constroem vários instrumentos de cordas, não só o violino. Quanto aos preços que praticam, o segredo é a alma do negócio. "Se eu dissesse, pensavam que ganhava muito dinheiro. Primeiro, as madeiras de qualidade são caríssimas. Depois, não se encontram madeiras velhas em nenhuma parte do mundo, e nós não fazemos um violino, uma viola de arco ou um violoncelo com menos de 15 anos, porque a madeira quanto mais seca estiver mais ressonância tem", explica.
Com um construtor já não se passa o mesmo. "A partir de certo ponto, há uma decadência, mas eu ainda não cheguei lá. Espero trabalhar mais uns anos", confessa. E, pela vitalidade que transmite, não custa a crer que o faça. Talvez possa, até, repetir com o filho a alegria que sentiu com o pai, em 1972, quando açambarcaram os quatro primeiros prémios de um concurso de construtores de violinos na Polónia. "Foi inédito na história daquele concurso. Com a emoção, as lágrimas caíram-me pela face abaixo", conta.
 
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Sociologia, no capítulo da 'Cultura'.
 


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Segunda-feira, 16 de Março de 2009
O candidato da FMLN, Maurício Funes, vence as presidenciais em El Salvador

 

Rigoberta Menchú opina sobre el triunfo de Funes en El Salvador

 

A Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional conduziu durante muitos anos uma guerra de guerrilhas em El Salvador a que foi possível por termo de forma negociada ainda nos anos oitenta do século passado.

 

Esta vitória é o testemunho de que os ventos de mudança continuam a soprar fortes na América Latina.

 Curioso que estejam a sublinhar que a vitória de Maurício Funes foi um triunfo sobre o medo.
 


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Sábado, 14 de Março de 2009
Exemplo de abnegação, perserverança e dignidade

 

Mais de 200 mil pessoas em Lisboa, ao apelo da CGTP, a exigir mudança de rumo para o país

 

 
São comoventes algumas das presenças que se notaram na grandiosa manifestação. Só possíveis pelo profundo descontentamento com as desgraçadas medidas que se impõem ao país. E, conjuntamente com a enorme participação, revelando que não é o discurso governamental que está a conquistar a população nestes dias tão difíceis. O Povo exige uma mudança de rumo. Isso ficou claro.
 

 

 
Os professores na manifestação
Uma presença muito representativa. A união faz a força e, ressalvadas as diferenças, os docentes têm muito a ganhar com a acção em conjunto com os outros trabalhadores, vítimas também da acção do governo e pais e mães de muitos dos alunos.
 


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Domingo, 8 de Março de 2009
Dia Internacional da Mulher

 

Um pouco de história! Porque o desconhecimento da história é a amnésia da sociedade. E a amnésia é uma grave doença que ninguém quer e que, em termos sociais, urge evitar!

Uma perspectiva da América-Latina

PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO

Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo....
A ideia da institucionalização do 8 de Março como Dia Internacional da Mulher é atribuída a Clara Zetkin, em primeiro plano na imagem ao lado de Rosa Luxemburgo.
 

 



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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
A VIOLÊNCIA SOBRE AS MULHERES ENVERGONHA E DIMINUI A HUMANIDADE!

 

 

Sic, 12.2.09

 

 
 "A Violência pode ter tirado a sua paz, mas não os seus direitos."
 
bilros & berloques


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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
Como será que a História vai julgar estas atitudes?

 

 

 


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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
This is a race to the bottom

 

These strikes aren't about xenophobia. Free markets and the large corporations have run out of control

The wave of strikes across the country should come as no surprise. Popular anger is overcoming complacency and fear. The recession is exposing the true nature of the British economy. We are a country that has been ransacked by the free flow of capital. The strikes are not about xenophobia, they're about large corporations and free markets that are out of control.

 

The Lincolnshire refinery where the current dispute began is owned by the US oil company Total. It employs the giant American engineering company Jacobs which then subcontracts to an Italian firm, IREM, which cut its labour costs by using its own Italian and Portuguese workers. Big engineering contractors have been recruiting compliant and cheap foreign labour for years.

 

Britain has lost control of key industries and their labour procurement procedures. The Lincolnshire dispute is a small symptom of a big problem. Britain is a country that no longer owns the productive processes that create its wealth. Crucial economic sectors have been handed over to unaccountable foreign ownership. The government has abandoned workers to exploitation, more concerned with making them fit the global market than in protecting their interests. In Labour's working-class heartlands there is a powerful feeling of being dispossessed.

 

British and European labour market policies have centred on the drive for flexibility. The increase in short-term contracts, agency work, subcontracting and use of the "self-employed" have left workers with fewer rights. The workforce in Britain is one of the least protected in that market. Growth in employment has been concentrated in low-skill, low-wage jobs in poor conditions. The growing use of temporary and agency workers is spreading these conditions to other parts of the economy.

 

But worse has been a series of court rulings that have further deregulated labour markets. In 2003 the Finnish ferry company Viking Line reflagged its vessel and employed an Estonian crew, cutting its wage costs by 60%. Its actions were upheld by the European court of justice. In 2004 a Latvian company, Laval, sent workers to building sites in Sweden. The Swedish construction union asked the company to agree to the existing collective agreement within the building sector. It refused, operating instead under the Latvian agreement - including lower pay that undercut the Swedish workers' wages. Again, the court ruled in the company's favour. Workers' conditions and pay need only comply with the laws of the company's home country.

 

The government has done nothing to halt the EU race to the bottom. Its own labour market policies succeeded in the boom years because exploitation, precarious jobs and exploitative levels of pay could be offset by cheap credit and then hidden behind the sparkle of consumerism. Those times are over. With social insurance in short supply, people's key source of economic security was the rising asset value of their homes. That's gone. There is no cheap credit to make up for falling or stagnant wages.

 

The left must offer a real and viable alternative. We have to reverse the years of wealth redistribution from poor to rich. We need regulation to end low pay, low skill and casualised labour. Strong trade unions are the best defence against exploitation. Work and quality of life can be improved by introducing a living wage. And why don't we discuss having a maximum income? Both can be defined by establishing a maximum ratio of difference between the most and least well-paid. We need to create new forms of economic citizenship, and bring the economy and work under greater democratic control. That should be the agenda, not "British jobs for British workers".

Jon Cruddas

The Guardian, Saturday 31 January 2009

 

 



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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
O Inimaginável!

 

 

Justificar políticas responsáveis pela morte de meio milhão de crianças?
Obviamente, há governantes com os valores trocados....
 


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